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Celso Kinjô

Celso Kinjô

Ex-diretor de jornalismo da TV Cultura, já passou pelos principais veículos de comunicação no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1967, ganhou o Prêmio Esso de jornalismo em equipe com a matéria “As tragédias de Caraguatatuba” publicada pelo Jornal da Tarde

Celso Iwao Kinjô nasceu em 23 de março de 1945, em São Paulo, SP. Em 1968, fez o 2º ano do curso de Ciências Sociais da USP, e em 1977, o 3º ano de Sociologia e Política na Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
 
Começou no Jornalismo em 1964 como estagiário no jornal Última Hora, em São Paulo, SP, no dia 1º de março daquele ano; um mês depois, o jornal foi fechado com o golpe, voltando a circular duas semanas depois e reerguendo-se aos poucos. 
 
Em 1966, foi para o Jornal da Tarde, na equipe fundadora do lançamento do jornal. Em agosto de 1967, retornou ao Última Hora, já em posse da empresa Folha da Manhã. 
 
Em março de 1968, passou a colaborador fixo da revista Realidade. De agosto de 1968 a maio de 1969, ficou inativo por causa de um acidente automobilístico. Em julho de 1969, passou a colaborador fixo da sucursal paulista da Bloch Editores, pela qual foi contratado como repórter em janeiro de 1970. Assumiu a Chefia de Reportagem da sucursal em outubro de 1971. 
 
Em agosto de 1972, passou a chefe de Reportagem da revista Manchete, no Rio de Janeiro, RJ, ali permanecendo até julho de 1974. Dois anos depois voltou a São Paulo, integrando um escritório de assessoria, chamado Bravice, prestando consultoria de imprensa à Jetro (Japan External Trade Organization, órgão do governo japonês para comércio exterior). 
 
Assumiu a Chefia de Redação da revista Pop, da Editora Abril, em 1975 e o mesmo cargo na revista Mais, da Editora Três, em 1977. No mesmo ano transferiu-se para a revista Placar, da Editora Abril, onde permaneceu por quase sete anos, quando ingressou na revista Quatro Rodas, em 1984, ainda no mesmo cargo. 
 
Começou a construir sua trajetória em televisão ao assumir, inicialmente, a Chefia de Reportagem da tevê Globo/SP. Em maio de 1985 era chefe de Redação e em janeiro de 1987, foi promovido a editor Regional de Jornalismo. 
 
Retornou ao jornalismo impresso em abril de 1989, como editor-chefe do Jornal da Tarde. 
 
Foi diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, na gestão Emir Nogueira, de 1981/84. De 1977 a 1984, foi editor-chefe de Placar, mesmo cargo que ocupou em Quatro Rodas em 1985, quando foi para a TV Globo, onde ficaria até 1989, como Editor Regional em São Paulo. Retornou ao JT, então como editor-chefe, lá permanecendo até 2007. 
 
É membro voluntário do Comitê do Centenário da Imigração Japonesa, que coordena as comemorações do ano. 
 
Em 2008 foi membro voluntário do Comitê do Centenário da Imigração Japonesa, que coordenaram as comemorações dos 100 anos da chegada dos primeiros japoneses ao Brasil. 
 
Em nova passagem pela televisão assumiu a direção de jornalismo da TV Cultura, em agosto de 2010, cargo em que permaneceu até julho de 2013. 
 
Em 1967, ganhou, com a equipe do Jornal da Tarde, o Prêmio Esso com a matéria “As tragédias de Caraguatatuba”. 
 
É irmão do jornalista Humberto Kinjô, exilado político no período da ditadura brasileira e que em muitos anos do exílio viveu no Chile e na Colômbia. 
 
 
Atualizado em Setembro/2012 – Portal dos Jornalistas 
 
Fontes: 
 
Jornalistas&Cia - Ed. 908
 
Extraído do livro Jornalistas Brasileiros - Quem é Quem no Jornalismo de Economia (Mega Brasil/Call Comunicações, 2005).

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