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Edson Chaves Filho

Edson Chaves Filho

Faz a trajetória no jornalismo econômico. Traz na bagagem funções de repórter, redator, editor e produtor executivo, subchefe de redação e chefe de sucursal. Atuou em Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis, Rio e Brasília. Assessor na CNC, produz conteúdo de notícias para o Portal do Comércio, atuou como editor-adjunto da revista CNC Notícias e é colaborador do jornal mural Fique Ligado.

Edson Gomes Chaves Filho nasceu em Pernambuco (Recife) em 27 de março de 1953. Desde 1977 é graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo Gráfico e Audiovisual, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Concluiu pós-graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), em 2015.
 
Possui 40 anos de experiência em diversas funções em rádios, jornais, revista e assessorias de imprensa.
 
Começou a vida profissional no Rio Grande do Sul, trabalhando em rádio. Ainda na Faculdade, fez estágio nas rádios Farroupilha e Continental. O primeiro registro em carteira como profissional foi, curiosamente, há exatos 40 anos (2015, como referência), em julho de 1975, na Rádio Guaíba. Ficou na emissora por nove anos, até 1984, passando pelas funções de repórter, redator, editor e produtor executivo.
 
Cinco anos depois, em 1980, teve a primeira experiência em jornal, no Correio do Povo, como repórter de Política e editor de cadernos temáticos especiais. Correio do Povo e Guaíba integravam o grupo Caldas Júnior.
 
Depois que saiu da Caldas Júnior, continuou em rádio e jornal, ainda em Porto Alegre (RS). Trabalhou como produtor na recém-criada Rádio Sucesso e repórter no jornal Diário do Sul, do grupo Gazeta Mercantil, como repórter de Política. Em maio de 1984 migrou para a sucursal gaúcha do jornal O Globo, onde ficou até março de 1986, primeiro como repórter e depois como subchefe de redação.
 
Em maio de 1986, a convite de Marcos Dvoskin, então diretor da RBS em Santa Catarina, seguiu com um grupo grande de jornalistas gaúchos para Florianópolis para integrar a equipe que criou o Diário Catarinense. Até agosto de 1988, foi chefe de reportagem da Editoria de Economia, sob o comando de Acari Amorim. Paralelamente, durante um ano, entre 1987 e 1988, atuou como repórter do Caderno Veículos do DC.
 
“Ainda em Floripa, diz, tive uma das experiências profissionais mais gratificantes de minha vida, quando, a convite do titular Eduardo Meditschem 1986, o substituí como professor de Rádiojornalismo na Faculdade de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina”.
 
Em agosto de 1988, aceitou o convite do então chefe da sucursal catarinense da Gazeta Mercantil, Valério Fabris, para se transferir para a sede do jornal, em São Paulo, e assumir a subeditoria de Empresas e Investimentos, comandada pelo saudoso Elpídio Marinho de Mattos. “Ali, relembra, conheci o meu maior mestre em economia, o chefe da Redação, Matias Molina. Por sua decisão, aliás, voltei a Porto Alegre para chefiar a sucursal do jornal”.
 
Em outubro de 1992 foi trabalhar em O Globo o Rio, a convite do editor Mario Marona (com quem já havia trabalhado na Editoria de Política do Correio do Povo), na Editoria de Nacional e Política. Sobre o início no Globo lembra-se: “comecei na segunda-feira 12 de outubro e esta data ficará marcada para o resto de minha vida porque, coincidentemente, foi o dia em que o então deputado Ulisses Guimarães morreu num acidente de helicóptero no litoral fluminense. A comoção no País com o desaparecimento - seu corpo nunca foi encontrado - do "Sr. Diretas" gerou intensa mobilização da equipe e foi outra marcante experiência em jornal”.
 
No ano seguinte, teve rápida passagem de seis meses pela sucursal carioca da Folha de S.Paulo. Em seguida, a convite da editora e colunista Cristina Calmon, em novembro de 1993, assumiu como repórter especial na Editoria de Economia do Jornal do Brasil, onde também foi chefe de Reportagem até abril de 1995.
 
Deixou o jornal porque foi convidado pela jornalista Suely Caldas, então chefe da sucursal do Estadão no Rio, para ser repórter especial de Economia na Broadcast e na Agência Estado, de maio de 1995 a até o final de 1996.
 
No ano seguinte, deixou a chamada “grande imprensa” e passou a se dedicar à comunicação corporativa. O início se deu em um novo encontro com Cristina Calmon, com quem trabalhara no JB. Como subchefe da Assessoria de Comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ela chamou Edson para assumir vaga de assessor de imprensa no Rio (depois, todos os funcionários da entidade passaram a trabalhar em Brasília).
 
Por 13 anos, até 2009, exerceu várias funções na CNI, principalmente depois da transferência de toda a equipe para Brasília, em 1999.  Fui editor da Agência CNI de Notícias, desde a sua criação, e do núcleo jornalístico do então Portal da Indústria (transformado no site da CNI), assessor de imprensa, repórter da Rádio Indústria, redator de notas para colunas de jornais, gerente de publicações e editor das quatro revistas das entidades do Sistema Indústria: Interação (Instituto Euvaldo Lodi - IEL), Gestão Social (SESI), SENAI Brasil (SENAI) e Indústria Brasileira (CNI).
 
Em 2010, foi repórter e redator da Agência de Notícias do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), até ser convidado pela terceira vez para trabalhar com Cristina Calmon, agora na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), da qual ela segue em julho de 2015 como chefe da Assessoria de Comunicação.
 
Na CNC, Edson completa em 2015 cinco anos em setembro. É repórter, redator e editor de conteúdo de notícias do Portal do Comércio. Atuou como editor adjunto da revista CNC Notícias e é colaborador do jornal mural Fique Ligado.
 
Nesse período produziu e coordenou o lançamento do livro A CNC e os desafios do Brasil, que reúne propostas de líderes do Sistema Comércio para superar entraves ao desenvolvimento do País.
 
Participou, também, de duas viagens internacionais importantes. A primeira para a Argentina, acompanhando grupo de empresários brasileiros que esteve em Buenos Aires e Mendoza para realizar negócios (basicamente criação de joint-ventures e operações de importação/exportação). A segunda foi para a Alemanha, como repórter da revista Indústria Brasileira, ao lado da delegação de empresários de todo o País que participou da maior feira industrial do mundo, a Hannover Messe.
 
Na trajetória, entre as muitas reportagens, destaca as que mais marcaram: “são três em especial. Infelizmente, uma delas, uma série de matérias sobre o crescimento da indústria de shopping centers no Rio Grande do Sul, perdi os originais em uma das muitas mudanças da vida. Restaram duas”.
 
A primeira foi uma reportagem exclusiva na imprensa nacional, capa do jornal O Globo em julho de 1984. Foi a cobertura do resgate dos 14 sobreviventes do naufrágio do navio mercante Maria Ramos, na costa catarinense. O jornal recebera a informação de um oficial de Marinha amigo de um jornalista da sucursal de Porto Alegre, daí ter sido o primeiro veículo a divulgar o fato. O acidente, que custou a vida de seis pessoas, foi causado por uma tempestade em alto mar, com ventos de 100 km/hora. Eles foram recolhidos pelo cargueiro Simão Mansur. “Eu e o fotógrafo Baru Derkin viajamos à cidade porto de Rio Grande e de lá, em mar ainda revolto, de barco até o Simão Mansur para ouvir os relatos dos sobreviventes e dos tripulantes do cargueiro que recolheu as vítimas. Veja reprodução da capa do Globo está na ‘Galeria’ deste perfil.
 
Em outra reportagem, igualmente exclusiva e com chamada de capa no jornal O Estado de S.Paulo, Edson foi o primeiro a divulgar um projeto no qual, em águas profundas, a Petrobras, em vez de usar as plataformas flutuantes comuns, passaria a utilizar navios de sua Frota Nacional de Petroleiros (Fronape) convertidos para executar as mesmas funções. A relevância da matéria, além de revelar a tecnologia em si, inédita no País, estava na enorme redução de custo para a estatal. Cada unidade transformada significaria uma economia de cerca de US$ 300 milhões. Por conta disso, depois de publicada, a matéria repercutiu em outros veículos. “Para chegar à notícia, diz, contou ponto a meu favor a cobertura cotidiana da área de energia e combustível e trabalhar num veículo respeitado”. Veja reprodução da página do Estadão também na ‘Galeria’ deste perfil.
 
No processo de especialização na área de economia participou de vários seminários, cursos e congressos nas áreas de negócios, mercado de capitais, marketing, sistema financeiro, meio ambiente, terceirização, comércio exterior e parques tecnológicos.
 
 
Atualizado em julho/2015 – Portal dos Jornalistas
 
Fontes:
Texto conferido pelo jornalista

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