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Dinavan Fernandes

Dinavan Fernandes

Repórter fotográfico desde 1969, já prestou serviços para todos os veículos impressos de Teresina (PI). Jornal da Manhã, Correio do Piauí e Diário do Povo, estão entre eles.

Dinavan Fernandes Araújo nasceu Campina Grande (PB), em 1º de abril de 1948. É bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo graduado pela Faculdade Santo Agostinho (FSA), em 2005, tem pós-graduação em Assessoria de Imprensa e Jornalismo pelo Centro de Ensino Universitário de Teresina (CEUT), em 2008.

Chegou em Teresina (PI) em 9 de setembro de 1969, convidado para trabalhar com o fotógrafo Euclides de Melo Marinho Neto – o Louro. Trabalhou ainda com Guilherme Barreiros Müller, no tradicional Foto Müller. Foi para passar apenas um ano na capital, porém se adaptou tão bem à cidade que permanece até hoje.

Desde 1970, atua em veículos de comunicação como repórter Fotográfico, tendo produzido fotos jornalísticas para os jornais: A Hora, dos jornalistas Miguel Cavalcante, Carlos Augusto de Araújo Lima e Wilson Fernando; Jornal da Manhã; Jornal do Piauí de José Vieira Chaves; O Estado, primeiro veículo impresso com o perfil de grande imprensa, pertencente ao saudoso Hélder Feitosa; Correio do Piauí, do jornalista Genésio Araújo; O Dia; Diário do Povo, do Grupo R. Damásio e por último o jornal Meio Norte, do Grupo Paulo Guimarães.
 
Assim, prestou serviços para todos os veículos impressos de Teresina, não como funcionário, mas como freelancer, onde permaneceu atuando até o ano 2001, quando começou a cursar Jornalismo.
 
Teve participação, juntamente com o cinegrafista e fotógrafo Louro, nas primeiras imagens produzidas para a TV Clube. Enquanto Louro produzia as imagens com uma câmera filmadora Paillard Bolex 16 mm de procedência alemã, Dinavan as revelava em moviola, equipamento preparado para essa finalidade, que depois eram enviadas para a emissora para serem transmitidas no jornal das 18h. apresentado por João Eudes – o Bolinha – e Sérgio Pinheiro.
 
Em 1972, participou da equipe técnica de apoio do filme O Guru das Sete Cidades, produzido nas cidades de Teresina, Campo Maior, Parnaíba e Piracuruca, no Piauí.
 
Entre os anos 1970 e 1973, participou de grupos teatrais, primeiro no Colégio São Francisco de Assis, depois no grupo do diretor Ary Sherlock, com apresentações em várias cidades do Piauí.
 
Começou a trabalhar para o Tribunal Justiça, em 1970, prestando serviços, quando este era situado na Praça Marechal Deodoro. Em setembro de 1988, foi efetivado como funcionário da Instituição, no cargo de técnico em Fotografia, na gestão do desembargador Raimundo Barbosa de Carvalho Baptista, e começou a se interessar pela história do Poder Judiciário piauiense.
 
Desde 1988, quando passou a fazer parte do quadro permanente de servidores do TJ, passou a alimentar o sonho de criar a Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Piauí. A preocupação se justificava por ser o Poder Judiciário piauiense a única instituição pública em que não possuía, efetivamente, um canal de relacionamento direto com a Mídia, ou seja, não dispunha de jornalistas profissionais com trânsito nos veículos de Comunicação impressos e eletrônicos do Estado.
 
No ano 2001, na gestão do desembargador. Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho, por sua insistência, criou-se um setor para administrar o relacionamento com a Mídia. O presidente concedeu um pequeno espaço, situado ao lado do seu gabinete, para a instalação da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça.
 
No início contou com a ajuda do jornalista Júlio César de Macedo Galvão. Com a posse do desembargador João Menezes, na Presidência do TJPI, foram convidados os jornalistas Nadja Rodrigues e Simplício Júnior, que contribuíram para dotar o setor com os equipamentos necessários para melhor desempenho dos trabalhos jornalístico prestados pelos profissionais.
 
Publicou juntamente com o jornalista Júlio César Galvão, os três primeiros números da Revista do Tribunal de Justiça. 
 
Em 2007, organizou e publicou o livro Poder Judiciário do Piauí: 116 anos de história, trabalho que narra a trajetória do Tribunal de Justiça do Piauí, e o quarto número da Revista do Tribunal do Piauí.
 
Está com a segunda edição do livro Poder Judiciário do Piauí, com nova roupagem, revisada e atualizada com fatos novos, dependendo apenas da autorização do Presidente do Tribunal de Justiça para publicação.
 
 
Atualizado em maio/2013 - Portal dos Jornalistas
Fonte: Informações fornecidas pelo jornalista

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