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Deise Sabbag

Deise Sabbag

Pioneira no jornalismo de moda do Brasil, sempre atuou em duas áreas: informação e análise crítica. Foi e continua sendo uma das mais ardentes defensoras do laboratório de idéias, que é a alta-costura nacional

Deise Sabbag formou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Iniciou-se na carreira em 1970, no extinto Diário Popular (SP), como responsável por matérias especiais do caderno B e colunista – escrevia sobre o folclore brasileiro. Venceu vários prêmios, na ocasião, entre os quais os das prefeituras de São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, do Lions Clube e do Movimento pelos Favelados (Mov)

Transferiu-se, depois, para o semanário City News (SP), do Grupo DCI, que estava adquirindo o Shopping News (SP) e o Jornal da Semana (SP). Foi, sucessivamente, redatora especial e redatora de moda nesses veículos. Idealizou e editou o Todamoda, primeiro caderno totalmente dedicado à moda no Brasil. Manteve, no caderno, um editorial assinado, analisando e criticando acontecimentos e problemas do setor.

O passo seguinte foi transformar o caderno em um jornal quinzenal, o Todamoda Profissional (SP), de circulação nacional e dirigido a profissionais do ramo. Atuando como editora, foi responsável pela execução de edições diárias em feiras nacionais de moda, como a Fenit (Feira Internacional da Indústria Têxtil), a Feninver (Feira Brasileira de Confecções e Acessórios de Moda) e a Feira de Moda de Fortaleza. Viajava, na ocasião, duas vezes por ano para a Europa, para fazer pesquisas de tendências e assistir aos desfiles de alta-costura e prêt-à-porter em Paris, Roma, Milão e Londres.

Posteriormente, trabalhou como editora de diversos house organs, entre os quais os da Aslan Aviamentos, os da Cori Confecção e os do Centro Têxtil Internacional e Tecelagem Brasil (CTI). Durante algumas temporadas, foi responsável pela elaboração de um manual de tendências para compradores e vendedoras das lojas C&A.

Foi professora do primeiro curso para formação de produtores de moda, ministrado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), e participou, durante anos, do grupo que elaborava o caderno de endências editado pela divisão de moda da entidade. Ainda para o Senac, fez uma completa pesquisa sobre o mercado de alfaiataria no Brasil e organizou debates sobre o tema, onde também foi mediadora. Coordenou, ainda, debates sobre a situação e o futuro da alta-costura brasileira.

Foi diversas vezes convidada para ministrar palestras para representantes, vendedores e para consultoras, sobre a imagem profissional a ser mantida e dicas de abordagem do cliente e de como maximizar as vendas. Ao longo dos anos, idealizou, promoveu e coordenou reuniões que culminaram no surgimento de duas entidades de classe: a Associação de Alta-Moda Brasileira (Aambra) e a Associação dos Estilistas de Moda (Abemoda).

Como membro do Conselho de Moda da Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap), participou de reuniões mensais à procura de ideias para melhorar o nível de ensino da faculdade de moda, com o intuito de formar profissionais capacitados para desenvolver estilo para a criação nacional. É periodicamente convidada para ser jurada de concursos, fazer palestras, coordenar workshops ou participar de debates de temas de moda e comportamento. 

Na área de beleza, foi responsável por artigos, reportagens e entrevistas com profissionais do setor, pela coluna Belinha Informa – enfocando os lançamentos e novidades do mercado – e pela coluna Servição – que respondia às dúvidas de leitores sobre cuidados e tratamentos estéticos –, ambas publicadas nos jornais do Grupo DCI.  Ainda sobre o assunto, participou, coordenou e mediou alguns debates e workshops promovidos pelo Senac Beleza.

Em 1992, foi curadora da exposição que inaugurou o Pólo Moda, centro atacadista do Brás, hoje conhecido como Megapolo. A mostra homenageou o trabalho do costureiro Dener Pamplona de Abreu. Também foi responsável pela elaboração do catálogo da mostra.

Atualmente, edita o site Modos e Modas, onde posta matérias, entrevistas e artigos de opinião sobre moda, beleza, decoração e comportamento.

É autora de três livros: A Moda dos Anos 80 (Datiloplate, 1988), o primeiro livro de moda escrito e publicado no País, focalizando os principais temas da década e analisando-os de forma comportamental;  Na Moda de Corpo e Alma (Valisère), poesia ligada à moda,  distribuído para clientes da Valisère; e Beleza e Qualidade de Vida de A a Z (Prool, 2002), glossário reunindo e explicando o significado  dos principais vocábulos do setor. Além deles, tem atuado como ghost-writter de livros biográficos, como o do médico Prof. Dr. Daher Cutait, Um Médico, Uma Vida (Mandarim, 2000).


Atualizado em outubro de 2001
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