APOIO

PUBLICIDADE

Veiculação Prêmio CNHI WEBER SHANDWICK Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Cristina Chacel

Cristina Chacel

Escritora, lançou vários livros, em 2012 o "Seu Amigo Esteve Aqui". Há vinte anos é freelancer. Passou pelas principais redações cariocas – Rádio JB, Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo. Foi repórter, redatora e editora, quase sempre nas áreas de economia e tecnologia.

Cristina Chacel nasceu e vive no Rio de Janeiro/RJ. Jornalista com passagens em grandes redações cariocas, como Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo. Em 20 anos, atuou como repórter, redatora, subeditora e colunista, sempre na área de economia e finanças. Trabalha com estratégia e planejamento de comunicação, marketing político e criação editorial, sempre como freellancer. 

 

Foi Diretora de Comunicação, SEDES - Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário antes de se dedicar criação de textos institucionais.

 

Tem vários livros publicados com temáticas em políticas públicas e projetos sociais e solidários, do Rio de Janeiro.

 

Lançou em novembro de 2012 no Memorial Minas Gerais Vale, o livro Seu Amigo Esteve Aqui onde narra a história do desaparecido político Carlos Alberto Soares de Freitas, o Beto, assassinado durante a ditadura militar no Brasil.

 

Cristina começou a elaborar a história do desaparecimento do mineiro Carlos Alberto, em maio de 2009. Para arrolar os fatos que concluíram no assassinado do preso político, foram feitas cerca de 60 entrevistas coletadas por todo o País, que acabaram por se transformar em depoimentos. As várias das pessoas ouvidas haviam sido também vítimas. Com o conhecimento das histórias, que inclui a da presidente Dilma, a escritora levantou os fatos que tiveram início em 15 de fevereiro de 1971, quando Beto foi preso no Rio de Janeiro e nunca mais visto.

 

A cada testemunho, novos fatos e pistas que iam surgindo e acabaram por revelar que ele foi assassinado em uma casa na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, que ficou conhecida como a Casa da Morte. Desdobramentos mostraram ainda que a casa mantinha extensões com crematórios, que eliminavam as pistas. O Estado jamais prestou contas de seu desaparecimento e seu corpo até hoje não foi encontrado.

 

Os registros tornaram visíveis as páginas da história brasileira numa narrativa coerente, que conta os últimos momentos desse grande personagem da resistência brasileira, obrigado a viver uma vida e clandestina, quase sem deixar rastros. A história sinaliza que os fatos não se esgotam no final da década de 60 e início de 70, uma vez que reclamam no presente por esclarecimentos. A impunidade das ocorrências torna a abordagem atual e mostra que essa história existe até hoje, e que há um grupo de pessoas que estão se movimentando para contá-la.

 

Entre outros livros, Cristina lançou também Janelas Abertas, ano 1993, pela editora CSN, em coautoria com Rogério Reis. Bairros do Rio Neighborhoods Centro, da Coleção Bairros do rio revela a cidade para o seu morador e o turista, com detalhes da história, arquitetura, com mapas e fotografias da cidade. Editora Fraiha, de 2000. O tatu saia da toca histórias da internacionalização da Petrobrás, em 2007, foi pela editora Petrobrás. Arte e Ousadia, em coautoria de Luis Camilo Osório é lançado pela editora Aprazível, em 2008. Rio de Contos 1000 lançado em 2009, pela editora Reptil, Cristina é autora dos textos e Custódio Coimbra, da fotografia.

 

 

 

 

Atualizado em dezembro/2012 – Portal dos Jornalistas

 

Fontes:


Jornalista&Cia – Edição 874


Foto de Cristina Chacel, crédito a Custódio Coimbra

Compartilhe |

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)