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Cláudio Tognolli

Cláudio Tognolli

Jornalista investigativo, escritor, biógrafo, professor universitário e músico com passagens por Veja, Folha, Estadão, CBN, Jovem Pan AM e Eldorado AM. É professor de jornalismo da ECA-USP e da UniFiam-Faam, ambas em São Paulo, fundador da Abraji, membro do Icij e ganhador do Prêmio Esso de 2003, entre outros

De origem ítalo-brasileira, Cláudio Júlio Tognolli nasceu em São Paulo (SP) no dia 23 de agosto de 1963. É formado em Jornalismo desde 1985, com mestrado em Ciências da Comunicação, em 1991, e doutorado na mesma disciplina, em 2002, todos concluídos na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP/SP).
 
Iniciou a carreira em 1985 como pesquisador no Departamento de Documentação (Dedoc) da Editora Abril para a revista Veja em São Paulo (SP), onde permaneceu por cerca de dois anos. Em 1987, passou a trabalhar como repórter de Política, entre outros assuntos, da mesma publicação. No ano seguinte, foi para a Empresa Folha da Manhã (SP) trabalhar como repórter de Polícia na Folha da Tarde (SP), cargo que exerceu até 1990. Na sequência, já na Folha de S.Paulo, foi para Miami, nos EUA, como correspondente, onde permaneceu até 1991. De volta a São Paulo, atuou como repórter especial nas áreas de Cotidiano, Variedades, Internacional, entre outras editorias, até 1995.
 
Nesse mesmo ano, acumulou a função de repórter especial, nas mesmas áreas, na rádio paulistana CBN/Globo AM, onde imprimiu a marca de seu trabalho no segmento de Radiojornalismo Investigativo, em acúmulo com a mesma função nos jornais Estadão e JT, ambos veículos do grupo Estado, na capital paulista.
 
Desde 1997 é professor de Jornalismo do curso de graduação no Centro Universitário UniFiam-Faam, de São Paulo.
 
De 1999 a 2006, foi repórter especial de Cotidiano, Cultura, Variedades, entre outros temas, na rádio paulistana Jovem Pan AM, onde também realizou o trabalho de Radiojornalismo Investigativo. Nessa época passou a ser o representante brasileiro no International Consortium of Investigative Journalists (Icij), órgão sediado nos EUA, que promove discussões sobre assuntos a serem investigados em todo o mundo.
 
Durante a década de 2000, foi repórter especial da revista Consultor Jurídico (SP), especializada em notícias ligadas a temas jurídicos. Também assinou uma coluna na revista Caros Amigos, sobre temas variados em sociedade.
 
Desde 2002 atua como editor especial das publicações na Universidade de São Paulo, como a revista Babel, que comanda desde 2008. Em 2003, passou a professor de Jornalismo do curso de graduação na ECA-USP e pesquisador da Cátedra Unesco. No ano seguinte, acumulou também as aulas no curso de pós-graduação na mesma instituição.
 
Ainda, em 2002, foi o diretor fundador da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), função que ainda exerce na entidade. Entre 2004 e 2006 atuou como colunista no portal AOL Brasil. Desde 2006 escreve sobre Cultura e Entretenimento para as revistas Joyce Pascowitch e Rolling Stone e, nesse mesmo ano, passou a escrever para a revista Galileu, da Editora Globo, sobre temas ligados à Ciência Moderna em geral.
 
De 2007 a 2008, teve uma coluna na revista Flash News, da Editora Escala, sobre o mundo do entretenimento em geral e uma passagem pela rádio paulistana Eldorado AM. Há cerca de quatro anos é colunista na área de Entretenimento da revista Sax (SP) e também escreve sobre Política, entre outros assuntos, para o site Brasil 247.
 
É autor de vários livros, entre eles: O Século do Crime (Boitempo, 1996), coescrito com o jornalista José Arbex Júnior; O Mundo Pós-Moderno (Scipione, 1996), também com Arbex; A Sociedade dos Chavões (Escrituras, 2001); Falácia Genética: A ideologia do DNA na Imprensa (Escrituras, 2003); Mídia, Máfias e Rock in Roll (Do Bispo, 2007); Balenciaga Torres e os Corações Pelludos (Do Bispo, 2010) – que é o primeiro romance brasileiro de free-download, incluindo músicas e fotos –; 50 Anos a Mil (Nova Fronteira/Ediouro, 2010), a biografia do cantor e publisher Lobão, em parceria com o próprio músico e compositor, que chegou a 150 mil cópias vendidas; e a biografia do especialista de futebol e jornalista Milton Neves, Mil Contos de Milton (Nacional/Lázuli, 2012). Além disso, é co-roteirista do Projeto Máfia, pela produtora 02.
 
Recebeu o Grande Prêmio Folha de Jornalismo 1993, o Jabuti de Literatura 1997 – com José Arbex Júnior, pela Câmara Brasileira do Livro –, o Anual dos Direitos Humanos, concedido pelo Departamento de Estado dos EUA (1996), e o Esso de Jornalismo 2003, na categoria Contribuição à Imprensa.
 
Por meio das atividades jornalísticas e acadêmicas, participou de quatro eventos no exterior e 24 outros no Brasil. Coorientou uma dissertação de mestrado, 72 trabalhos de conclusão de curso nas áreas de Comunicação, Educação e Artes e interagiu com 43 colaboradores em co-autorias de trabalhos científicos.
 
Vale destacar que, por sua trajetória singular na imprensa nacional, Cláudio Tognolli é apontado como um dos grandes repórteres outsiders nacionais, pela visão crítica da atuação da chamada grande imprensa brasileira.
 

Em abril de 2014 Claudio Tognolli estreou como blogueiro no Yahoo Brasil, espaço em que aborda questões de cultura e sociedade. Cláudio é diretor-fundador da Abraji e desde janeiro de 2014 foi eleito diretor da Abraji também para a gestão liderada por José Roberto de Toledo que irá comandar a entidade no biênio 2014-2015.

 
 
Atualizado em abril/2014 - Portal dos Jornalistas.
Fontes:
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/claudio-tognolli/ 

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