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Célia Pardi

Célia Pardi

Jornalista por acaso e por vocação, vem falando com e sobre mulheres há um bocado de tempo. Atualmente assina colunas nas revistas Moda Moldes e Uma e edita o site Viver Melhor, do portal Terra

Célia Pardi nasceu no dia 1º de fevereiro de 1950, em São Paulo (SP). Fez os cursos de Jornalismo da Folio Magazine Publishing, em 1995, e da The International Film&Television Workshops, de Rockport (Maine, EUA), em 1997.

Começou na carreira como modelo, em 1968, fazendo fotos de moda e beleza para as principais revistas do segmento no País. Em 1972, tornou-se assistente freelancer de produção fotográfica para as revistas Contigo, Ilusão, Capricho e Carícia, da Editora Abril (SP). Trabalhando diretamente com a editora de Moda, participava das reuniões de pauta, visitava as confecções e escolhia as peças para seleção.

Foi contratada pela Abril, em 1975, para ser coordenadora de moda, responsabilizando-se por todo o processo de edição das matérias. Em 1977, passou a responder pela editoria de Moda e Beleza da Capricho.

Foi morar na Bahia em 1978. A convite da Rede Globo, fez estágio como editora do jornal local das 19h00, além de um curso de dicção e apresentação. Terminou o ano como editora do noticioso.

Voltou a São Paulo, em 1979, trabalhando inicialmente como assessora de imprensa da área de marketing da Rodhia Têxtil e depois como editora de Serviço da Capricho. Tornou-se diretora de redação da revista em 1982, com a missão de transformá-la de uma publicação popular na maior revista para adolescentes das classes A e B no País. Concomitantemente, participou do programa diário do radialista Humberto Marçal, na Bandeirantes AM, durante dois anos, respondendo às perguntas sobre beleza e moda das ouvintes.

O sucesso da transformação da Capricho a levou, em 1988, a ocupar o cargo de diretora de redação da revista Claudia, então a maior revista feminina do País, cargo que ocupou até 2002. Comandou a reformulação editorial da revista de 1993, quando sua circulação cresceu 122%. Criou, em 1996, o Prêmio Claudia, destinado a homenagear e trazer ao conhecimento público o trabalho de mulheres que, de alguma maneira, transformam a realidade brasileira.

Em 2001, junto com uma equipe da TV Bandeirantes (SP), desenvolveu o quadro Claudia no programa da apresentadora Olga Bongiovanni. Participou semanalmente do programa, ao vivo, discutindo temas de interesse feminino.

Saiu da Editora Abril em 2003 para abrir empresa própria, a CP Produções de Textos, com trabalhos na área editorial e publicitária sempre ligados a assuntos femininos. Lançou, também, o seu blog pessoal – hoje descontinuado –, no portal UOL. No ano seguinte, passou a ser colunista da Agência Estado (SP) e foi convidada por Paulo Henrique Amorim para dirigir o programa Tudo a Ver, na TV Record, e para montar os quadros de moda de Ana Hickmann e de cozinha de Edu Guedes na mesma emissora. Ficou cinco meses com a equipe. Participou, também, no período, semanalmente, de outros programas de rádio e televisão.

Como editora de redação, participou, por quatro meses, em 2005, do programa Fora do Ar, do SBT (SP), apresentado por Hebe Camargo, Adriane Galisteu, Jorge Kajuru e Cacá Rosset. Para a rádio Difusora de Jundiaí (SP), escreveu e fez locução, durante seis meses, de pequenos boletins sobre assuntos femininos. Começou a escrever a coluna Anotações de Moda para a revista Uma (SP), da Editora Símbolo, atividade que levaria até 2008.

Em 2009, criou a coluna sobre moda que assina na revista Moda Moldes (SP), da Editora OnLine. Tornou-se responsável, em 2010, por todo o conteúdo do site Viver Melhor, do portal Terra. E, em 2011, iniciou a publicação da coluna de comportamento da revista Uma (SP), da editora OnLine.

Participou da coautoria de três livros: Imprensa ao Vivo (Rocco, 1989), Jornalismo É... (Xerox/ABA/ABI,1997) e Consumo, Identidade e Prazer (ISER/MMA/FBMC, 2003). Venceu o Prêmio Abril de Jornalismo 1987, na categoria Matéria de Moda. Com a equipe de Claudia, dividiu os prêmios Caboré 1995, de Melhor Veículo de Comunicação/Mídia Impressa, o da Revista Propaganda 1994, de Melhor Veículo de Comunicação, e o Aids Controland Prevention Project of Family Health International (Aidscap), pela contribuição para a prevenção da sindrome no Brasil.


Atualizado em outubro/2011

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