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Chico Santa Rita

Chico Santa Rita

Atuou com destaque nos jornais A Tribuna e Jornal da Tarde, na Editora Abril e na Rede Globo. Participou do lançamento de várias revistas e programas de televisão

Francisco José de Santa Rita Behr nasceu em 16 de setembro de 1939, em Palmas (PR).
 
Era funcionário do Banco do Brasil, na cidade de Santos (SP), em 1963, quando ganhou um concurso de peças teatrais organizado pela Prefeitura da Cidade de São Paulo (SP). Entrevistado pelo feito por A Tribuna (SP), acabou sendo convidado pelo diretor de Redação do jornal a trabalhar na publicação. Topou e ficou seis meses trabalhando como redator e editor de Política.
 
Seis meses depois, transferiu-se para o Jornal da Tarde (SP), na capital, onde trabalhou como editor de Variedades. Em 1968, foi para a revista Realidade, da Editora Abril, como editor de textos. Entre indas e vindas, ficou por lá dez anos, trabalhando em várias revistas e, no final, dirigindo o Departamento de Criação e Produção e fazendo a coordenação geral de Propaganda do grupo editorial. Paralelamente, desenvolveu vários trabalhos, entre eles o de editor do programa Bom Dia São Paulo, na TV Globo (SP), convidado por Luiz Fernando Mercadante (1936-2012), onde ficou pouco tempo.
 
Voltaria, entretanto, a trabalhar na Globo em 1981, desta vez para a rede nacional. Depois de estágios na CNN, em Atlanta (EUA), e na ABC, em Nova York (EUA), assumiu o cargo de editor-chefe do Jornal Hoje, que deixava de ser um programa voltado ao universo feminino e tornava-se um telejornal destinado a todos os públicos, embora com mais espaço para matérias de Comportamento, Artes e Espetáculos. Novos quadros foram criados, bem como o programa ganhou um novo cenário e uma nova abertura. O formato acabou sendo duramente testado durante as festividades do dia 1° de Maio, quando uma bomba explodiu no estacionamento do Riocentro, matando um sargento e ferindo um capitão do exército ligados ao Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Leila Cordeiro, que cobria o show que acontecia no centro de convenções para o Jornal Hoje, foi a primeira a noticiar o atentado, com flashes ao vivo.
 
Na Rede Globo, Chico Santa Rita ainda atuaria brevemente como editor do Jornal da Globo, antes de passar a editar o Sem Censura, em março de 1982. O novo programa – que substituia o Globo Revista – tinha uma hora de duração e era apresentado ao vivo, aprofundando o tema jornalístico por meio de entrevistas e reportagens. Era a época das primeiras eleições livres para os governos estaduais brasileiros desde o final dos anos 1960 e o  Sem Censura retomou a prática dos debates envolvendo candidatos.
 
Com o sucesso do programa, tornou-se um chefe informal de coberturas especiais, trabalhando para todos os jornais da emissora. Participou, assim, da cobertura da primeira visita do papa João Paulo 2° (1920-2005) ao Brasil, a do assassinato do presidente do Egito Anwar Al Sadat (1918-1981), a dos exames que precederam a cirurgia cardíaca do então presidente militar João Baptista de Oliveira Figueiredo (1918-1999) nos Estados Unidos e a da Copa do Mundo de Futebol da Espanha 1982, de má recordação para os torcedores brasileiros.
 
Não foi por isso, porém, que deixou a emissora no final daquele ano, voltando a trabalhar para a Editora Abril, que criava a Abril Vídeo, uma produtora de programas independentes. Dois anos depois, abriu a TVT Produções, sua própria produtora de vídeos e programas de televisão. Passou, também, a dedicar-se mais a alguns projetos comerciais e a atuar mais como consultor de marketing político e estratégia eleitoral, algo que já fazia desde 1976. Fundou e dirige a Chico Santa Rita & Associados – Estratégia e Marketing, sediada em São Paulo.
 
Na mídia digital, apresentou o programa semanal Bastidores do Poder na AllTV, no primeiro semestre de 2010 e lançou o site com seu nome, que, entretanto, ainda permanece "em construção".
 
Lançou-se, também, no mercado editorial, publicando os livros Batalhas Eleitorais – 25 Anos de Marketing Político (Geração, 2001) e Novas Batalhas Eleitorais – O Que o Público Não Vê nas Campanhas Políticas (Ediouro, 2008).
 
 
Atualizado em março de 2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
 

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