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Cléber Machado

Cléber Machado

Construiu sua carreira na área esportiva, primeiro no rádio e, depois, na TV. Consolidou o seu trabalho na TV Globo, onde ingressou no final da década de 1980. Já transmitiu diferentes eventos esportivos internacionais. Por quatro vezes recebeu o Prêmio Ford-Aceesp. Na Copa do Mundo no Brasil em 2014 faz a sua quinta cobertura de copa.

Cléber Tadeu Machado nasceu em São Paulo (SP), em 29 de março de 1962. Formou-se em Jornalismo pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU/SP).
 
Seu pai, o jornalista Clodoaldo José Machado, foi diretor artístico da rádio Bandeirantes (SP). Por isso, desde criança, Cléber frequentava os estúdios de rádio. Em 1978, conseguiu um estágio na editoria de Esportes da rádio Tupi (SP). Nesse começo de carreira, também trabalhou no Departamento de Publicidade e, em seguida, na área de Programação da TV Bandeirantes. Um ano depois, foi contratado pela rádio Globo (SP). Em 1982, foi convidado por Edson Scatamachia para fazer o primeiro boletim esportivo. Pouco depois, já fazia as reportagens das partidas de futebol transmitidas por Osmar Santos e Antônio Edson, entre outros.
 
Em meados da década de 1980, trabalhou com Roberto Avalone na TV Gazeta (SP), onde ficou três anos. No final da década de 1980, foi convidado por Laerte Mangini, da TV Globo (SP), para fazer um teste. Conquistou vaga na afiliada de São José dos Campos (SP) e trabalhou no bloco local do Globo Esporte. Nos finais de semana, comandava também o bloco local do Esporte Espetacular na redação de São Paulo. No período, durante a Copa do Brasil, foi chamado pelo diretor de Esportes Ciro José para fazer a transmissão, de Brasília (DF) do jogo entre Tiradentes e Corinthians.
 
Na Copa do Mundo de Futebol da Itália 1990, já integrava a equipe de locutores da TV Globo, narrando algumas partidas nos estúdios da emissora no Rio de Janeiro (RJ). Retornou para São Paulo em 1991, passando a trabalhar na redação da emissora na capital paulista. Em 1992, foi convocado para transmitir o Pré-Olímpico de Basquete nos Estados Unidos, quando surgiu o primeiro Dream Team, dos jogadores Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird e Patrick Ewing, entre outros.
 
Foi apresentador do Globo Esporte de 1991 a 1996, quando passou a apresentar o bloco de Esporte nas duas edições do SPTV e no Jornal da Globo. Integrou a equipe da TV Globo que cobriu as Olimpíadas de Barcelona 1992. Narrou diversas modalidades da competição, inclusive a conquista da medalha de ouro por Rogério Sampaio no judô. Também participou da cobertura da Copa do Mundo dos Estados Unidos 1994, onde transmitiu a partida em que o jogador argentino Diego Maradona foi flagrado no exame antidopping.
 
Em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, acompanhou, entre outras modalidades, as partidas do vôlei de praia das duplas femininas do Brasil. Durante os jogos, fazia entradas no Jornal da Globo, dando os resultados obtidos pelos atletas brasileiros e as últimas notícias das competições. No início da década de 1990, passou a narrar as lutas de boxe nas madrugadas de sábado, inclusive as conquistas de Acelino Popó de Oliveira e a famosa luta entre os americanos Evander Hollyfield e Mike Tyson na disputa pelo título mundial dos pesos-pesados em 1997.
 
Participa da transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol e de várias outras competições disputadas pelos times paulistas. Também narra algumas provas das temporadas de Fórmula 1. No Mundial de Pilotos, deixou sua marca na narração do episódio em que Rubens Barrichelo teria atendido ao pedido da Ferrari e deixado o alemão Michael Schumacher vencer o Grande Prêmio da Áustria 2002: Hoje não! Hoje não! Hoje sim!?
 
Estreou como apresentador do programa Arena, do SporTV, em 2003. Das grandes coberturas realizadas pela Globo, integrou a equipe da Copas do Mundo de Futebol da França 1998, da Coréia e do Japão 2002, da Alemanha 2006 e da África do Sul 2010, dos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e dos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007.
 
Começou a transmitir os desfiles das escolas de samba de São Paulo a partir do Carnaval de 1999. Entre 2002 e 2009, acompanhou os desfiles das escolas do grupo especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Voltou, a partir de 2010, às transmissões da festa paulista. Sua presença é quase obrigatória nas transmissões das Corridas de São Silvestre, no último dia do ano.
 
Recebeu o Prêmio Comunique-se de melhor narrador esportivo em 2004, 2006 e 2008. Por quatro vezes, recebeu o Prêmio Ford-Aceesp, da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, que homenageia os profissionais e empresas de comunicação na área de Esportes: em 2000, 2007, 2010 e 2011.
 
Por ocasião da Copa do Mundo de Futebol da África do Sul 2010, colaborou como colunista para o caderno especial Bom Dia Copa, da Rede Bom Dia. Em 2012, estreou como ator, mas atuando dentro de sua especialidade: fez uma participação na novela Avenida Brasil, narrando jogos do Clube de Regatas do Flamengo, time do personagem Tufão, interpretado pelo ator Murilo Benício.
 
Após 26 anos como narrador na TV Globo, tem dificuldades para destacar apenas um jogo importante em sua carreira. “Eu gosto muito do que faço. Então, como narrador, todas são memoráveis”, diz o jornalista, que está em sua quinta Copa do Mundo pela emissora carioca.

Com passagem pelo rádio, pelos campos (como repórter) e até pela Sapucaí (como apresentador da transmissão do Carnaval), Machado não minimiza o prazer que sente ao ver a bola rolar.

Entre Libertadores, Mundiais, Ligas dos Campeões, Campeonatos Paulistas e Brasileiros, ele conta que primeira Copa em que trabalhou foi a de 1990. Não foi à Itália cobriu diretamente da estrutura montada na TV. “Lembro que pensei, comigo mesmo, “Poxa, estou narrando a Copa na Globo”!

A primeira em que esteve pessoalmente foi a dos Estados Unidos, em 1994, e segundo ele “inesquecível: a primeira vez em que entrei no estádio”. Depois vieram as Copas da Romênia e Argentina em 1990; o último jogo do Maradona em Copa, contra a Grécia, em 1994; a semifinal França e Croácia, em 1998; na de 2010, a eletrizante Uruguai e Gana. Entre as memoráveis estão algumas que Cléber não era jornalista ou comentarias, era telespectador: a de 1970, “evento que me fez gostar mesmo de futebol”. E a de 1982, “pela qualidade da Seleção Brasileira e até pela tristeza da derrota contra Itália”.

Narrar uma partida de futebol significa “contar uma história”. Cléber destaca os personagens e o cenário das histórias: os lances, as jogadas, os atletas, o telespectador, o som e a imagem, os países.

Na Copa do Brasil, em junho de 2014, Cléber entra em campo para a sua 5ª cobertura de copa.

 
 
 
 
 
 
Atualizado em junho/2014 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
Arquivo MPress/Engel Paschoal
Jornalistas&Cia Sp747 (junho/ 2010) e Sp773 (dezembro/2010)
Revista Imprensa - entrevista em 2014.

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