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Afonso Borges

Afonso Borges

Jornalista, escritor, produtor cultural e idealizador do projeto Sempre Um Papo. Está na rádio CBN, nas TVs Câmara, Assembléia e Cultura, além de manter o blog Mondo Livro. Tem quatro livros publicados

Afonso Borges nasceu em 1962, em Belo Horizonte (MG).
 
É escritor, crítico de Literatura, produtor cultural e empresário. Escreve em jornais desde os 16 anos e já trabalhou, alternando  funções de colaborador, repórter e editor, em diversos jornais e  revistas. É colunista da rádio CBN de Belo Horizonte, onde apresenta o programa Mondolivro, às terças, quartas e quintas, às 10h50, sempre com novidades e temas ligados ao mundo literário. Está, também, no programa Sempre um Papo na TV Câmara, na TV Assembléia e na TV Cultura, além de manter o blog Mondo Livro.
 
Desde 1986, dirige os trabalhos da AB Comunicação e Cultura, sendo o responsável pela criação, coordenação e desenvolvimento do Sempre Um Papo, projeto idealizado para promover a difusão de livros e autores. É a Literatura em todos os sentidos, transmitida em todos os formatos. Os eventos Sempre um Papo já percorreram mais de 30 cidades brasileiras, em oito Estados, além de ter sido realizado também em Madri, na Espanha. Estima-se que mais de 1,5 milhão de pessoas tenham assistido. É transmitido pela TV Câmara e tem o Sesc/SP como parceiro. Em formato de DVDs educativos, entitulados Cultura Para a Educação, as edições são distribuídas para mais de 6 mil escolas brasileiras. São mais de 400 programas com escritores brasileiros e internacionais, além de diversos seminários, na íntegra, disponíveis também pelo site do projeto.
 
 
Possui quatro livros publicados: Retrato de Época (poemas, 1980); Bandeiras no Varal (poema-plaquete, 1983); Sinal de Contradição – Conversas com Frei Betto (Espaço & Tempo, 1988), publicado também na Suíça, com o título Zeichen des Widespruchs (Exodus, 1989) e na Argentina; e Profecia das Minas (poemas, 1993). Colaborou, como jornalista e pesquisador, nos livros Chatô – O Rei do Brasil (Companhia das Letras, 1994), de Fernando Morais, O Desatino da Rapaziada – Jornalistas e Escritores em Minas Gerais (Companhia das Letras, 1992), de Humberto Werneck.
 
Em 1993, com 31 anos, recebeu da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e, meses depois, da Câmara Municipal de Belo Horizonte, a Moção de Reconhecimento Público. Em 1995, foi distinguido pela Municipalidade com a Comenda do Mérito Artístico Rômulo Paes. Em 1997, ano do Centenário de Belo Horizonte, recebeu o título de Filho Ilustre de BH – 100 Anos, concedido somente a cem personalidades, por parte da Fundação Cultural dos Professores de Minas Gerais e da Associação dos Professores Públicos de Minas Gerais (Appmg). Em 1998, foi agraciado com a medalha da Ordem do Mérito Legislativo, no grau Mérito Especial, pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
 
Em 2000, recebeu de um colegiado que compõe o Fórum Mineiro de Jovens Lideranças Empresariais e o Conselho Empresarial de Jovens o Prêmio Jovem Destaque Cultural 2000. Em 2002, foi agraciado com a Ordem do Mérito Legislativo Municipal, no grau Mérito. Em 2006, recebeu do Governo do Estado, a Medalha da Inconfidência. Em 2008, o Prêmio Minas Desempenho Empresarial na categoria Excelência Empresarial, e do Governo do Estado e Prefeitura de Araxá a Medalha Calmon Barreto. Em 2011, foi condecorado, em Recife, com a Ordem do Mérito Cultural, título concedido pelo Ministério da Cultura a personalidades, grupos artísticos, iniciativas e instituições que se destacaram pelas contribuições à Cultura Brasileira.
 
Foi Membro da Câmara da Indústria da Cultura, da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e atuou no Itamaraty/Ministério das Relações Exteriores como consultor cultural.
 
Em 2012, foi curador da Bienal do Livro de Minas Gerais.
 
Fontes:
Jornalistas&Cia – de junho de 2012
 

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