APOIO

PUBLICIDADE

Veiculação Prêmio CNHI WEBER SHANDWICK Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Carlos Alberto Luppi

Carlos Alberto Luppi

Jornalista investigativo, com um total de 11 livros-reportagem, foi o único brasileiro a ganhar o Prêmio J. Elliot de Direitos Humanos concorrendo com jornalistas de 120 países

Carlos Alberto Luppi nasceu em Colatina (ES), e se formou em Jornalismo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Juiz de Fora (MG).

Começou a carreira trabalhando no Diário Mercantil, em Juiz de Fora, onde se tornou editor. Venceu um concurso universitário promovido pelo Jornal do Brasil e, como prêmio, ganhou um estágio na sucursal paulista do JB, tão logo se formou.  Recebia apenas uma ajuda de custo, mas conseguiu dar tantos furos, que acabou sendo contratado por decisão de Alberto Dines. Em nove meses, foi promovido a repórter A.

Em 1971, havia uma epidemia de meningite que o governo procurava esconder. Luppi foi à Secretaria da Saúde e apropriou-se de um documento com dados que comprovavam a epidemia. Suas investigações também resultaram na reabertura do processo do caso Araceli, menina misteriosamente assassinada em Vitória (ES).

De 1979 a 1990, dedicou-se a matérias sobre a situação do menor no Brasil, trabalho que rendeu três livros: Agora e na Hora de Nossa Morte – O massacre do menor no Brasil (Brasil Debates, 1981), A Cidade Está com Medo (Marco Zero, 1982), em parceria com o criminalista Técio Lins e Silva, e Malditos Frutos do Nosso Ventre – Conflitos e Confrontos (Cone, 1987). Pelo conjunto da obra, considerado serviço prestados à humanidade, ganhou o Prêmio  J. Elliot de Direitos Humanos, concorrendo com jornalistas de 120 países. É o único brasileiro a ter conquistado o prêmio.

Nos anos 80, com uma série de reportagens publicadas na Folha de S.Paulo e com o livro Manoel Fiel Filho: Quem vai pagar por este crime? (Escrita, 1980), provou que versão oficial do II Exército de que o operário cometera suicídio estava errada. 

No início dos anos 90, abandonou as redações por achar que não havia mais espaço para o tipo de jornalismo que exercia e trabalhou como diretor de criação em agências de publicidade. Voltou às investigações e publicou, em 2008, o livro Dinastia das Sombras – O Homem que Matou Jesus, que tem como personagem principal uma vítima da ditadura militar na guerrilha do Araguaia.

Com um total de 11 livros-reportagem, continua se dedicando, de forma independente, ao Jornalismo Investigativo.


Atualizado em 1º de Agosto de 2012 – Portal dos Jornalistas
Fontes:

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)