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Fábio Almeida

Fábio Almeida

Vencedor de mais de 40 prêmios regionais, nacionais e internacionais de Jornalismo por suas reportagens investigativas. É repórter da RBS-TV e já passou pelas rádios Gaúcha e Farroupilha

Fábio Almeida á jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos/RS).
 
Trabalhou nas rádios Gaúcha (RS), Farroupilha (RS) e na TV Educativa (TVE/RS). Participou de reportagens multimídia nos jornais Zero Hora (RS) e Diário Gaúcho (RS). É repórter investigativo da RBS TV, afiliada da Rede Globo em Porto Alegre (RS).
 
No final de agosto de 2016, fez parte da força-tarefa Segurança Já, coordenada por Carlos Etchichury, que integrou os orgãos do Grupo RBS – Zero Hora, Diário Gaúcho, Rádio Gaúcha e RBS TV – para buscar soluções e tangibilizar o cenário de vulnerabilidade da população diante dos casos de violência no Estado. 
 
Conquistou mais de 40 prêmios regionais, nacionais e Internacionais de jornalismo, entre eles, o Prêmio da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), o Prêmio do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, o Prêmio Vladimir Herzog, o Prêmio Embratel, o Prêmio Petrobrás, o Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Sustentabilidade, o Prêmio Internacional José Hamilton Ribeiro e o Prêmio Internacional Rey de España 2014.
 
Destacou-se em reportagens especiais sobre organizações nazistas no Brasil – Nazistas Sulinos (2005) –, reportagem da rádio Gaúcha em parceria com o jornalista Cid Martins. Nessa série de matérias, os repórteres mostraram como grupos de jovens neonazistas se organizavam no Brasil e como funcionavam as conexões com organizações no exterior.
 
Também causaram forte impacto as matérias: Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (2007), reportagem da rádio Gaúcha em parceria com os jornalistas Jocimar Farina e Cid Martins. As reportagens denunciaram quadrilhas que exploravam meninas na região metropolitana de Porto Alegre e litoral do Rio Grande do Sul – a investigação conseguiu encontrar e resgatar duas jovens de 14 anos que haviam sido raptadas e levadas para outro Estado e, ainda durante a apuração, os repórteres conseguiram “comprar” uma adolescente por R$ 100,00; a série de reportagens Violência Futebol Clube (2008), que mostrou os bastidores das torcidas organizadas do Rio Grande do Sul e as parcerias com os Barra Bravas da Argentina – os grupos trocavam informações, cânticos e táticas para entrar nos estádios com armas e drogas; Tráfico Internacional de Explosivos (2010), que mostrou como quadrilhas criminosas conseguiam explosivos para usar no roubo de caixas eletrônicos – a equipe negociou explosivos no Paraguai, além de mostrar como funcionava o desvio de empresas especializadas, que deveriam ser fiscalizadas pelo exército; Fronteiras Abertas no Sul do Brasil (2012), uma série de matérias que expôs a fragilidade da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e Uruguai – a reportagem rodou mais de mil e setecentos quilômetros e mostrou que agrotóxicos, medicamentos, armas e drogas circulam livremente entre os países, e Jacuí: Crime e agonia (2013), série que denunciou a extração ilegal de areia no principal rio do Rio Grande do Sul, o Jacuí. Nesta últtima, a equipe realizou, durante seis meses uma série de flagrantes mostrando o descontrole ambiental e denunciando a falta de fiscalização do governo. A extração de areia desordenada, usada para a construção, fez com que mais de cem praias desaparecessem do rio. Um dano ambiental irreparável. A reportagem foi feita em parceria com a repórter Renata Colombo da rádio Gaúcha, em multimídia.
 
Algumas reportagens produzidas em 2013 estão na Galeria deste perfil.
 
 
Atualizado em setembro de 2016
 
Fontes:

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
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