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Cecilia Prada

Cecilia Prada

Especializada em Cultura, é escritora e dramaturga. Já traduziu mais de 30 livros e fez carreira de diplomata. Foi a primeira mulher a ganhar sozinha e em âmbito nacional, o Prêmio Esso de Reportagem

Cecilia Maria do Amaral Prada assina Cecília Prada e nasceu em São Paulo (SP), no dia 23 de novembro de 1929. Dentre suas diversas formações estão Letras Neo-Latinas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero, ambas em 1951; o curso preparatório à carreira diplomática pelo Instituto Rio Branco, Ministério das Relações Exteriores (MRE/RJ). Fez o curso de Dramaturgia, Direção e Crítica pela The New School for Social Research em parceria com o The Gene Frankel Theater Workshop, em Nova York (EUA), e, por último, mestrado em Literatura Hispano-Americana pela Universidade de São Paulo (USP) em 1983. Fluente em seis línguas, já traduziu mais de 30 livros em inglês, espanhol, francês, italiano e até latim.

Foi diretora da União Brasileira dos Escritores e exerceu a carreira diplomática no cargo de Cônsul, grau terceiro secretário, até novembro de 1958.

No Jornalismo, começou a carreira ainda com 18 anos, assinando artigos literários e fazendo reportagens para A Gazeta (SP). Em 1956 deixou a profissão de professora de português para seguir a carreira diplomática. Após um longo período a serviço do Itamaraty, em 1972 trabalhou em pesquisas para o jornal O Globo (RJ). Em seguida, atuou como editora de cultura em O Estado de S.Paulo (SP). Ficou lá por um ano.

Em 1976, foi para a revista Visão (SP) como repórter e subeditora de Cultura da publicação. No ano seguinte passou a crítica de Teatro na revista IstoÉ (SP), quando também era membro da Associação Paulista de Críticos de Arte (Apca). Ficou por dois anos na TV Cultura (SP), a convite do professor Antônio Soares Amora, para redigir toda a parte literária do Telecurso de Segundo Grau.

Em 1984 assumiu, no Instituto Universitário Bérgamo (Itália), o cargo de leitora de Literatura e Cultura Brasileira, por ação do Ministério das Relações Exteriores, que na época fazia a divulgação dos grandes escritores brasileiros. Após o retorno ao Brasil, entrou como editora do noticiário internacional da TV Gazeta (SP).

Recebeu diversos prêmios literários: Prêmio Revelação de Autor, em 1978; Menção Honrosa do Prêmio José do Rego de Ficção 1965; Menção Honrosa do Prêmio Governador do Estado de São Paulo 1962; e o Prêmio do 1º Concurso de Contos de A Gazeta, em 1949.

No Jornalismo, foi Prêmio Esso de Reportagem 1980, com a matéria de denúncia Clínica de Repouso Congonhas, publicada pela Folha de S.Paulo, em 1979. Foi a única mulher a ter recebido, sozinha e em âmbito nacional, este prêmio, desde a sua criação, em 1959. Manteve-se nessa posição até o ano de 2001. Até 2012, apenas duas mulheres foram premiadas nessa categoria.

Publicou diversos livros, entre eles: Ponto Morto (Edigraf, 1955); O Caos na Sala de Jantar (Moderna, 1978); A Pena e o Espartilho (Atlanta, 2007); O País dos Homens de Gelo (Atlanta, 2007); Estudos de Interiores para uma Arquitetura da Solidão (DBA, 2004); Faróis Estrábicos na Noite (Bertrand, 2009) e Entre o Itinerário e o Desejo (Socortecci, 2012). Para 2013, está previsto o lançamento do livro Profissionais da Solidão, de estudos literários, que está sendo produzido pela Editora Senac.

No período de 1995 a 2012, cerca de 150 artigos assinados por Cecília foram publicados em revistas dos Estados Unidos, Portugal e países escandinavos. Um dos artigos, Primórdios da imprensa no Brasil, foi pauta para entrevista concedida à rede ABC News de Sidney (Austrália), em 2005.

Desde 1997, colabora regularmente com matérias assinadas sobre assuntos culturais, principalmente Literatura Brasileira e História para a revista Problemas Brasileiros, da Federação do Comércio (Fcesp- Sesc/SP).


Atualizado em setembro/2012 - Portal dos Jornalistas
Fonte:
Informações fornecidas pela jornalista

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