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Consuelo Dieguez

Consuelo Dieguez

Repórter especial da revista Piauí, passou pela reportagem política e econômica do Jornal do Brasil e de O Globo, além de Veja e Exame. Ganhou o Prêmio Esso 1996, na categoria Principal.

Consuelo Dieguez nasceu em Nova Friburgo (RJ) e formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

Iniciou a carreira em 1983, na sucursal do jornal O Globo, em Brasília (DF), onde fazia a reportagem econômica a partir da capital federal. Trabalhou por nove anos na cidade, onde passou também pelo Jornal do Brasil.

De volta ao Rio de Janeiro, foi chefe de redação da TV Globo (RJ). Passou também pela revista Veja, onde foi editora-adjunta na sucursal fluminense, e pela revista Exame, onde foi chefe da sucursal do Rio de Janeiro. Também trabalhou no Jornal do Brasil, como subeditora de Economia, e como editora-adjunta de Política em O Globo.

Desde 2006 é repórter de Política da revista Piauí, onde fez diversas matérias de impacto. Em uma delas, o então ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse a Consuelo que a ministra Ideli Salvatti era fraquinha e a ministra Gleise Hoffman nem conhecia Brasília.

Com Ticiana Azevedo, é autora de Cuidado! Seu príncipe pode ser uma Cinderela! (Best Seller, 2010), onde se enumeram casos de mulheres que viram seus maridos ou namorados se revelarem gays de uma hora para outra. Também é autora de Vultos da República, uma compilação dos perfis políticos da Piauí, junto com os jornalistas Daniela Pinheiro, João Moreira Salles e Luiz Maklouf Carvalho (Companhia das Letras, 2010).

Ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo 1996, na categoria Principal, pela matéria Guerrilha do Araguaia, junto com os jornalistas Aziz Filho, Amaury Ribeiro Júnior, Adriana Barsotti e Cid Benjamim. A matéria reconstituiu a história deste momento político brasileiro, no início da década de 1970, e serviu também para que o Estado assumisse a sua responsabilidade nos fatos, com o pagamento de indenizações às famílias.

Foi vencedora do Prêmio CNH/Fiat 2009, como Melhor Reportagem Econômica, e, por votação interna, ganhou o prêmio Mulher Imprensa de 2011, como Melhor Jornalista de Revista.

Ganhou outros dois prêmios de Jornalismo: um da Organização Nacional do Petróleo, por uma reportagem sobre a volta à tona da indústria naval no Estado do Rio de Janeiro, e o outro, da Firjan, em 2003, por uma matéria sobre a mudança produzida em Porto Real, no sul do estado, com a ida da fábrica da Citröen para aquela cidade.

Em 2011, foi premiada com o Troféu Mulher Imprensa, como Melhor Repórter de Revista.


Atualizado em julho/2012 - Portal dos Jornalistas.
Fontes:

Fiat_Institucional
Newswire
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