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Gilles Lapouge

Gilles Lapouge

Escritor e jornalista francês é correspondente em Paris do jornal O Estado de S.Paulo.

Gilles Lapouge, em 1923 nasceu em Digne-les-Bains, uma cidade francesa com história medieval é um ponto turístico popular que guarda em suas atrações as águas termais que justificam a-les-Bains, parte de seu nome.

Passou a sua infância na Argélia, onde o pai era militar. Estudou primeiro história e geografia, antes de tornar-se jornalista.

Apaixonado pelo Brasil, contou sua vinda ao país em seu livro Equinoxiales, salientando seu desembarque no Rio de Janeiro e sua viagem para São Paulo,onde chegou no dia 20 de Janeiro de 1950.

Trabalhou como redator econômico no jornal O Estado de S.Paulo, na época o mais poderoso da América Latina, em 1950.

Três anos depois, voltou para a França, onde mora e continua a escrever crônicas para o Estadão há mais de 50 anos.

Numa entrevista dada a jornalista Raphaëlle Rérolle, da edição online do Jornal Le Monde, ele disse: “Eu calculei haver escrito [para o Estadão] o equivalente de 60 volumes da Pléiade, célebre coleção de livros que publica obras completas de grandes autores”.

Após a volta à França, passou a colaborar com os jornais Le Monde, Le Figaro Littéraire e Combat. Pouco tempo depois, começou a trabalhar na estação de rádio estatal France Culture onde ficou por 20 anos. Quase ao mesmo tempo iniciou uma longa colaboração no programa literário semanal de televisão Ouvrez les guillemets , que mais tarde passou a se chamar Apostrophes um dos programas literários mais célebres da história televisão francesa .

Gilles Lapouge tem uma verdadeira afeição pelo Brasil, sua gente, sua geografia, sua fauna, sua flora, como podemos ler desde as primeiras linhas da Introdução do seu Dictionnaire amoureux du Brésil: “Quando cheguei neste continente, em 1951, eu vinha de uma Europa sombria, extenuada, com sabor amargo de antigos combatentes, de soldados derrotados e de fornos crematórios(...) O Brasil era o contrário, colorido. Passeavam nas ruas peles negras, brancas, coradas ou douradas, e elas divertiam-se juntas”.

Escritor de uma extensa obra literária lançou vários livros, alguns ainda não foram traduzidos para o português, mas em sua maioria falam do Brasil. Entre eles estão: Utopie et civilisations( Utopia e civilizações), 1973, em coautoria com François Châtelet e Olivier Revault d'Allonnes; lançou em 1974 La Révolution sans modèle (A revolução sem modelo); La Bataille de Wagram (A Batalha de Wagram], 1987; Le Bruit de la neige (O Barulho da neve); Besoin de mirages (Precisar de miragens), 1998; Au revoir l’Amazonie, 2000, (publicado em Internet, no Brasil); Les Pirates (Os Piratas), Editeur Phebus, 2001; La Mission des frontières (A Missão das fronteiras), 2002; Les Bois des amoureux (Os bosques dos amorosos) , 2006; L'Encre du voyageur (A Tinta do viajante), Prêmio Fémina do melhor ensaio, 2007; La Légende de la géographie (A Lenda da geografia), 2009.

Aos 77 anos, ao lançar em 2000 o livro Au revoir l’Amazonie, preferiu que ele fosse lançado antes em português e depos em francês e, também pela primeira vez, postou o livro na Internet em vez de mandá-lo para as livrarias. É um livro-reportagem, no qual mistura informação bruta, estatística, com análises e impressões e depoimentos colhidos pelo jornalista. Traz também 25 fotos de Helcio Nagamine, que o acompanhou durante a viagem pela Amazônia.

Aos 90 anos, completados em 2013, Gilles Lapouge continua escrevendo para o Estadão, como correspondente em Paris.

 

 

Atualizado em março/2013 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

www.estadao.com.br

http://www.estadao.com.br/arquivo/arteelazer/2000/not20000811p2538.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Salon_du_livre_de_Paris_2011_-_Gilles_Lapouge_-_003.jpg

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,israel-e-turquia-juntos-,1013745,0.htm

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