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André Setaro

André Setaro

Crítico de cinema do jornal Tribuna da Bahia desde agosto 1974, pesquisador, professor de Cinema da Faculdade de Comunicação da UFBA e autor de Escritos sobre Cinema – Trilogia de um tempo crítico.

André Setaro nasceu no Rio, em 1950, mas foi com a família morar em Salvador. Fez vestibular para a Faculdade de Direito, formou-se em 1974, na faculdade, ficou responsável pela programação do seu cineclube e redigia comentários sobre os filmes exibidos que eram distribuídos na porta de entrada. Mais à frente fez Comunicação (Jornalismo) e, depois, Mestrado em Artes Visuais, cuja dissertação versou sobre cinema: Narrativa e fábula no discurso cinematográfico.

Tornou-se autodidata em cinema. Via os filmes com interesse (os mais importantes mais de uma vez) e lia bibliografia especializada e críticas dos grandes suplementos, principalmente os do eixo Rio-São Paulo. Anotava, num caderno, todos os filmes que via, ficha técnica completa, cinema onde foi visto o filme, e fazia ligeiros comentários.

A relação com o cinema começou ainda criança desde que foi ao cinema pela primeira vez, 1956, tinha seis anos. “Naquela época, década de 50, conta Setaro, via muito filmes americanos e chanchadas brasileiras, melodramas mexicanos, além, claro, de desenhos animados tipo Tom & Jerry”.

Começou a frequentar o Clube de Cinema da Bahia. Tinha por volta de 15 anos quando percebeu que o cinema, além de ser um entretenimento, um espetáculo, era também uma expressão de arte.

Em 1974, começou a publicar textos sobre cinema no Tribuna da Bahia e, meses depois, foi convidado a escrever uma coluna diária que se alastrou por 20 anos até que, em 1994, quando passou a escrever a coluna apenas uma vez por semana.

Chegou a trabalhar como assistente de direção de alguns filmes baianos: Voo interrompido, 1968, de José Umberto, filme underground, do chamado Cinema Marginal; foi ator em O cisne também morre (1982), de Tuna Espinheira e realizou em Super 8 o Pizzaria Eisenstein em 1984.

Publicou os livros Panorama do Cinema Baiano, em 1976, e Alexandre Robatto Filho, um pioneiro do cinema baiano, em 1992, ambos editados pela Fundação Cultural do Estado da Bahia.

Em abril de 2010 lançou a Escritos sobre cinema – Trilogia de um tempo crítico, uma caixa com os três livros (Diretores e Filmes; Estética e Linguagem do Cinema; e Cinema Baiano). Trilogia pela Azougue Editorial.

Com relação à arte cinematográfica recomenda: “É importante que se conheça os chamados filmes essenciais, os filmes-faróis da história do cinema, os filmes divisores de água, que contribuíram para o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, a exemplo de O encouraçado Potemkin (1925), de Eisenstein, Ladrões de bicicleta (1948), de Vittorio De Sica (para se ter uma ideia da importância do neorrealismo italiano), Cidadão Kane (1941), de Orson Welles, Hiroshima, mon amour (1959), de Alain Resnais, Morangos silvestres (1957), de Ingmar Bergman, Oito e meio (1963), de Federico Fellini, a trilogia de Michelangelo Antonioni (A aventura, A noite, O eclipse), Aurora (1927), de Murnau, La passion de Jeanne D’arc (1928), de Carl Theodor Dreyer, Acossado e O desprezo, ambos de Jean-Luc Godard, entre muitos outros.

André conta uma passagem sobre a carreira de crítico de cinema: “Quando comecei a escrever diariamente sobre a chamada sétima arte, a ganhar alguma coisa com isso, ainda nos anos 70, e principalmente numa velha província como Salvador, certo dia mostrei a uma tia carrancuda minha coluna impressa no jornal e ela me respondeu: “Você não tem nada para fazer, não?”. Ele arremata: “Ainda hoje, o profissional da área é marginalizado, inclusive no Brasil”.

Em 1979, prestou concurso para ser professor da área de cinema da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, onde ensina disciplinas da área como Oficina em Comunicação Audiovisual, Linguagem Cinematográfica, Estética do Cinema etc.

É comentarista, com coluna sobre cinema no Terra Magazine e no jornal de Salvador Tribuna da Bahia, escreve ainda suas considerações no Setarosblog  que lançou em 2005.

Em 2008 colocou no ar o blog Momentos da Arte do Filme, que até 2012 reproduzia os melhores momentos dos filmes inesquecíveis. Tem ainda o blog no ar o blog Clipping de André Setaro onde publica artigos sobre artes em geral, política e fatos pitorescos.

 

 

Atualizado em agosto/2013 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://setaroandreolivieri.blogspot.com.br/

http://setarosblog.blogspot.com.br/

http://clippingsetaro.blogspot.com/#ixzz2bsY8pjvf

 

 

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