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Clemente Neto

Clemente Neto

Jornalista com larga experiência na produção de TV. Acumula passagens pelos jornais Diário de Notícias/RS e JB do Rio; pela revista Intervalo/RJ e a TV Globo/RJ onde se tornou um dos grandes produtores da emissora. Também atuou na TV Bandeirantes e na TV Cultura. É freelancer desde 2006.

Clemente Gonçalves de Oliveira Neto nasceu em 11 de março de 1943, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Começou a carreira profissional aos 17 anos como repórter do Diário de notícias da capital gaúcha onde, posteriormente, também trabalhou nos jornais A hora e na sucursal de Última hora.

Aos 19 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro/RJ onde conseguiu um emprego de repórter no Jornal do Brasil. Na época, trabalhou ao lado de profissionais como Jânio de Freitas e Reynaldo Jardim e viveu o período em que o jornal carioca passava pela reforma gráfica que lançou o suplemento Caderno B. No início dos anos 1960, juntamente com outros profissionais do JB, foi contratado pela Editora Abril que preparava o lançamento da Realidade. O projeto, no entanto, foi adiado, e a Abril resolveu investir em uma publicação voltada exclusivamente para a cobertura de televisão. Assim, em 1963, foi criada a revista Intervalo, por meio do qual passou a ter contato diretamente com as principais emissoras de televisão da época, entre as quais a TV Rio, comandada por Walter Clark. Os dois ficaram amigos, e, em 1964, o jornalista se tornou assessor do executivo; logo passou a assessorar o recém contratado José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para o cargo de diretor artístico da emissora.

Na época, atuou na produção de uma série de programas para tentar aumentar a audiência da TV Rio. Um desses programas foi o humorístico Praça Onze, com Chico Anysio, do qual teve as primeiras noções de produção em televisão. Em seguida, foi um dos responsáveis pela criação do boletim de divulgação da TV Rio, publicação que, anos depois, ajudaria a implantar na TV Globo.

No final de 1965, quando Walter Clark assumiu a direção executiva da recém inaugurada TV Globo, foi um dos três assessores levados por ele para a nova emissora; assim
fez parte da fase inicial da Globo e participou de momentos decisivos como a cobertura da enchente que devastou o Rio em janeiro de 1966, considerada um marco histórico no jornalismo da emissora.

Em 1967 trabalhou com o Boni no Telecentro da TV Tupi, e, no mesmo, retornou à emissora como assessor do Boni que acabava de ser contratado para o cargo de diretor de programação e de produção da TV Globo. Ainda em 1967, foi coordenador artístico em São Paulo, durante a fase de incorporação da TV Paulista, comprada pela TV Globo; naquele ano esteve à frente dos programas musicais e do humorístico São Paulo aflito, não aperta senão eu grito.

De volta ao Rio de Janeiro, atuou como coordenador de produção da primeira novela de Janete Clair na TV Globo, Véu de Noiva (1968); em pouco tempo passou a coordenar a produção de diversos programas, como um especial com o compositor Chico Buarque e a série Concertos para a Juventude.

Em 1970, como diretor de programação, foi designado para coordenar a implantação da TV Globo em Belo Horizonte, Minas Gerais. Com o êxito da operação, em 1972, viajou para acompanhar a implantação da TV Globo em outras localidades do país, como Recife e Brasília. Em meados de 1976, assumiu a direção nacional de programação da Rede Globo e foi quem centralizou o planejamento das grades de programação.

Deixou a Globo em setembro de 1980. Em 1982 teve uma breve passagem pela Rede Bandeirantes/RJ juntamente com o executivo Walter Clark, então nomeado superintendente de produção e programação da emissora; naquele mesmo ano voltou a trabalhar nas Organizações Globo como diretor executivo da Globotec, antiga produtora criada pela emissora para cuidar de experimentações de linguagem em vinhetas e aberturas, entre outras modalidades.

No final da década de 1980 trabalhou novamente na Bandeirantes/RJ e, em meados dos anos 1990, na TVE/RJ, onde criou o slogan “TVE Brasil, para quem espera um pouco mais da televisão”. Em seguida, teve uma atuação na Direct TV/RJ; entre 2001 e 2005, trabalhou na TV Cultura, onde foi o responsável pelo planejamento e da grade de programação infantil. Desde 2006 atua como freelancer.

 

 

 

 

Atualizado em maio/2012 - Portal dos Jornalistas.

Fontes:

http://www.facebook.com/people/Clemente-Neto/643627427?sk=info, acessado em maio/2012,

http://memoriaglobo.globo.com/Memoriaglobo/0,27723,GYP0-5271-262298,00.html, acessado em maio/2012.

 

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