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Galvão Bueno

Galvão Bueno

Estrela da narração esportiva brasileira é locutor da TV Globo desde o início dos anos 1980. Trabalhou na rádio Gazeta, rádio Record e Rede Bandeirantes. Narrou diversos fatos marcantes da história do esporte mundial e brasileiro. Lançou em 2015 o livro "Fala Galvão", editora Globo.

Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno nasceu na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro (RJ), em 21 de junho de 1950, filho de Aldo Viana Bueno, diretor de programa de rádio, e de Midred Santos Bueno, atriz e locutora das rádios Mayrink e Tupi. É formado em Educação Física. O interesse pelo Esporte surgiu com a prática de basquete e futebol. Em 1974, participou de um concurso para ser repórter e comentarista do programa Disparada Esportiva da rádio Gazeta (SP). Obteve o primeiro lugar e ficou na emissora até 1977.
 
 
Depois, passou pelas rádios Record e Bandeirantes. Seu primeiro trabalho como locutor esportivo na televisão foi durante a Copa do Mundo de Futebol da Argentina em 1978, na TV Bandeirantes. Em 1982, aceitou convite de Ciro José para fazer parte da equipe de Esportes da TV Globo. Na emissora, Galvão Bueno cobriu várias temporadas de Fórmula 1, ao lado de Reginaldo Leme. No mundial de pilotos, acompanhou momentos marcantes da história do automobilismo brasileiro, como: a conquista dos dois títulos de Nelson Piquet, em 1983 e 1987; as vitórias de Ayrton Senna no Grande Prêmio do Brasil, e os três campeonatos vencidos pelo piloto em 1988, 1991 e 1993.
 
 
A primeira grande cobertura esportiva de que participou na TV Globo foi a Copa do Mundo da Espanha 1982, quando fez a transmissão dos jogos do grupo da Itália e da Alemanha, ao lado de Sérgio Noronha.
 
 
Transmitiu com Osmar Santos a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Los Angeles 1984. Durante a competição, acompanhou as provas de atletismo e de ginástica olímpica. Narrou um dos momentos mais marcantes do evento. No final da maratona feminina, a atleta Gabriele Andersen cruzou a linha de chegada vinte minutos depois da vencedora, a americana Joan Benoit. Andersen entrou no estádio cambaleando, sofrendo com o desgaste físico provocado pela prova, comovendo todo o mundo.
 
 
Participou da cobertura da Copa do Mundo do México 1986 e dos Jogos Olímpicos de Seul 1988. Em 1990, integrou a equipe que cobriu a Copa do Mundo da Itália. Depois do mundial de futebol, deixou a TV Globo para trabalhar no projeto da Rede OM de televisão. Em 1993, retornou à emissora carioca. Um ano depois, transmitiu um dos momentos mais difíceis da sua carreira: a morte de Ayrton Senna no Grande Prêmio de Ímola. Ele e Reginaldo Leme, amigos pessoais de Senna, foram dispensados da cobertura para acompanhar o velório e o enterro do piloto.
 
 
Em 1994, transmitiu a conquista do tetracampeonato mundial de futebol da seleção brasileira. Na decisão entre Brasil e Itália, quando terminou a disputa dos pênaltis, ao lado de Pelé e de Ciro José, não controlou a emoção e gritou: "É tetra, acabou! É tetra, acabou". No mundial, Galvão criou o bordão "Vai que é sua, Tafarel!", para o goleiro da seleção brasileira. O locutor já era conhecido por expressões como "Bem, amigos da Rede Globo" e "O jogo é dramático".
 
 
Em abril de 1996, passou a fazer comentários de Esporte no Jornal Nacional. Nesse ano, narrou as competições dos Jogos Olímpicos de Atlanta, como a final histórica das duplas brasileiras no vôlei de praia feminino: Jaqueline Silva e Sandra Pires contra Adriana Samuel e Mônica Rodrigues. Na Copa do Mundo da França, em 1998, narrou a derrota da seleção brasileira para a França por 3 a 0. 
 
 
De 1999 a 2001, Galvão Bueno apresentou o Espaço Aberto – Esporte na Globo News. Em 2000, participou da cobertura das Olimpíadas de Sydney. Durante os jogos, fez a transmissão da prova na qual a equipe brasileira ganhou a medalha de prata no revezamento 4x100 do atletismo. A narração foi umas das mais emblemáticas da sua carreira. Foi quando pronunciou: "É prata! É prata! É prata! É prata!".
 
 
Na Copa do Mundo do Japão/Coreia do Sul 2002, depois de acompanhar os jogos da seleção brasileira, comemorou com os comentaristas Arnaldo César Coelho e Paulo Roberto Falcão a conquista do pentacampeonato com os jogadores na cabine da TV Globo. Foi nesse mundial que firmou parceria com Arnaldo César Coelho, de quem quase sempre discorda em tom descontraído nas transmissões.
 
 
Em 2003, estreou no programa Bem amigos! do SporTV. Todas às segundas, comenta as últimas notícias do Esporte e comanda ao vivo um debate sobre futebol. O programa conta com a participação de Arnaldo César Coelho e, até agosto de 2012, teve Renato Maurício Prado como comentarista.
 
 
Participou, em 2004, da cobertura dos Jogos Olímpicos de Atenas. Pela TV Globo, transmitiu a segunda medalha de ouro da seleção masculina de vôlei e a final do futebol feminino, quando o Brasil perdeu para os Estados Unidos. Em 2006, cobriu a Copa do Mundo da Alemanha. No Pan-Americano do Rio de Janeiro 2007, transmitiu a decisão do vôlei de praia masculino, a medalha de ouro do futebol feminino, a final do basquete feminino, entre outros momentos das competições.
 
 
Em 2010, narrou a Copa do Mundo da África do Sul. Após o término da competição, sinalizou que o Mundial de 2014, no Brasil, poderá ser sua despedida da profissão que exerce desde 1978. Não anunciou a saída e amargou a transmissão dos 7 a 1 que marcaram a Copa do Mundo no Brasil, desta vez perdendo para a Alemanha.
 
Apreciador de vinhos, lançou seus próprios rótulos em agosto de 2010: o tinto Bueno Paralelo 21 e o espumante Bueno Cuvée Prestige.
 

Bueno lançou em abril de 2015 em São Paulo o seu livro de memórias fala, Galvão. Na obra revela histórias curiosas de sua carreira e trata com bom humor até episódios mais delicados como a expressão que virou febre no Twitter na Copa do Mundo de 2010, o “Cala a boca, Galvão”. Sobre a frase ‘viral’ na internet Galvão diz que ficou muito assustado com o episódio e o comparou a um míssil nuclear. A publicação é da editora Globo. Escrito em parceria com o editor-chefe do SporTV Ingo Ostrovsky, o livro é dividido em três partes, abordando respectivamente futebol, automobilismo e a vida do narrador esportivo.

 
 
Atualizado em abril/2015 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
Sp804A (julho/2011)

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