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Aziz Filho

Aziz Filho

Foi Editor-executivo de O Dia por cinco anos, passou pela reportagem política de O Globo, JB e Folha de S.Paulo. Ganhou cinco prêmios, entre eles, um Esso na Categoria Principal. Foi apresentador dos canais GNT e TVE.

Aziz Filho é carioca. Iniciou a carreira como estagiário nos jornais de bairro de O Globo. Ao se formar, foi repórter de Política e nesse mesmo cargo atuou no Jornal do Brasil e na Folha de S.Paulo.
 
Migrou para a Economia e nessa editoria, foi repórter de O Dia. Em seguida, foi editor de Internacional na rádio Manchete AM (760 KhZ) e na revista Cadernos do Terceiro Mundo.
 
Voltou para a editoria de Política de O Globo, recebendo por este veículo um Prêmio Esso de Jornalismo em 1996, na categoria Principal, pela matéria Guerrilha no Araguaia, junto com Amaury Ribeiro Júnior, Adriana Barsotti, Consuelo Dieguez e Cid Benjamim. As reportagens abriram caminho para a descoberta de ossadas de alguns guerrilheiros em cemitérios clandestinos e também para que o Estado brasileiro assumisse a sua responsabilidade nos fatos, com o pagamento de indenizações às famílias.
 

A mesma reportagem recebeu ainda o prêmio Líbero Badaró de Reportagem, Grande Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo, Prêmio do Tortura Nunca Mais, Menção Honrosa do Rei de Espanha. "Todos fruto do trabalho em equipe que produziu a série de reportagens sobre a Guerrilha do Araguaia no Globo, em 1996", ele assinala. Em 1991, Aziz Filho já havia sido finalista do prêmio Líbero Badaró com uma entrevista do general João Figueiredo, em que o ex-presidente admitia pela primeira vez que a bomba do Riocentro tinha sido obra de militares.

 
Saiu para a revista IstoÉ, onde foi repórter e chefe de sucursal no Rio de Janeiro, durante sete anos. Na TV, apresentou dois programas diários no canal GNT: Cidadania Brasil e Movimento Urbano, além da série Brasil Urgente, sobre a exclusão social no Brasil, na então TVE.
 
Deixou a IstoÉ em 2008 para ser gerente de Jornalismo da TV Brasil, no Rio de Janeiro. Em 30 de maio de 2012, voltou para O Dia, onde é editor-executivo do jornal.
 
Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio por três anos. É pós-graduado em Políticas Públicas e Governo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ), e autor, junto com Francisco Alves Filho, do livro Paraíso Armado – Interpretações da violência no Rio de Janeiro (Garçoni, 2003).
 
Foi o orador da delegação brasileira à Conferência sobre Controle da Polícia e a Qualidade do Monitoramento, em 2005, em Haia, na Holanda.
 
Quando o jornal carioca O Dia demitiu 25 de seus profissionais em agosto de 2015 e 18 outros negociaram suas saídas com a empresa,  Aziz assumiu as funções do publisher (que saiu e a função foi extinta) e continuou como editor executivo nos jornais O Dia e Meia Hora, publicações da Ejesa. Ficou no grupo por cinco anos. Esta é a primeira demissão em sua carreira.
 
 
 
 
 
Atualizado em maio/2016 - Portal dos Jornalistas.
Fontes:
Jornalistas&Cia, ed. 842 e 853.
 

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