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Fernanda Polacow

Fernanda Polacow

Formada em Comunicações Sociais e em Ciências Sociais, carrega esses dois olhares para o trabalho de pesquisadora e documentarista. Viveu na Europa, viajou pela América, Ásia e África pregando a responsabilidade social. Integra o coletivo "Tás a ver?", que promove o intercâmbio entre o Brasil e a África

Fernanda Polacow Cardoso Costa nasceu em São Paulo (SP). É formada em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (Espm/SP) e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP/SP).
 
Trabalhou por cinco anos na área de saúde pública e prevenção de mortalidade infantil, dois deles na organização não-governamental Criança Segura, de São Paulo (SP), e os demais na Associação para a Promoção da Segurança Infantil, de Lisboa (Portugal). Na ONG, tinha como foco a implementação dos projetos nas comunidades e escolas públicas; na entidade lisboeta, a preocupação era com campanhas de saúde pública e apoio a políticas públicas.
 
Mudou-se para Londres (Inglaterra), onde trabalhou por três anos na AccountAbility, organização sem fins lucrativos que promove mecanismos de transparência e responsabilidade social dos setores privado e público. Foi responsável pela área de comunicação global e pela coordenação da rede internacional de representantes da entidade, que englobava China, Canadá, Brasil, Estados Unidos, Suécia, Espanha, África do Sul e Jordânia.
 
No período europeu, colaborou diretamente com as revistas Impactus, em Portugal, e Ethical Corporation, em Londres. Publicou artigos em outras publicações, como o Financial Times, o Times, o Fortune China, o Ideia Socioambiental, o Civicus e o Ethical Performance.
 
De volta ao Brasil, presta consultoria para empresas e ONGs nas áreas de governança e estratégias de sustentabilidade. Continua mantendo os olhos na África: dá apoio ao plano de cooperação internacional da Heartbeat, uma ONG sul-africana, focando o Brasil e Moçambique; e faz parte do coletivo multimídia tás a ver?, criado em 2010, que desenvolve projetos nas áreas de comunicação e cultura que promovam o intercâmbio entre países da África e o Brasil.
 
Codirigiu três documentários com Juliana Borges Pontes: Triângulo, uma coprodução Angola-Portugal para o canal RTP2 sobre as novas relações entre Rio de Janeiro, Luanda e Lisboa; Brasil Fronteira-Leste, produzido para o Canal Futura, onde procurou-se investigar como e porque o Brasil está se tornando o destino favorito de centenas de angolanos, cabo-verdianos, são-tomeenses, guineenses e moçambicanos e os problemas enfrentados por eles quando chegam ao País; e Open arms, closed doors, como parte da série Viewfinder Latin America, e produção da Al Jazeera, em parceria com a DocMontevideo, que conta a história de Badharó, um angolano radicado no complexo de favelas da Maré, no Rio de Janeiro (RJ), que como muitos africanos viveu o sonho e a decepção de cruzar o oceano em busca de um distante paraíso chamado Brasil.
 
Continua pesquisando e escrevendo desde projetos ambientais e sociais até reportagens e documentários. "Gosto cada vez mais do silêncio de escrever, e por isso ando me dedicando também aos roteiros", afirma.
 
 
Atualizado em fevereiro/2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
 

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