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Gilvan Ribeiro

Gilvan Ribeiro

Com vinte e cinco anos de carreira construída na editoria de Esportes, passou pela Folha de S.Paulo, Folha da Tarde e Diário de S.Paulo, onde foi repórter, editor e colunista

Gilvan Ribeiro de Oliveira nasceu em Bauru (SP), em 31 de dezembro de 1964. Formou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (SP), em 1986.
 
Começou a carreira colaborando para a revista Globo Rural, enquanto terminava a faculdade. A partir de então, construiu toda a carreira na editoria de Esportes. Em 1987, fez um teste no Grupo Folhas e, aprovado, foi trabalhar na Folha de S.Paulo. A seguir, transferiu-se para a Folha da Tarde, passando em 1991 para o jornal Diário Popular (que mais tarde adotaria o nome Diário de S.Paulo). Na publicação, assumiu os cargos de colunista esportivo, de editor de Esportes e, depois, editor de Cidades.
 
Outra experiência no meio esportivo foi uma passagem pela TVA  Sports, depois Espn Brasil, entre 1994 e 1998.
 
Repórter polêmico, envolveu-se em duas confusões em toda a trajetória profissional: levou uma cabeçada do então técnico do Santos Serginho Chulapa, em 1994, e levou um soco de Luiz Felipe Scolari, o Felipão, então técnico do Palmeiras, em 1998.
 
Com Wálter Casagrande, coescreveu o livro Casagrande e Seus Demônios (Globo, 2013), onde descreve o processo de reabilitação, os dramas pessoais e algumas passagens da carreira do atleta e jornalista.
 
É irmão do jornalista Gílson Ribeiro.
 
Deixou o Diário de S. Paulo em junho de 2013, poucos meses após completar 22 anos de atuação no veículo.
 
 
 
Atualizado em julho/2013 - Portal dos Jornalistas
Fonte:
Jornalistas&Cia - Ed. 904
 

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