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Fabrício Marques

Fabrício Marques

Jornalista, ensaísta e poeta premiado, autor de vários títulos passou pelo Diário da Tarde, O Tempo, revista Palavra, foi editor do Suplemento Literário do jornal Minas Gerais. Lançou em 2015 o livro 'Uma cidade se inventa – Belo Horizonte na visão de seus escritores'.

Mineiro de Manhuaçu, Fabrício Marques nasceu em 22 de novembro de 1965. É mestre em Teoria da Literatura pela Faculdade de Letras da UFMG, doutor em Literatura Comparada, na mesma faculdade, em 2004, com a tese em “Um estudo dos poemas de Sebastião Nunes a partir da articulação entre poesia e técnica”.

Atua como professor de Edição Jornalística na faculdade de comunicação social/jornalismo da UNI-BH e coordena o Laboratório de Jornalismo Impresso, supervisionando publicações de alunos.

Iniciou no jornalismo como repórter no Diário da Tarde (1996-1997); redator e editor de Primeira Página do jornal O Tempo (1997-1999); editor assistente na revista Palavra (2000) foi editor do Suplemento Literário do Minas Gerais, a partir de janeiro de 2004 até 2005, publicação fundada há 40 anos pelo escritor Murilo Rubião. Todos em Belo Horizonte, onde reside desde 1992.

Lançou em 1992 o livro de poesia Marquises. Em 2000 seu livro de poemas Samplers, da editora Relume Dumará, venceu o concurso de poesia Prêmios Culturais de Literatura do Estado da Bahia. No ano seguinte publicou o ensaio Aço em flor: a poesia de Paulo Leminski, ensaio publicado pela editora Autêntica, em 2001. Logo depois, em 2002, Meu pequeno fim pela editora Scriptum.

Na virada do século veio o livro Poesia de invenção no Brasil em 2002 e no mesmo ano o título Poesia em movimento. 

Organizou o livro de entrevistas Dez conversas / Diez charlas (edição bilíngue português-espanhol, lançado pela editora Gutenberg 2004. Em 2008 o livro foi relançado por Sebastião Nunes (Ed. UFMG).

A edição foi produzida entre 1997 e 2003. Para essa jornada Fabrício revestiu-se da veia de jornalista e entrevistou dez poetas brasileiros contemporâneos: Affonso Ávila, Antonio Risério, Armando Freitas Filho, Chacal, Edimilson de Almeida Pereira, Maria do Carmo Ferreira, Millôr Fernandes, Ricardo Aleixo, Sebastião Nunes e Sebastião Uchoa Leite. O Dez conversas surgiu desses diálogos com poetas das mais variadas tendências, de diversas gerações. A partir dos relatos da poesia de cada um deles, o livro resgata produção poética a partir dos anos de 1970. As conversas são reunidas pela primeira vez em livro, com tradução para o espanhol da poeta Prisca Agustoni e fotos inéditas de Guilherme Bergamin.

Participa das antologias Na virada do século: poesia de invenção no Brasil (orgs. Cláudio Daniel e Frederico Barbosa, Landy, 2002), Poesia em movimento (org. Jorge Sanglard, Editora da UFJF, 2002), Oiro de Minas (org. Prisca Agustoni, Coleção Pasárgada, Ardósia, 2007) e Prévia Poesia (org. André Dick, Risco Editorial, 2010). Também integra Os cem menores contos brasileiros do século (org. Marcelino Freire, Ateliê Editorial, 2004).

Deixou sua participação em revistas e jornais como Et Cetera, Cult, Vida Simples, Poesia Sempre, Babel, Coyote, Oroboro, Cacto, Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, Roda, Suplemento Literário de Minas Gerais.

Em 2011 Fabrício lança pelo Selo Dobra Literatura, A fera incompletude. O livro começa com um cristalino poema, ”Hesíodo”, onde o autor anuncia a abertura dos trabalhos, que depois de percorrer a trajetória enfrentar a grandeza do que precisa ser dito. Não consegue captar as palavras que traduzam a sua visão da engrenagem do mundo; e conclui quando tudo parece uma luta perdida: ”Perdi tudo, exceto essa fera incompletude”...

Em 2012, Fabrício Marques e a revista Minas faz Ciência, do governo de Minas Gerais, foram vitoriosos da 18ª edição do Prêmio Abrange de Jornalismo Domingos de Lucca Júnior, com a reportagem A obesidade mórbida – Prevenção e Tratamento.

Em 2015 lançou o livro Uma cidade se inventa – Belo Horizonte na visão de seus escritores. Resultado de uma pesquisa literária e jornalística que durou nove anos, a obra é um perfil da cidade pelo olhar de poetas, contistas e romancistas. São cerca de 80 entrevistados e um levantamento de mais de 160 obras de ficção (poesia e prosa) que falam de Belo Horizonte. Fabrício pequisou e escreveu a obra durante nove anos.

Em 2015 segue com o seu trabalho como jornalista e professor, além de trabalhar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

 

Atualizado outubro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia - Edição 1.019

http://www.sjpmg.org.br/2015/09/fabricio-marques-lanca-neste-sabado-269-livro-sobre-bh-vista-por-seus-escritores/

www.fapemig.br/wp-content

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