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Eduardo Brito

Eduardo Brito

Advogado e sociólogo da USP por formação, colaborou na formação de muitos jornalistas da Unb. É editor editor executivo de Política do Jornal de Brasília, onde também assina a coluna 'Do Alto da Torre'.

Eduardo Brito da Cunha é paulistano. É advogado formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), em 1973, e sociólogo pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da mesma universidade, em 1974.

Cursava o primeiro ano no Largo São Francisco quando entrou para a equipe de reportagem comandada por Clóvis Rossi no jornal O Estado de S. Paulo (SP), em agosto de 1968. Fôra aprovado também no vestibular de Economia e Administração da USP, mas preferiu investir na carreira jornalística.

Na ocasião, escrevia, principalmente, matérias das áreas de Educação e Saúde. Cobriu a reforma universitária, a malograda reforma do ensino médio e a ressurreição do movimento estudantil do período. Ocupou as funções de subchefe de reportagem, subeditor e editor, o mais jovem até então de O Estado, aos 23 anos de idade.

Saiu do jornal, em setembro de 1977, para ser assistente do professor Roque Spencer Maciel de Barros, na Faculdade de Educação da USP. Estava para completar o mestrado quando não resistiu ao convite de Walder de Góes para ser chefe de reportagem da sucursal brasiliense do Jornal do Brasil (RJ). Chegou ao Distrito Federal a tempo de cobrir a demissão do ministro do Exército Sílvio Frota (1910-1996), prenúncio de outras tantas coberturas, como a da revogação do AI-5, da anistia e da volta das eleições diretas.

Licenciou-se em 1980 do JB para ser coordenador de comunicação social do Ministério da Educação, trabalhando diretamente com o ministro Eduardo Portela. Com ele demitido pelo presidente João Figueiredo (1918-1999), após proferir a famosa frase “não sou ministro, estou ministro”, deixou o cargo em 26 de novembro de 1980.

Atuava, também, na época, como chefe do Departamento de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB/DF) para o biênio 1980-1982. Permaneceu na universidade até 2011, sendo, no período, editor do Campus – o mais antigo jornal laboratório do país – e professor de disciplinas como Introdução ao Jornalismo, Edição Jornalística, Realidade Brasileira e Legislação e Direito à Comunicação.

Ao deixar o Ministério da Educação, foi imediatamente para o Correio Braziliense, como editor de Economia e, na prática, como repórter especial. Cobriu a renegociação da dívida externa, os primeiros planos heterodoxos e os acordos com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em 1986, começou a participar, como coapresentador e comentarista de Economia do programa noticioso matinal da TV Brasília (coligada ao Correio e afiliada à Rede Manchete). Logo, o programa passou a ser transmitido em rede nacional, com o nome de Telemanhã. Permaneceu no Telemanhã até 1996. Entre 1992 e 1995, também apresentava o Repórter da Cidade, programa local que ia ao ar a partir do meio-dia.

No Correio Braziliense, foi transferido, em 1987, para a editoria de Política, com a missão de conduzir a cobertura da Assembleia Nacional Constituinte. Ficou na editoria até deixar o jornal, em 1994.

Foi para o jornal de Brasília, contratado para ser o titular da coluna Decálogo, da editoria de Política, cuja chefia viria a assumir no ano seguinte. Em 1996, passou a diretor de Redação, cargo que ocupou até o início de 1998.

Transferiu-se para a Associação Nacional de Jornais, para editar o Jornal ANJ e comandar a reforma gráfica que o designer Francisco Amaral fez no veículo. Ficou na ANJ até 2005.

No ano 2000, retornara ao Jornal de Brasília, como editor de Brasil & Exterior, que englobava Economia, Política, Nacional e Internacional. Voltou ao Jornal do Brasil em 2004, colaborando no projeto de criação de uma edição brasiliense do periódico, que não vingou. Passou, então, para o Caderno Brasília do JB, primeiro como subeditor e, mais tarde, como editor.

No início de 2008, retornou ao Jornal de Brasília, onde acumula a editoria de Opinião com a coluna Do Alto da Torre, voltada para a política da capital. Foi um dos três finalistas do Prêmio Engenho de Comunicação 2001, na categoria Melhor Coluna.

No início de 2008, retornou mais uma vez ao Jornal de Brasília, onde passou a acumular a editoria de Opinião com a coluna Do Alto da Torre, voltada para a política da capital. Foi um dos três finalistas do Prêmio Engenho de Comunicação 2001, na categoria Melhor Coluna.

Em junho de 2014 Brito assinou artigo Altevir e Alexandre em Memórias da Redação do Jornalistas&Cia. Voltou a trazer seus ‘causos’ em outubro do mesmo ano, também no Memórias. Desta vez com A evangélica do Oregon. E, mais na frente, em maio de 2015 assinou o Memórias das memórias originalmente enviado como depoimento sobre a edição 1.000 do Jornalistas&Cia.

Mudanças no comando da Redação do Jornal de Brasília aconteceram em outubro de 2015 quando o jornalista Marcelo Moura, que vinha respondendo pela edição executiva do jornal, deixou a empresa e as funções dele foram divididas cumulativamente por três profissionais: o Eduardo Brito (na época também colunista) e os editores Gustavo Torquato (Online) e Neusa Cristina.

O Jornal de Brasília estreou na rádio JK FM um programa com o mesmo nome do veículo produzido pelo jornal, em um estúdio próprio. Apresentado por Paulo Gusmão, desde abril de 2016, o programa vai ao ar diariamente, às 18h, na Rádio JK FM. A estreia dos quadros contou com os jornalistas: Mundo Bizarro, com Cláudio Caxito (subeditor do Na Hora H); Política, que ficou com Eduardo Brito; Mundo-Economia-Brasil, com Ricardo Nobre; Cultura, com Michel Toronaga; e Esportes, com Roberto Wagner ou Ian Ferraz. Na ausência de Paulo quem assume é o Brito, que divide com ele a editoria executiva do jornal.

Também em abril de 2016 o Jornal de Brasília fez uma reestruturação no quadro de funcionários e promoveu a demissão de vários jornalistas. A crise financeira, já havia dado sinais antes quando o jornal deixou de circular nos finais de semana. Com as demissões, a publicação passou a Eduardo Brito a editoria executiva em Política e Economia, a Andreia Castro a Cultura, Mundo e Brasil.

 

 

Atualizado em maio/2016 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/jornal-brasilia-corta-metade-da-redacao

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/em-memorias-da-redacao-em-%C2%A0-%C2%A0altevir-alexandre

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/memorias-da-redacao-%C2%A0a-evangelica-oregon

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/mudancas-no-comando-da-redacao-jornal-brasilia

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/jornal-brasilia-ganha-programa-na-jk-fm

Informações iniciais conferidas pelo jornalista.

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