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Alan Gripp

Alan Gripp

Jornalista premiado com dois Esso, um Embratel e um AMB, além do Prêmio Ibero-Americano, cobriu política no jornal O Globo e fez reportagens investigativas, que resultaram em denúncias contra políticos e instituições fluminenses e brasileiras.

Alan Onofre Gripp nasceu em Niterói (RJ). Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói.
 
Iniciou a carreira como repórter de política do jornal O Fluminense, passando para o jornal O Globo em 2000, onde foi repórter de Política no Rio de Janeiro (RJ) e na sucursal de Brasília (DF). Em 2007, transferiu-se para a Folha de S.Paulo, onde continuou cobrindo a pauta de Política, desta vez a partir de São Paulo (SP), fazendo também matérias de Cotidiano. Em fevereiro de 2012, assumiu o cargo de secretário assistente de Redação, que trocou pelo de editor de Cotidiano em fevereiro de 2013. 
 
Ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo 2004, na categoria Prêmio Principal, pela matéria Os homens de bens da Assembleia Legislativa. Os jornalistas Angelina Nunes, Carla Rocha, Dimmi Amora, Flávio Pessoa, Luiz Ernesto Magalhães e Maiá Menezes usaram o direito de consultar informações de natureza pública: declarações de bens exigidas pelo Tribunal Regional Eleitoral entre 1996 e 2001. O estudo dos dados de 113 deputados estaduais mostrou que 70 haviam aumentado seu patrimônio. Desses, 27 tinham ampliado seus bens em mais de 100%. Essa matéria também ganhou o Prêmio Ibero-Americano de Jornalismo 2004.
 
Também venceu o Prêmio Esso de Jornalismo 2007, na categoria Prêmio Principal, junto com os jornalistas Roberto Stuckert Filho e Francisco Leali, pela matéria Voto combinado na Corte Suprema, sobre a troca de mensagens eletrônicas entre ministros do Supremo Tribunal Federal durante o julgamento de parlamentares mensaleiros. Após a publicação da reportagem, os ministros citados na reportagem alteraram seu entendimento, e aceitaram as denúncias de peculato e formação de quadrilha, que cogitavam rejeitar, contra os 40 acusados de integrar o esquema de corrupção chamado de Mensalão.
 
Ganhou o Prêmio AMB de Jornalismo 2004, na categoria Jornal, pela matéria Mar de processos – Danos que emperram a Justiça, sobre a demora da resolução de processos judiciais no Brasil, junto com a jornalista Selma Regina Schmidt.
 
A série No rastro das propinas (o caso do propinoduto), escrita com Ancelmo Gois, Dimmi Amora e equipe, publicada no jornal O Globo de dezembro de 2002 a junho de 2003, ganhou o Prêmio Embratel 2003, na categoria Jornal. A matéria falava sobre o escândalo político ocorrido no Rio de Janeiro, durante o governo de Anthony Garotinho. O caso, descoberto em agosto de 2002, durante o curto governo de Benedita da Silva, envolvia fiscais da receita estadual, entre eles Rodrigo Silveirinha, subsecretário de Administração Tributária durante a gestão de Garotinho (1999-2002).
 
É casado com a jornalista Mirella D'Elia.
 
 
Atualizado em fevereiro de 2013 - Portal dos Jornalistas.
 

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