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Dimmi Amora

Dimmi Amora

Repórter premiado traz na bagagem 10 prêmios em jornalismo, entre eles, dois Esso, três Embratel e o Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos por matérias investigativas da Política. Passou por O Globo, O Dia e está na Folha de S.Paulo desde 2009. Em 2014 voltou a ser premiado. Ganhou o Líbero Badaró de Jornalismo e o CNI. Conquistou em 2015 o Prêmio Exxonmobil de Informação Científica, Tecnológica ou AmbientaL, com o trabalho 'Líquido e incerto - o futuro dos recursos hídricos no Brasil', publicado na Folha de S.Paulo.

Dimmi Amora nasceu em Nova Iguaçu (RJ), na Baixada Fluminense. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ) e pós-graduado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ).

Iniciou a carreira no jornal ZM Notícias em 1994 e de lá foi para o jornal O Dia, onde foi repórter de Cidades e de Política, entre 1995 e 1997. Entre 1997 e 2009, foi repórter do jornal O Globo no RJ.

Desde 2010 ocupa a mesma função na Sucursal da Folha de S.Paulo em Brasília.

Começou a colecionar prêmios com a reportagem No rastro das propinas (o Caso do Propinoduto). A matéria que deu a Dimmi Amora e equipe o Prêmio Imprensa Embratel 2003, na categoria Jornal.

A reportagem Já Bastidores do poder - Os homens de bens da Alerj, sobre o enriquecimento rápido e incompatível com os salários dos deputados estaduais do Rio de Janeiro, foi a matéria vencedora dos prêmios Rey de España e Esso de Jornalismo 2004, na categoria Principal.

Ganhou o Prêmio Imprensa Embratel 2008, na categoria Barbosa Lima Sobrinho, pela matéria A ditadura nas favelas. A série revela a opressão de 1,5 milhão de brasileiros que vivem sujeitos a verdadeiras leis de exceção impostas pelos traficantes das favelas cariocas. As reportagens foram produzidas por Carla Rocha, Fábio Vasconcellos, Sérgio Ramalho, além de Dimmi e a equipe do jornal O Globo e publicadas de 19/8/07 a 14/9/07, levantaram inúmeras histórias sobre a violação de direitos humanos, com relatos sobre execuções, desaparecimentos, tortura, exílio, cerceamento do direito de ir e vir, censura e outros crimes. A mesma matéria também venceu o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

A reportagem Favela S/A, sobre o comércio dentro das comunidades no Rio de Janeiro/RJ, ganhou o Prêmio Imprensa Embratel 2009, na categoria Jornal, e o prêmio CNH de jornalismo. Além de Dimmi, participaram da reportagem Sérgio Ramalho, Cristiane de Cássia, Fernanda Pontes, Selma Schmidt, Carla Rocha, Luiz Ernesto Magalhães, Paulo Motta e Angelina Nunes.

Em 2012 ganhou o 6º Prêmio ANFT de Jornalismo, na categoria Especial, pela reportagem Atraso na ferrovia Norte-Sul custa ao país R$ 12 bi por ano, produzida com Márcio Falcão.

Escreveu o livro Cartão Vermelho (Sete Letras, 2006). É um romance com a trama baseada no mundo do futebol. Com texto enxuto, composto de diálogos ágeis e informais, o livro mantém a história recheada de ação, dia-a-dia, perseguições, tecnologia e uma partida de futebol que mudará a vida e os rumos dos personagens.

Dimmi Amora foi um dos autores da reportagem produzida por ele e os jornalistas Marcelo Leite e Morris Kachani, da Folha de São Paulo, que faturou em novembro de 2014 o grande prêmio da 11ª edição do Libero Badaró de Jornalismo, premiação idealizada pelo Portal Imprensa que contemplou os grandes trabalhos jornalísticos produzidos entre abril de 2013 e abril de 2014.  A cerimônia de entrega foi realizada em 24 de novembro, na Câmara Municipal.

A Batalha de Belo Monte foi uma reportagem publicada em cinco capítulos (obra, cidade, população ao redor da obra, impactos) e produzida por cinco jornalistas, que ficaram hospedados em Altamira, no Belém do Pará, por três semanas, acompanhando o dia a dia da obra.

A mesma reportagem venceu a terceira edição do Prêmio CNI de Jornalismo e foi classificada como finalista do Prêmio Esso, 2014.

Dimmi Amora conquistou em 2015 o Prêmio Exxonmobil de Informação Científica, Tecnológica ou AmbientaL, o tradicional prêmio Esso, em equipe. Venceu ao lado de Lalo de Almeida, Eduardo Geraque, Fernando Canzian, Rafael Garcia, Marcelo Leite, Pilker, Luiz Antonio Del Tedesco, Fabio Marra, Mário Kanno, Lucas Zimmermann, David Garroux, André Moscatelli e Bruno Scatena com o trabalho Líquido e incerto - o futuro dos recursos hídricos no Brasil, publicado na Folha de S.Paulo.

 

 

Atualizado em novembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:
Nova foto, enviada.

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