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Douglas Mansur

Douglas Mansur

Repórter fotográfico, completou 30 anos de carreira em 2011. Com passagens por várias instituições de movimentos sociais e veículos brasileiros, tem título de Cidadão Paulistano, duas Menções Honrosas do MST e foi finalista do Prêmio Comunique-se 2007

Douglas Amparo Mansur nasceu em Timburi (SP), no dia 7 de fevereiro de 1957. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), de Goiânia (GO), é mestre pelo Programa de Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (Prolam-USP/SP), da capital paulista.

Iniciou a carreira como repórter fotográfico do Centro de Defesa de Direitos Humanos (Cddh) de São Miguel Paulista, em São Paulo (SP), onde, em 1981, passou a atuar também como assessor de Comunicação. No ano seguinte, acumulou a atividade com o trabalho de coordenador de Projetos de Alfabetização e organizador de Arquivos Populares e Sindicais de documentação visual do Centro de Comunicação e Educação Popular de São Miguel Paulista (Cemi), em colaboração com os moradores da comunidade da Vila Siqueira, na Zona Leste da cidade.

Ainda em 1982, iniciou o trabalho de assessoria e de coordenação e monitoria de projetos no Instituto de Educação Sedes Sapientiae, onde atuou por seis anos. Foi, também, assessor de documentação visual da Fraternidade Cristã de Doentes e Deficientes (FCD), na Zona Leste, atividades que realizou até 1988.

Em 1984 ingressou como repórter fotográfico do jornal O São Paulo, veículo da Arquidiocese de São Paulo, no qual ficou até 2001. Nessa época, passou a ser colaborador na área da Arquidiocese de São Paulo/Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Cnbb), do jornal Brasil de Fato e da Associação de Ação Solidária Madre Cristina, de Porto Alegre (RS).

Entre 1984 e 1990 foi pesquisador do Centro de Estudo de Cultura Contemporânea (Cedec) no projeto junto às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) de Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), de Crateús (CE) e de São Miguel Paulista.

Em 1988 acumulou algumas dessas atividades com o trabalho de repórter fotográfico no Diário Popular, onde permaneceu até 1994, e no jornal paulistano Metrô News, que trabalhou de 1995 a 1998.

No ano seguinte foi trabalhar para a Universidade Cruzeiro do Sul (UnicSul/SP), na capital paulista, na função de professor universitário do curso de Fotojornalismo, lá ficando até 2005. Em 2001, acumulou a atividade acadêmica com as aulas na mesma área no Centro Universitário Sant'Anna (UniSantana/SP), onde atuou por cerca de quatro anos. Também em 2001, começou a atuar como repórter fotográfico freelancer para a Editora da Rede Salesiana Dom Bosco, em São Paulo, atividade na qual permanece.

Professor de Fotojornalismo no curso de especialização do Núcleo José Reis da Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo (ECA-USP/SP), é integrante do Conselho Editorial da Vox Scientiae do Centro José Reis da universidade e do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Nera-Unesp), de Presidente Prudente (SP), além de atuar como professor de Fotojornalismo na Oficina de Projeto da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

De 2003 a 2004, acumulou as atividades jornalísticas e acadêmicas com os cargos de monitor e executor do projeto Revelando Bairro no Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedeca) no bairro paulistano de Interlagos. É membro do Conselho da associação.

Entre 2004 e 2008, atuou como membro do Conselho Editorial do jornal Unidade, veículo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (Sjsp). Desde então é diretor da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo (Arfoc/SP). Em 2006 passou a ser colaborador e consultor de Documentação e Memória da seção paulista do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-SP), além de realizar trabalhos para a entidade.

Há cerca de uma década é repórter fotográfico freelancer do jornal O Estado S.Paulo, nas editorias de Sociedade e Religião, entre outros temas. E, desde 2011, é repórter fotográfico da agência Roberto Castro Fotografias (SP), além de atuar como freelancer em publicações de perfil social e de sindicatos.

Em mais de 30 anos de carreira no Fotojornalismo, também realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, nas quais retratou os movimentos sociais brasileiros por meio de uma grande documentação iconográfica e histórica.

Suas fotos foram publicadas em diversos jornais, revistas e livros. Foram capa da edição especial da Anistia Internacional Tortura e Execuções Extrajudiciais nas Cidades Brasileiras (1990), da revista Educación, editada em espanhol pela Comissão Evangélica Latino-Americana de Educação Cristã (Celadec), na Costa Rica, e do livro Landless Of Brazil MST (1991), entre outras.

Para Mansur, os episódios sociais rurais e urbanos devem ser acompanhados, mesmo que não sejam publicados: "Quando saio, não faço a diferenciação do que é mais ou menos importante. Tudo tem a mesma importância, a mesma influência na vida e na história das pessoas", disse.

Em reconhecimento ao seu trabalho com as comunidades carentes da cidade de São Paulo, foi homenageado, em 2008, pela Câmara Municipal de São Paulo com o título de Cidadão Paulistano. Também recebeu alguns prêmios: duas Menções Honrosas do MST, em 1989 e 2005, o UCBC de Fotojornalismo 1993, pelas reportagens sobre direitos humanos publicadas na imprensa brasileira, e foi finalista do Prêmio Comunique-se 2007.


Atualizado em agosto de 2012 - Portal dos Jornalistas.
Fontes:
http://www.camara.sp.gov.br, acessado em agosto/2012

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