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Ernesto Paglia

Ernesto Paglia

Aos 27 anos de idade, tornou-se um dos mais jovens correspondentes internacionais da Rede Globo. Já esteve envolvido na produção de mais de 60 documentários, sendo os mais significativos sobre temas relacionados ao meio ambiente. Já esteve duas vezes na Antártida e no Ártico e conhece todas as ilhas oceânicas brasileiras. Recebeu o Prêmio Comunique-se na categoria melhor repórter de TV 4 vezes. Foi eleito em 2015 entre os 'TOP 100' dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

Ernesto George Paglia nasceu em 9 de abril de 1959, em São Paulo (SP). Quando tinha 11 meses, mudou-se com sua família para a Argentina, terra natal de sua mãe. Três anos depois, seu pai, o jornalista italiano Gerardo Paglia, conseguiu emprego num dos jornais dos Diários Associados e a família voltou para o Brasil. Logo em seguida, a família foi morar em Ribeirão Preto (SP).
 
Aos 17 anos, depois de trabalhar como auxiliar de laboratório fotográfico e como auxiliar administrativo de uma rede de farmácias, retornou a São Paulo para cursar Jornalismo na Universidade de São Paulo (USP). No ano seguinte, depois de prestar novo exame vestibular, começou também a estudar Ciências Sociais na mesma universidade.
 
Em 1977, conseguiu um estágio na Secretaria Estadual de Agricultura. Em 1979, aos dezenove anos, no terceiro ano de faculdade, teve seu primeiro contato com o Jornalismo propriamente dito, quando começou a estagiar na rádio Jovem Pan (SP). A experiência, entretanto, duraria pouco. Prontamente aderiu à greve dos jornalistas daquele ano e, terminado o movimento, foi demitido, permanecendo no cargo menos de três meses. Resolveu, então, procurar alguns colegas de piquete, como Afonso Mônaco e Carlos Monforte. Este último facilitou o seu acesso à TV Globo, onde começou a trabalhar.
 
Apesar de ter sido admitido como repórter de plantão da madrugada, fez, logo no início, reportagens que tiveram destaque e que lhe renderam algumas participações no Jornal Nacional. Foi promovido dois meses depois, passando para o horário das 5 horas. Fazia matérias para o Bom Dia São Paulo, inclusive entrevistas para o quadro Café da Manhã, e para o Jornal Hoje. Nesse período, participou de algumas coberturas importantes, como a da greve dos metalúrgicos do ABC, em 1979, e a da primeira visita do papa João Paulo II ao Brasil, em 1981.
 
A carreira de repórter especial começou em 1983, quando foi designado para integrar a equipe da Central Globo de Jornalismo que renovou a linguagem do Globo Repórter. Trabalhou exclusivamente para o programa de documentários jornalísticos durante os três anos seguintes.
 
Em 1984, ganhou o Prêmio do Festival Internacional de Televisão de Sevilha (Espanha), por uma reportagem-documentário sobre a trajetória do cacique xavante Mário Juruna, que chegou a ser deputado federal. A matéria especial foi dirigida por Mônica Labarthe, com roteiro de Fernando Gabeira. Ainda naquele ano, acompanhou o Movimento das Diretas Já: no dia 25 de janeiro, foi o repórter da emissora que cobriu o comício na Praça da Sé, em São Paulo.
 
Em 1986, chegou a ficar 15 dias preso no Atol das Rocas (RN), devido a um erro de rota do comandante da embarcação em que se encontrava. No mesmo ano, foi convidado para ser correspondente da Rede Globo em Londres. Da Inglaterra, cobriu episódios importantes como a Guerra Irã-Iraque e o conflito entre judeus e palestinos em Israel. Entrevistou personalidades como Margaret Thatcher e Mikhail Gorbatchev. Pouco antes da Queda do Muro de Berlim e do desmoronamento do mundo socialista, em 1989, voltou para o Brasil. Passou a fazer matérias para o Globo Repórter, para o Jornal Nacional e para o Fantástico. Voltou a ser correspondente em Londres no período entre 2000 e 2001, quando cobriu a segunda intifada palestina e a invasão americana ao Afeganistão. Em 2002, voltou ao Brasil. Desde então, trabalha na redação de São Paulo.
 
Em 2010, integrou a equipe da primeira temporada do projeto Globo Mar, série jornalística de nove semanas produzida pela Rede Globo, continuada nas temporadas 2011 e 2012. Ainda em 2010, durante as cinco semanas que antecederam o primeiro turno das eleições presidenciais, trabalhou no projeto JN no Ar. Viajando para municípios sorteados a cada noite, percorreu 27 cidades, uma em cada um dos 26 estados e o Distrito Federal.
 
Na década de 1990, cobrindo férias de companheiros, foi apresentador do Jornal Hoje e do Jornal da Globo. Por três anos, de 1997 a 2000, editou e apresentou, no canal GloboNews, o programa Painel, idealizado por ele com base em um programa semelhante do britânico Channel 4. Em 2011, comandou as séries especiais Blitz Educação e Blitz Saúde, no Jornal Nacional.
 
Em 1982 foi enviado à Espanha, para a sua primeira cobertura de Copa do Mundo de Futebol. Depois acrescentou à sua lista de coberturas as Copas do México 1986, a da Itália 1990, a dos Estados Unidos 1994, a da Coréia/Japão 2002, a da Alemanha 2006 e a da África do Sul 2010. Na área de Esportes, participou também das equipes enviadas pela Rede Globo às Olimpíadas de Barcelona 1992, Atlanta 1996, Pequim 2008 e aos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro 2007.
 
Em agosto de 2005, uma reportagem do Globo Repórter sobre obesidade infantil, feita em parceria com a repórter Graziela Azevedo, lhe rendeu a Menção Honrosa do Prêmio Alexandre Adler de Jornalismo em Saúde. No mesmo ano, o seu Globo Repórter sobre plantas medicinais da Mata Atlântica foi segundo colocado no Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, oferecido pelas ONGs Conservation International e SOS Mata Atlântica. Também ganhou três prêmios Comunique-se, na categoria Melhor Repórter - Mídia Eletrônica, em 2004, 2007 e 2009.
 
Tem três filhos. É casado, desde 1997, com a jornalista Sandra Annenberg. Lançou o livro Diário de Bordo – JN no Ar (Globo. 2011), no qual relata suas coberturas cruzando o País. Dedicou o trabalho com simplicidade à sua mulher, com a frase: “Sandra é o meu ar”.
 
Desde 2014, participa da versão brasileira do quadro What would you do?, da rede americana ABC.

Em novembro de 2015 Páglia surpreendeu a todos – telespectadores e produção, direção – ao declarar seu amor publicamente no programa de ciência Como Será à jornalistas Sandra Annenberg com quem é casado há 21 anos. A declaração aconteceu quando ele depois de mergulhar e se misturar ao impressionante ecossistema marinho em Curaçao, no Caribe, olhando para a câmera, disparou. "Meu amor, isso aqui é lindo, impressionante. A gente ainda vai vir mergulhar aqui! E com esse cara (disse apontando e agredecendo ao guia) Te amo!". Sandra retribuiu a declaração do marido: "Eu também te amo! Vamos (sim, mergulhar!)”.

Segue na TV Globo desde 1979. Completou mais de 36 anos de Globo em 2015. Foi eleito em 2015 entre os 'TOP 100' dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia - Ediçao 1028

https://www.linkedin.com/in/ernestopaglia

http://tvefamosos.uol.com.br/noticias/ooops/2015/11/21/em-rede-nacional-ernesto-paglia-e-sandra-annenberg-declaram-seu-amor.htm

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/ricardo-boechat-bicampeao-admiracao

 
 
 
 

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