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Fernando Molica

Fernando Molica

Passou pelas redações da Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo e O Dia. Na televisão, ficou 12 anos na Globo, fazendo matérias para o Fantástico, o Jornal da Globo e o Jornal Nacional. É membro fundados da Abraji.

Fernando Molica nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 12 de fevereiro de 1961. É formado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj/RJ), turma de 1983.
 
Sempre soube que seria jornalista. Colaborou no suplemento infantil O Jotinha, de O Jornal (RJ), quando era criança. Ainda estudante na Ufrj, trabalhou como freelancer para as revistas Fatos e Fotos e Manchete e estagiou, em 1982, na sucursal carioca do jornal O Estado de S.Paulo (SP), onde depois ficou como repórter contratado até 1985. Nesse ano, um dia após a morte de Tancredo Neves (1910-1985), assumiu o mesmo cargo na sucursal da Folha de S.Paulo (SP), onde, posteriormente, foi secretário de Redação.
 
Em 1990 foi para a editoria da seção Grande Rio do jornal O Globo (RJ), a convite de Agostinho Vieira, onde exerceu, por um ano, a função de chefe de Redação. Em 1992, voltou à Folha, desta vez como repórter especial.
 
Entrou para a televisão em 1996. Na TV Globo atuou como repórter especial do Fantástico. Sua reportagem sobre o comerciante chinês Chan Kin Chang (1957-2003), que morreu após ser espancado no Presídio Ary Franco, no Rio de Janeiro, ganhou o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2004, na categoria TV-Reportagem. A partir de 2005, fez também matérias para o Jornal da Globo, o Jornal Nacional e demais noticiosos da emissora.
 
Em maio de 2008, assumiu a coluna Informe do Dia, no jornal O Dia (RJ), onde passou a escrever sobre assuntos variados, além de um artigo semanal na coluna Estação Carioca. Comandou, de outubro de 2012 a janeiro de 2013, o blog Poder Online, do portal iG – veículo do mesmo grupo empresarial de O Dia –, ao lado de Marcel Frota e Vasconcelo Quadros.
 
Paralelamente, colaborou na elaboração da revista do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, distribuída no carnaval de 2014. Em agosto daquele ano, participou da criação do grupo Viva Santiago - União em defesa dos jornalistas e por uma sociedade sem violência, formado para combater o cerceamento dos jornalistas na cobertura das manifestações populares.
 
Deixou a redação de O Dia em maio de 2016.
 
Publica, desde março de 2008, o site que leva o seu nome e abriga o blog Pontos de Partida, secessor do blog alocado no Blogger.com, que durou de maio de 2006 a março de 2008.
 
É autor dos romances: Notícias do Mirandão (Record, 2002), O Homem que Morreu Três Vezes, Uma Reportagem sobre o "Chacal Brasileiro" (Record, 2003), Bandeira Negra, Amor (Objetiva, 2005), O Ponto de Partida (Record, 2008), O Misterioso Craque da Vila Belmiro (Rocco Jovens, 2010), O Inventário de Júlio Reis (Record, 2012) e Uma Selfie com Lenin (Record, 2016). Foi, por duas vezes, finalista do Prêmio Jabuti. O Homem que Morreu Três Vezes recebeu Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2004, na categoria Livro Reportagem. Notícias do Mirandão foi publicado na Alemanha, como Krieg in Mirandão (Nautilus, 2006).
 
Diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) - biênios 2012-2013 e 2016-2017 -, organizou para a instituição três coletâneas de reportagens: 10 Reportagens que Abalaram a Ditadura (2005), 50 Anos de Crime (2007) e 11 Gols de Placa – Uma seleção de grandes reportagens sobre o nosso futebol (2010), todos publicados pela editora Record. Participou das antologias Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa (Casa da Palavra, 2009), 10 Cariocas (Ferreyra, 2009), O Livro Branco (Record, 2012) e O Meu Lugar (Mórula, 2015), além dos livros Betinho: No Fio da Navalha (Ravan, 1996), organizado por Emir Sader, O Livro das Grandes Reportagens (Globo, 2006), organizado por Geneton Moraes Neto, Mídia e Violência (Cesec, 2007), organizado por Sílvia Ramos e Anabela Paiva, e 95 - A Tua Estrela Brilha (Mauad, 2015), organizado por Claudio Portella e Rafael Case.
 
Organizou e coordenou, de março de 2007 a setembro de 2008, o Mestrado em Administração de Negócios em Jornalismo Investigativo e Realidade Brasileira do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ).
 
Por seu trabalho como jornalista, recebeu, o Prêmio Orilaxé 2009, na categoria Jornalismo, promovido pelo Grupo Cultural AfroReggae, organização não-governamental fundada em 1993 com a missão de promover a inclusão e a justiça social por meio da arte, da cultura afro-brasileira e da educação. 
 
É pai do jornalista Júlio Molica.
 
 
Atualizado em setembro de 2016
 
Fontes:
J&Cia - Edição 869 - 24 a 30 de outubro de 2012

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