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André Caramante

André Caramante

Repórter investigativo, atua com ênfase na área da Segurança Pública. É repórter especial da TV Record. Trabalhou no Grupo Folha de S.Paulo por 14 anos e meio, por oito na Folha de S.Paulo. Teve passagens pelo extinto jornal Notícias Populares e Agora São Paulo, ambos do grupo Folha (SP), e também no Diário Popular. Desde 2002 escreve sobre cultura hiphop para o Agora São Paulo. É autor do livro-reportagem 'Aqui Dentro - Páginas de Uma Memória: Carandiru' pela Imprensa Oficial. É um dos fundadores do site Ponte.org de Direitos Humanos. Foi eleito em 2015 entre os 'TOP 100' dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

André Caramante nasceu em São Paulo (SP), em outubro de 1977. É formado em Jornalismo pela Uniban de São Paulo (SP).
 
Iniciou na área em 1998, como repórter da editoria de Geral do extinto jornal Notícias Populares, do grupo Folha de S.Paulo, na capital paulista, onde passou a cobrir assuntos de Segurança Pública.
 
Entre 2002 e o início de 2006, trabalhou no Agora São Paulo na mesma função. Depois, foi contratado pela editoria de Cotidiano do jornal Folha de S.Paulo, na capital paulista.
 
Desde então, seu trabalho sempre foi pautado por assuntos ligados aos direitos humanos, como "polícia legalista" (realização de reportagens de denúncias sobre abusos da polícia), e crime organizado dentro e fora das prisões de São Paulo.
 
Ao longo de sua carreira, denunciou a existência de sete grupos de extermínio formados por policiais e ex-policiais em São Paulo (SP).
 
Um diferencial de sua cobertura jornalística além da apuração rigorosa é a análise de dados, o acesso a documentos dos órgãos públicos e a estreita interação com fontes e personagens chaves, a fim de realizar trabalho de denúncia sistemática de todo tipo de casos de violência. O trabalho do jornalista também foi publicado no site do jornal Folha de S.Paulo.
 
Em 2012, esteve dedicado à cobertura da escalada da violência e da atuação das polícias na capital paulista e região metropolitana.
 
Em setembro de 2012, André Camarante e sua família foram obrigados a sair do Brasil devido a ameaças de morte e tentativas de intimidação após a publicação, em 14 de julho, da reportagem Ex-chefe da Rota vira político e prega a violência no Facebook. A decisão de mudar a localização do jornalista e sua família foi uma opção escolhida em conjunto pela diretoria de redação da Folha de S.Paulo e pelo repórter. O jornalista passou a realizar seu trabalho à distância.
 
Importantes homenagens lhe foram prestadas em solidariedade às ameaças que vinha sofrendo, entre elas a do 34º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, em outubro, de 2012. Pela relevância do seu trabalho foi reconhecida duas vezes pelo Prêmio Folha de Jornalismo. Em novembro de 2012, Caramante foi anunciado como um dos ganhadores da 16ª edição do Prêmio Santo Dias, concedido pela Assembleia Legislativa de SP e pelo Conselho de Defesa da Pessoa Humana de SP (Condepe).
 
No final de 2013, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República concedeu-lhe o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, que recebeu das mãos da presidente Dilma Rousseff, em Brasília.
 
De volta ao Brasil nesse mesmo mês, acordou com o jornal afastar-se por um período da cobertura da segurança pública.
 
Ficou na Agência Folha até agosto de 2013, de onde seguiu para a editoria de Esportes. Deixou o jornal Folha de S.Paulo em 10 de fevereiro de 2014, após 14 anos e meio na casa, os últimos oito na Folha de S.Paulo.
 
André Camarante se tornou um dos mais respeitados jornalistas brasileiros na área em que atua e vale destacar que, desde 2002, também escreve aos domingos sobre cultura hip hop para o jornal Agora São Paulo e, nos últimos anos, fez trabalhos como freelancer para as revistas Rolling Stone, Veja, Venice e Quatro Rodas, entre outras.
 
É autor do livro-reportagem Aqui Dentro - Páginas de Uma Memória: Carandiru, lançado em 2003 pela Imprensa Oficial do Estado de S.Paulo.
 
Em julho de 2014 André Caramante começou como repórter especial no R7 - portal de internet pertencente ao Grupo Record.
 
É um dos fundadores do site ponte.org que sai em defesa dos Direitos Humanos, Justiça e Segurança Pública, foca principalmente denúncias dos abusos cometidos pela polícia. De acordo com o site todos são convidados a colaborar, para tanto, basta enviar à Ponte a pauta da reportagem que quer produzir para o email reportagem@ponte.org . “Queremos, explica o site, nos tornar um para-raios das melhores e mais sinceras colaborações de jornalistas e fotógrafos”. E Salienta “nosso site baseia-se em trabalho voluntário, ninguém é remunerado pelas matérias que produz, mas creditaremos todo trabalho publicado”.
 
Foi eleito em 2015 entre os TOP 100 dos +Admirados Jornalistas Brasileiros. Votação realizada por J&Cia em parceria com a Maxpress.  
 
A foto de André Camarante não foi colocada no perfil, por questão de segurança.
 
 
Atualizado em dezembro/2015 - Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
Com informações fornecidas pelo jornalista em 29/11/2012

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