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Clóvis Rossi

Clóvis Rossi

Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, jornalista com 50 anos de trajetória foi homenageado em 2015 no congresso da Abraji. Atuou como repórter, correspondente internacional e editor em três dos maiores veículos do País. Participou de coberturas jornalísticas em todos os continentes, entre elas o Golpe de Estado no Chile (1973) e a Revolução dos Cravos em Portugal (1974). Foi eleito em 2015 entre os ‘TOP 50’ dos +Admirados Jornalistas Brasileiros pelo trabalho desenvolvido na Folha de S.Paulo. A votação é realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

Clóvis Rossi nasceu em São Paulo (SP), em 25 de janeiro de 1943. É casado com Catarina Clotilde Ferraz Rossi e têm três filhos e três netos.
 
Ser diplomata foi o seu primeiro sonho, mas ele era muito jovem para prestar o vestibular do Instituto Rio Branco. Foi então que, para não ficar parado, entrou no curso de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, única na época a oferecê-lo em São Paulo. No ano seguinte, foi indicado para uma vaga na sucursal paulista do jornal Correio da Manhã (RJ). Gostou. Formou-se na Cásper em 1964.
 
No ano seguinte, teve breves passagens pela TV Excelsior (SP), pela revista Autoesporte (SP) e começou a trabalhar no jornal O Estado de S.Paulo, como redator da capa e da contracapa. Foi promovido no ano seguinte, passando a chefe de reportagem e editor de Assuntos Gerais. Em 1971, renunciou ao cargo e foi deslocado para a editoria de Esportes, como editor de Futebol. Dois anos depois, tornou-se assistente do editor-chefe do jornal e, ao mesmo tempo, começou o que acabaria sendo uma carreira paralela, a de enviado especial.
 
Na nova função, cobriu o golpe no Chile, naquele ano. De 1973 a 2011, produziu reportagens em todos os cinco continentes. Fez a cobertura da transição do autoritarismo para a democracia na Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru, Uruguai, Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Portugal, Espanha e África do Sul, além do Brasil.
 
Em 1976, foi designado editor-chefe do Estadão. Um corte pesado de pessoal, no ano seguinte, contudo, o fez entregar o cargo e, logo depois, a deixar o matutino.
 
Mudou-se para Brasília, indo trabalhar na sucursal do Jornal do Brasil (RJ). Em 1978, entretanto, voltou para São Paulo, para integrar a equipe de redação da revista IstoÉ (SP). Em 1980, fez parte da equipe que lançou o Jornal da República (SP), que faliu pouco tempo depois. Passou, então, para a Folha de S. Paulo (SP), como repórter especial.
 
De 1981 a 1983, foi correspondente do jornal em Buenos Aires, regressando para São Paulo em 1984. Foi designado, em 1987, para a vaga aberta pela morte de Cláudio Abramo, na coluna São Paulo, da página 2 da Folha. Em 1992, partiu para Madri, como correspondente do jornal na Espanha.
 
Foi indicado, em 2008 para o International Media Council, criado pelo Fórum Econômico Mundial – mais conhecido como Fórum de Davos –, para reunir os cem jornalistas considerados os mais influentes do mundo, global ou regionalmente.
 
No ano seguinte, iniciou a publicação da coluna Janela para o Mundo no portal Folha.com. Passou, também, a ser o primeiro colunista da Folha para Assuntos Internacionais, primeiro uma vez por semana e, depois, três vezes. Em 2011, deu início ao blog Algo mais que samba, para a edição eletrônica do jornal espanhol El País.
 
Escreveu diversos livros sobre jornalismo, entre eles Vale a pena ser jornalista? (Moderna, 1986), no qual aborda os prós e os contras da profissão, e Enviado Especial – 25 anos ao redor do mundo (Senac, 1999), uma coletânea de reportagens em países como Chile, Portugal e Israel.
 
Foi agraciado em 2001 com o Prêmio Maria Moors Cabot, da Faculdade de Jornalismo da Universidade de Columbia, Nova Iorque (EUA). No ano seguinte, recebeu o Prêmio Ayrton Senna, na categoria de jornalismo político.
 
Em 2004 foi homenageado com o Prêmio Nuevo Periodismo Cemex+FNPI, concedido em parceria pela multinacional de construção Cemex e pela Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI) – criada e dirigida pelo Nobel Gabriel García Márquez –, pela sua contribuição como jornalista no relacionamento entre o Brasil e os demais países ibero-americanos.
 
Venceu três vezes o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos: a primeira vez em 1980, por uma série de matérias sobre o cone Sul; a segunda em 1981, com a matéria “Mães de Mayo” burlam a polícia e fazem protesto (FSP, 27/3/1981), e a última em 1982, por um conjunto de matérias. Ganhou, também, quatro vezes o Prêmio Comunique-se: em 2004, 2006 e 2009 (na categoria Jornalista de Política, Mídia Impressa) e 2011 (Jornalista Nacional, Mídia Impressa).
 
Em homenagem ao Dia do Jornalista, em 7 de abril de 2013, Jornalistas&Cia solicitou a dois editores que preparassem textos especiais sobre a vida dos dez primeiros colocados no Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas de Todos os Tempos, divulgado no final de 2012. Paulo Vieira Lima e Pedro Venceslau cuidaram da tarefa buscando na trajetória desses premiados um lado mais pessoal da vida de cada um, perfil que integraliza o ser profissional. Entre eles está Clóvis Rossi . O texto especial está disponível na Galeria.
 
Em julho de 2015 Clóvis Rossi, 72, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha recebeu homenagem no congresso realizado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, Abraji. Na ocasião foi apresentado um minidocumentário de autoria de João e Maria.Doc e Abraji, com direção de Paula Sacchetta e Peu Robles, com depoimentos de colegas de Rossi.
 

Foi eleito em 2015 entre os ‘TOP 50’ dos +Admirados Jornalistas Brasileiros pelo trabalho desenvolvido na Folha de S.Paulo. A votação é realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.  

 

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia – Edição 1028

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/em-os-cem-mais-admirados-jornalistas-brasileiros%C2%A0-top-50-em

 

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