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Carolina Vigna-Marú

Carolina Vigna-Marú

Ilustradora e designer, atua na área editorial desde a adolescência. Domina várias técnicas diferentes, desde lápis até vetores, passando por tintas diversas

Carolina Vigna-Marú nasceu no Rio de Janeiro (RJ). Deixou o curso de Biologia no último período. Cursa Artes Visuais no Centro Universitário Belas Artes. Fez o curso História da Arte, com o professor Renato Brolezzi, no Museu de Arte Moderna (Masp). Em 2010, estudou pintura realista com Hildebrando de Castro, na Galeria b_arco. Além disso, fez vários outros cursos: Ilustrando textos: Uma introdução à análise literária e à interpretação gráfica, no Centro Cultural São Paulo; Indústria do Livro (MBA), na Escola Superior de Propaganda & Marketing (ESPM); Prática do Texto, na Casa de Rui Barbosa, Direção de Arte, no Instituto Audiovisual Darcy Ribeiro; Fotografia, na mesma instituição, e Computação Gráfica, no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa/RJ).
 
É filha dos jornalistas Elvira Vigna e Eduardo Prado. Aprendeu os primeiros fundamentos da comunicação visual ainda criança, ensinados pela madrasta, que era comunicadora visual. No início da adolescência, começou a frequentar os escritórios da extinta Terceira Margem Editora, de seu pai, onde aprendeu a fazer past-up, raspar fotolito, a colar letraset etc.
 
Aos 12 anos, em 1983, publicou a primeira crônica, sobre a morte, nos Cadernos de Psicanálise, da Sociedade Brasileira de Psicanálise. Foi assistente de edição do livro A Sedução (Terceira Margem, 1989), com textos de Oscar Niemeyer (1907-2012), Leonardo Boff, Domingos de Oliveira e Maria Lucia Dahl, entre outros. Tornou-se assistente de edição e membro do conselho editorial da Terceira Margem em janeiro de 1983, ocupando os cargos até dezembro de 1991. A primeira ilustração que considera profissional foi para o livro Vicente (Tamas, 1990), de José Mário Tamas.
 
Tornou-se funcionária da IBM, trabalhando com multimídia de 1992 a 1994. Descontente com o que fazia, decidiu encarar o trabalho de forma autônoma e virou freelancer e empresária. Foi produtora-executiva e apresentadora do programa Cyber Café, da Vinde TV (RJ), em 1998. Fez, também, as animações e modelagens em 3D da vinheta de abertura e de encerramento do programa, na época em 3D Studio DOS.
 
Produziu e editou as cinco primeiras edições da revista Next Brasil, de Domenico De Masi, entre 2003 e 2006. É assistente editorial da revista eletrônica Aguarrás, periódico bimestral online científico sobre artes, que ajudou a criar em maio de 2006 e do qual foi editora até agosto de 2011.
 
Faz parte da equipe que produz o FalaFreela!, podcast semanal criado em 2008 para responder a dúvidas de freelancers, com temas como o uso de programas piratas e como tornar rápidas as reuniões. Também atua como apresentadora e comentarista nos programas.
 
Desde o final de 2009, colabora com o jornal literário Rascunho (PR). De dezembro de 2010 a setembro de 2011, ilustrou para o portal Vida Breve as crônicas de Eliane Brum, sempre às terças-feiras. É ilustradora da revista Wide (SP) desde setembro de 2010, onde já mantinha uma coluna sobre arte, ilustração e design.
 
Publica, desde março de 2008, artigos e comentários no site Carreira Solo, sobre pessoas que trabalham em casa, em uma empresa ou aonde elas estiverem. É editora da Cai Cai Balão, desde dezembro de 2010. Além disso, mantém o blog Carolina Vigna-Marú, alocado no portal tumblr., desde outubro de 2010, e um site/portfólio, com blog interno.
 
Escreveu e ilustrou os livros infanto-juvenis Godô Dança (Manole, 2009, selecionado pelo Programa Nacional do Livro Didático 2013 Obras Complementares do Ministério da Educação e Cultura) e Isabel (Cortez, 2011, selecionado para o programa Livros na Sala de Aula do Governo do Estado de São Paulo), sobre a princesa herdeira de dom Pedro II. Publicou um conto no livro Intimidade (Terceira Margem, 1989), ao lado de Braulio Pedroso (1931-1990), Arnaldo Jabor e Alberto Goldin. É filiada à Associação de Escritores de Literatura Infanto-Juvenil (Aeilij).
 
Fez a direção de Arte do DVD-Rom e dos impressos de Missão de Pesquisas Folclóricas – Cadernetas de Campo (Centro Cultural São Paulo/Prefeitura de São Paulo, 2011). O trabalho, coordenado por Vera Lucia Cardim Cerqueira, traz o registro da pesquisa orientada por Mário de Andrade (1893-1945), na década de 1930, sobre o folclore brasileiro nas regiões Norte e Nordeste do País, e fazem parte integrante do Acervo Histórico da Discoteca Oneyda Alvarenga.
 
Trabalha com artes gráficas de uma forma geral. É ilustradora – inclusive científica, aproveitando seu conhecimento de biologia –, designer e apaixonada por qualquer tipo de ilustração, em qualquer mídia.
 
Encontra tempo para jogar capoeira e estudar alemão.
 
 
Atualizado em dezembro de 2012
Fontes:

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