APOIO

PUBLICIDADE

Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Cristina Christiano

Cristina Christiano

Repórter do Jornal Diário S. Paulo desde 2000. Nessa trajetória de 13 anos esteve próxima dos fatos policiais que mais abalaram e movimentaram o noticiário.

Cristina Christiano nasceu para estudar comunicação. O talento foi notado pelo diretor do colégio em que Cristina estudava, em Vila Prudente, na zona leste de São Paulo. Ele a convidou para fazer parte do jornal Ronda, que circulava na região, e plantou na adolescente a vontade de ser jornalista. Ela se lembrou da passagem na entrevista que deu para o blog Antipatia: “Aquele trabalho foi tão gratificante”, contou ela.

Ainda nos primeiros anos de faculdade conseguiu o primeiro emprego. A oportunidade apareceu em 1979, quando os jornalistas fizeram greve e paralisaram redações. Foi, então, chamada a trabalhar na Folha da Tarde, hoje jornal Agora São Paulo.

Logo nos primeiros anos de profissão chegou a acumular ter três empregos, depois tentou assessoria, mas não gostou do trabalho burocrático.

Como tinha planos de cursar faculdade de Direito, optou em atuar na editoria de polícia. Não concluiu o curso, parou no segundo ano, virou repórter policial.

A primeira matéria de denúncia apareceu por acaso. Ouviu numa feira de carros usados uma discussão de um tenente do exército com um investigador de polícia. Falavam sobre carros roubados e propina. A briga foi parar nas páginas dos jornais pelas mãos da jornalista. No dia seguinte à publicação, Cristina recebeu uma intimação para depor ao exército.

A determinação em denunciar trouxe resultados negativos, teve de depor, foi sozinha e não negou nada. Foi várias vezes ameaçada, entrou em pânico. Até que resolveu levar o caso ao diretor do jornal.

Na hora, lembra-se Cristina “ele ligou para o comando do 2º Exército e eles botaram todos que me ameaçavam para correr”.

Em outra passagem, em 2006, quando o coronel Ubiratãn Guimarães foi assassinado a jornalista, garantiu uma matéria exclusiva para o Diário de S.Paulo identificando-se como umas das “viúvas” do coronel.

Cristina colecionou grandes histórias ao longo dos 30 anos de profissão, e ainda tem muito mais o que juntar. Não pensa em se aposentar ou abandonar a reportagem. “Minha vida é ser repórter. O que mais gosto é desmascarar os hipócritas que querem fazer você engolir uma informação falsa. Eles ficam possessos de raiva. Não abro mão de sair à rua para poder sentir se o que tenho em mãos é relevante ou não.”

Cristina esteve presente no caso Nardoni, assassinato da menina Isabella, de cinco anos de idade, defenestrada do sexto andar do Edifício London no distrito da Vila Guilherme, em São Paulo, na noite do dia 29 de março de 2008. Sobre a cobertura participou na TV Globo de uma entrevista em que a tia da menina, Cristiane Nardoni, conversou ao vivo com Ana Maria Braga e falou pela primeira vez sobre a morte da sobrinha.

Cobriu o caso do goleiro Bruno e tantos outros que visitaram e revisitam as páginas de polícia. Continua na reportagem do Diário de S.Paulo onde desde 2000 além de polícia, cobre cidades, economia e política.

 

 

Atualizado em abril/2013 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://antipatia.wordpress.com/about/

http://br.linkedin.com/pub/cristina-christiano/21/855/b02?trk=pub-pbmap

www.diariosp.com.br

Fiat_Institucional
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)