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Claudia Safatle

Claudia Safatle

Diretora-adjunta de redação, colunista e diretora da sucursal de Brasília do Valor Econômico, acompanha a política econômica desde 1976. Passou também pelas redações da Gazeta Mercantil, Folha de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi assessora de Imprensa do Banco Central. Conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo 2012 e um lugar entre Os + Admirados Jornalistas Brasileiros 2015 e Os +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2016.

Claudia Safatle nasceu na cidade de Catalão (GO), em 20 de maio de 1956. Em 1973, foi fazer cursinho em Brasília (DF) e, depois, estudou Jornalismo na Universidade de Brasília (UnB).
 
Enquanto era estudante, em 1976, começou a trabalhar como estagiária na sucursal da Gazeta Mercantil (SP). Obteve destaque com a declaração que conseguiu extrair de Mário Henrique Simonsen (1935-1997), ex-ministro da Fazenda, de que era dele a autoria de um documento do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE), no governo Geisel, apontando manipulação dos índices de inflação no início dos anos 1970, pelo ministro anterior, Delfim Netto. A Gazeta Mercantil tinha o texto do documento, que era apócrifo. O reconhecimento de Simonsen foi obtido por ela depois de três dias em que o perseguiu em todos os lugares por onde passou perguntando-lhe: "Ministro, esse documento é de sua autoria?" À legitimidade da história seguiu-se uma ampla mobilização dos sindicatos dos metalúrgicos do ABC paulista, época em que Luiz Inácio Lula da Silva estava à frente do Sindicato de São Bernardo do Campo (SP).
 
Ficou no jornal até 1982. Depois, exerceu a função de repórter especial para a Folha de S.Paulo (SP), sempre na área de Economia. Voltou para a Gazeta Mercantil, onde foi editora e chefe de redação até 1995. 
 
Deixou a GM para dirigir a sucursal do Jornal do Brasil (RJ) em Brasília. Convidada por Armínio Fraga, recém-chegado ao comando do Banco Central, em março de 1999, assumiu a Assessoria de Imprensa da instituição. Atravessou uma fase tumultuada, que envolveu CPI dos bancos e investigações sobre os casos Marka, FonteCindam e Cacciola.
 
Aceitou proposta do diretor de redação do então embrionário jornal Valor Econômico Celso Pinto e montou a sucursal de Brasília do novo veículo, que começou a circular em maio do ano 2000. Desde então, é diretora adjunta de redação, colunista e diretora da sucursal.
 
Conquistou o Prêmio Esso de Jornalismo 2012, na categoria Informação Econômica, junto com Ribamar Oliveira, com a série de matérias O dia em que o Brasil quebrou, publicada no caderno Eu&Fim de Semana de 10 de agosto daquele ano. Lançou o livro Anatomia de Um Desastre (Portfolio Penguin, 2016), escrito com Ribamar Oliveira e João Borges.
 
Ocupa lugar entre os Top 100 dos +Admirados Jornalistas Brasileiros 2015 e entre os Top 50 dos +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças 2016, segundo apuração do J&Cia em parceria com a Maxpress.
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fontes:
Livro Jornalistas Brasileiros: Quem é Quem no Jornalismo de Economia (Mega Brasil/Call Comunicações)

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