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Arnaldo Jabor

Arnaldo Jabor

Cineasta, crítico de cinema, escritor e colunista. Começou no jornalismo no jornal O Globo, até seguir para a televisão, onde faz comentários no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil. Também é colunista da rádio CBN e de diversos jornais. Foi eleito TOP 50 entre os mais admirados jornalistas brasileiros, em 2014, e em 2015 foi escolhido entre os TOP 10 mais. Retornou em 2016 para o Estadão como colunista.

Arnaldo Jabor nasceu em 12 de dezembro de 1940, no Rio de Janeiro (RJ). Cineasta, Jabor foi mais um brasileiro prejudicado pela crise econômica do governo de Fernando Collor de Mello. Foi quando decidiu buscar no jornalismo uma nova fonte de renda.

 

Começou como colunista do jornal O Globo (RJ), no fim de 1995. Depois, foi para a TV Globo (RJ), onde passou a comentar os fatos do cotidiano brasileiro no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil. Também é colunista nacional das rádios CBN. Suas colunas são publicadas semanalmente em O Estado de S. Paulo (SP), A Tribuna (BA), O Tempo (MG) e em diversos jornais do país.

 

Uma crônica sua sobre as diferenças e similaridades entre o amor e o sexo foi adaptada para uma canção pela cantora e compositora Rita Lee e incluída no seu CD Balacobaco (Som Livre, 2003), transformando-se num grande sucesso.

 

Publicou os livros Os canibais estão na sala de jantar (Siciliano, 1993), Sanduíches de Realidade (Objetiva, 1997), A invasão das Salsichas Gigantes (Objetiva, 2001), Amor É Prosa, Sexo É Poesia (Objetiva, 2004), Pornopolítica (Objetiva, 2006) e Eu Sei Que Vou Te Amar (Objetiva, 2007).

 

Como cineasta, dirigiu os curtas-metragens O Circo (1965) e Carnaval (1990) e os longas A Opinião Pública (1967), Pindorama (1970), Toda Nudez Será Castigada (1973), O Casamento (1975), Tudo Bem (1978), Eu Te Amo (1980), Eu Sei que Vou Te Amar (1984), e Suprema Felicidade (2010).

 

Por seus trabalhos como cineasta, ganhou o Urso de Prata, no Festival de Berlim, e o Kikito de Ouro de Melhor Filme, no Festival de Gramado, ambos pelo filme Toda Nudez Será Castigada. Também venceu o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, por O Casamento, e o Candango de Melhor Filme, no Festival de Brasília, por Tudo Bem.

 

Foi escolhido TOP 50 em 2014 entre os '+ admirados jornalistas da imprensa brasileira', iniciativa do J&Cia e Maxpress. Recebeu uma votação expressiva e foi classificado em 24º lugar, no ranking dos 50 Mais. Em 2015 conquistou ainda melhor classificação e ficou entre os TOP 10.

Em abril de 2014 um anúncio feito em micronota no Caderno 2 do O Estado de S.Paulo informou que Jabor não teria mais os seus textos publicados.  Durante 14 anos ele foi colunista do Estadão.

Mas não demorou para ele voltar ao jornal. Após dois anos fora das páginas do Estadão, Arnaldo Jabor reestreou em abril de 2016 no Caderno 2 do jornal, no melhor ‘estilo Jabor’ de escrever. Em seu primeiro texto, O sim, o não e o mesmo, abusa de figuras de linguagem, conta o diálogo da presidente Dilma com o Mesmo, sujeito autodenominado “o erro brasileiro dissimulado, a paralisia eterna que segura o País”.

Dias antes da estreia comentou o colunista ao próprio jornal: “Quero continuar sendo como fui. Poucas certezas – algumas. Sou o cara que diz o que os outros não têm coragem de dizer”.

Arnaldo Jabor segue também como colunista do O Globo – jornada iniciada em 1995 e como comentarista de rádio CBN e TV Globo.

 

Atualizado em Abril/2016 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/vaivem-das-redacoes-28420151910

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/em-os-cem-mais-admirados-jornalistas-brasileiros%C2%A0-top-50-em

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/arnaldo-jabor/ARNALDO-JABOR.htm

http://www.infoescola.com/biografias/arnaldo-jabor

http://www.paralerepensar.com.br/a_jabor.htm

http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1469&IdColunaEdicao=10007]

 

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