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Alberto Gaspar

Alberto Gaspar

Na TV Globo, já atuou no Globo Rural, foi correspondente em Buenos Aires e em Jerusalém e tem se dedicado ao Projeto Amazônia

Alberto Gaspar Filho nasceu em São Paulo (SP), no dia 13 de outubro de 1957. Graduou-se em Jornalismo no início dos anos 1980, na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Participou ativamente do movimento estudantil contra a ditadura militar, escrevendo em pequenas publicações. Chegou a ser preso em 1977.
 
Escrevia uma coluna sobre calhas para uma revista feminina da Editora Abril quando foi convidado por Ernesto Paglia, colega de faculdade, para fazer um teste na TV Globo. Foi contratado para ser repórter para o Bom Dia São Paulo, e começava a trabalhar a partir das 5 horas.
 
Participou da cobertura das Diretas Já e cobriu a doença e a morte do então presidente Tancredo Neves (1910-1985). Estava na primeira equipe da TV Globo que chegou ao Instituto do Coração, em São Paulo. Depois, trabalhou nas afiliadas TV Ribeirão (SP), TV Campinas (SP) e TV Sul de Varginha (MG). Voltou, então, para São Paulo, indo atuar no Globo Rural. Pelo programa, viajou para a África do Sul e para a Austrália. Cobriu os festejos pelo centenário do eucalipto no Brasil, o desenvolvimento da cultura da mandioca no Pará e a caçada da jaçanã no Maranhão.
 
Voltou a trabalhar no jornalismo diário em 1995. Participou da cobertura da queda do Fokker da TAM, que caiu logo após decolar do aeroporto de Congonhas, resultando na morte de todos os passageiros. Não conseguiu chegar ao fim da reportagem e chegou a repensar a carreira. Continuou participando de grandes matérias. No início do século, cobriu a prisão do juiz Nicolau dos Santos, fez reportagens de denúncia sobre a máfia que misturava combustível nos postos da capital paulista e apurou informações sobre o sequestro e morte de Celso Daniel (1951-2002), então prefeito de Santo André (SP).
 
Foi atuar como correspondente da Rede Globo em Buenos Aires, cobrindo toda a América Latina, em junho de 2005. Cobriu as eleições de Michele Bachelet para a Presidência do Chile e de Alan García para a do Peru, bem como a reeleição de Hugo Chávez na Venezuela, em 2006. Em março de 2007, transferiu-se para Jerusalém, como correspondente da emissora para o Oriente Médio. Cobriu uma série de protestos deflagrados após a morte de um estudante, na Grécia, em 2008. Em dezembro do mesmo ano, ao lado da repórter Renata Malkes, do jornal O Globo, de um cinegrafista italiano freelance e do motorista palestino, cobriu o ataque de Israel à Faixa de Gaza, contando ainda com a colaboração de três brasileiras que moravam na região.
 
Em 2009, voltou para a redação de São Paulo, como repórter especial. Fez matérias para o Jornal Nacional – inclusive para a edição de comemoração dos 40 anos do programa – e para o Globo Repórter. A partir de 2010, passou a se dedicar diretamente ao Projeto Amazônia. Atuou como mediador em programas de debates nos dois turnos das Eleições de 2012.
 
É casado com a jornalista Glória Di Monaco.
 
 
Atualizado em março de 2013 – Portal dos Jornalistas
Fonte:
 

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