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Carlos Eduardo Lins da Silva

Carlos Eduardo Lins da Silva

Jornalista premiado e reconhecido por seu talento e pela contribuição à imprensa brasileira, é dono de uma bagagem cultural excepcional. Foi professor de jornalismo no Brasil e no exterior. Descreveu na Folha de S.Paulo uma trajetória que teve início em 1984 e foi até 2000, em diversas áreas, regressando num segundo momento, entre 2008 e 2010, como ombudsman, a convite da Direção do jornal. Nesse interim, entre muitas outras atividades, integrou o time de fundadores do jornal Valor Econômico, onde permaneceu por quatro anos. Percorreu 34 países em viagens profissionais e acadêmicas.

Carlos Eduardo Lins da Silva nasceu em Santos (SP) no dia 31 de outubro de 1952.

Estudou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo de 1971 a 1973, mas não concluiu o curso. Em 1973 tornou-se bacharel em Jornalismo pela Faculdade Cásper Libero, então ligada à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

De 1975 a 1976 foi bolsista da Fundação Fulbright para realização de programa de mestrado na Michigan State University, antecedido por curso de Introdução à Política, Economia, Sociedade e Cultura Americanas na Kansas University.

Em 1976 tornou-se Mestre em Comunicação pela Michigan State University, com ênfase (majors) em Sociologia e Educação.

Obteve o doutorado em Comunicação pela Universidade de São Paulo, no ano de 1984. Ainda na USP, tornou-se, em 1987, livre-docente em Comunicação. Entre 1987 e 1988 foi pesquisador sênior do Woodrow Wilson International Center for Scholars. Concluiu em 1988 o estudo e pesquisa em nível de pós-doutorado, como fellow, do Woodrow Wilson International Center for Scholars, em Washington.

É professor de jornalismo desde 1977. Percorreu diversas universidades brasileiras e estrangeiras como professor e orientador. Entre elas, no Brasil, lecionou na Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo, e entre as principais instituições de ensino no exterior, foi professor visitante na Michigan State University, na Georgetown University (Washington DC) e na Universidade do Texas.

Foi instrutor do World Learning no programa para jornalistas de Angola, parte de um projeto de fortalecimento da sociedade civil angolana em 1997. Desde 2009 é presidente do Conselho Acadêmico do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais da Unesp e professor do curso de pós-graduação em jornalismo da ESPM, desde 2011.

Tornou-se membro de vários organismos, comitês e instituições de ensino nacionais e internacionais que evoluíram a partir de 1997 quando passou a integrar o Grupo de Análise de Conjuntura Internacional da Universidade de São Paulo (Gacint), como corresponsável pela área de estudos sobre Estados Unidos. Participou da primeira reunião de cúpula dos países do subcontinente, realizada pelo Itamaraty em 2000, em Brasília.

Em várias dessas instituições continua a participar de reuniões periódicas. De 2004 a 2008 foi membro do grupo de estudos sobre mídia e sociedade do Instituto Fernando Henrique Cardoso (entre 2004 e 2006, foi coordenador do grupo).

Começou sua carreira de jornalista como repórter no Diário de S.Paulo em 1971. Ficou no Diário até 1977, ali atuando, entre outros cargos, como repórter, editor-adjunto de Educação, correspondente nos EUA e editor de Opinião. Após este período e até 1984, trabalhou na revista Raízes como redator-chefe.  O magazine foi pioneiro no Brasil em assuntos ambientais. No mesmo cargo passou pelo Boletim Intercom e pela revista mensal Crítica da Informação.

Ainda em 1984, assumiu como secretário de Redação da Folha de S.Paulo, encarregado do processo de produção diária de notícias, até 1987, quando se tornou correspondente do jornal nos EUA, baseado em Washington, ali permanecendo até 1988.

No retorno ao Brasil em 1988 passou a diretor-adjunto de Redação da Folha, cargo em que permaneceu por um ano, e que deixou em 1989 para ser o diretor de Planejamento e Recursos Humanos do grupo, até 1991.

Em 1991, Carlos Eduardo voltou a Washington, para uma segunda fase, agora no cargo de correspondente sênior. Neste período também foi correspondente do serviço brasileiro da BBC. Deixou os Estados Unidos em 1998.

Após novo retorno ao Brasil e ainda pela Folha, em 1999 trocou São Paulo por Brasília e tornou-se repórter especial da sucursal. Deixou a Redação do jornal em 2000, para integrar a equipe que fundou o Valor Econômico, ocupando o cargo de diretor adjunto de Redação e também como um dos representantes do Grupo Folha no estafe da nova empresa, tendo em vista que ela era fruto de uma sociedade com as Organizações Globo. Ali permaneceu até 2004. Outras funções que ocupou a partir de sua saída da Folha de S.Paulo foram as de membro do Conselho Editorial da revista trimestral Comunicação&Sociedade, especializada em ciências da comunicação e publicada pela Umesp (Universidade Metodista de São Paulo); e a de conselheiro editorial da Revista de Política Externa, em 2001; e da Revista de Administração da Universidade de São Paulo (RA USP), em 2004.

Entre 2004 e 2008 foi diretor de Relações Institucionais da Patri Políticas Públicas, de lá saindo para atuar por uma temporada como âncora do programa Roda Viva da TV Cultura de São Paulo, um dos mais prestigiados do País.

Retornou à Redação da Folha para assumir o cargo de ombudsman, no qual permaneceu de 2008 a 2010. Entre 2010 e 2011 foi diretor do Centro Educacional Educare.

Em 2013 dedica-se a diversas atividades, entre elas de editor da revista Política Externa (desde 2009); presidente do Projor (desde 2011); consultor de comunicação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); editor da Revista de Jornalismo da ESPM (edição brasileira da Columbia Journalism Review; desde 2012).

Publicou 16 livros como autor ou organizador ou as duas coisas, além de tradutor. Entre os dois últimos lançados estão o Correspondente Internacional pela Contexto em 2011 e em 2013 o título Julio Abramczyk, Médico e Repórter: Meio Século de Jornalismo Científico, lançado pela Publifolha. Assinou ainda ensaios publicados em português, inglês e espanhol. Os títulos assinados por Carlos Eduardo estão na Linha do Tempo.

Frequentemente é convidado a proferir palestras em instituições como: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Instituto Rio Branco, Americas Society (EUA), Council of Americas (EUA), Johns Hopkins University (EUA), The Freedom Forum (EUA), Global Public Affairs (EUA), American Society of Newspapers (EUA), Centro de Estudos Internacionais da Universidade de Oxford (Reino Unido), Fundação Friedrich Ebert (Alemanha), Fundação Konrad Adenauer (Alemanha).

Até 2013 Carlos Eduardo já havia percorrido 34 países em incríveis 119 viagens profissionais e acadêmicas, que tiveram início em 1978 por Nigéria, Senegal, Espanha e Portugal. Entre elas se destacam pela frequência as 47 viagens para os Estados Unidos, dez ao Reino Unido, nove para França e oito para a Argentina.

Recebeu em 1991 o prêmio Maria Moors Cabot, concedido pela Columbia University, por contribuição à melhoria do relacionamento entre as instituições acadêmicas e jornalísticas americanas e brasileiras.

A trajetória profissional e acadêmica de Carlos Eduardo e obras estão disponíveis para consulta na Galeria desse perfil.

 
 
 
Atualizado em setembro/2013 - Portal dos Jornalistas
Perfil nº 5000.
 
Fonte:
 
 
 
 

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