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Giuliana Morrone

Giuliana Morrone

Co-apresentadora do ‘Bom Dia Brasil’ em Brasília, é também suplente da bancada principal do programa. Começou na Radiobrás, passou por Globo, Rede Bandeirantes e depois seguiu para o SBT. Retornou à Globo em 1999 em Brasília e não saiu mais. Para a emissora foi correspondente em Nova York e trilhou os caminhos de apresentadora dos telejornais, editora, repórter no Brasil e especiais no exterior. Cobriu o terror em Paris no Charlie Hebdo. Foi eleita entre os ‘+ admiráveis jornalistas brasileiros’ Top 10 na Regional Centro-oeste, Brasília.

Giuliana Morrone nasceu em Brasília DF) comemora aniversário em 27 de Março (de 1967). É formada em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 1988.

Sua estreia na carreira foi como estagiária da Radiobrás, em 1986. Participou da história política brasileira a partir de 1989, com a volta das eleições diretas para a Presidência da República, quando Fernando Collor de Mello se elegeu presidente da república. Fez alguns dos primeiros plantões de repórter novata foram na porta ‘Casa da Dinda’ residência do então presidente eleito.

O primeiro trabalho profissional foi na TV Globo, onde entrou por meio de teste. A primeira passagem pela emissora foi rápida. Em 1990, Giuliana resolveu se candidatar a uma bolsa de estudos na Itália. Conseguiu e foi morar em Roma por um ano.

A volta ao Brasil foi em dezembro de 1991. Passou três meses na sucursal de Brasília da Rede Bandeirantes e depois seguiu para o SBT, para o telejornal noturno de Lillian Witte Fibe. Em seguida, passou a atuar como repórter no TJ Brasil, comandado por Boris Casoy na emissora paulista. Foi lá que cobriu o processo que levou ao impeachement de Collor, em 1992. “Tenho até hoje todo o material, as denúncias, o processo. Eu era novinha. Todo mundo era. Os procuradores que tinham oferecido a denúncia haviam estudado comigo.Tinham a minha idade”.

A partir daquela época passou a acompanhar de perto todas as eleições diretas do Brasil. Depois passou a repórter da sucursal da emissora, no Rio de Janeiro. Ficou na capital fluminense por três anos, até 1995.

Em 1999 retornou à cidade natal e batalhou por uma vaga de repórter da Rede Globo Brasília. Conseguiu cobrir uma licença-maternidade e não saiu mais. Fez muitas reportagens locais e embora não atuasse na área política, fez parte da cobertura da eleição presidencial de 2002, que levou Luiz Inácio Lula da Silva ao poder.

Trabalhou em pautas sobre denúncias de corrupção, como os casos Jader Barbalho, Luiz Estevão e Waldomiro Diniz e também o Mensalão. Entrevistou Carlinhos Cachoeira (empresário que gravou Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedindo de propina).

Em dezembro de 2007, Giuliana se tornou correspondente internacional nos Estados Unidos, cargo ocupado por ela até julho 2012. Era o fim da Era Bush e início da de Obama. Durante a eleição de Obama ficou responsável por acompanhar o republicano John McCain.  Quando ele admitiu a derrota ela estava na base eleitoral do candidato, em Phoenix. E, na posse de Obama, seu trabalho foi acompanhar a multidão marchando rumo a Washington. “Foi um dos momentos mais importantes da minha carreira. A gente sabia que ali era um momento histórico”, disse ao Memória Globo.

Nesse período conquistou maior espaço como repórter com as Crônicas de Nova York, quadro que foi apresentado no Jornal Hoje, com foco nos hábitos e costumes de Nova York.

Quando deixou Nova York para Brasília e foi substituída por Júlio Mosquera. Na volta ao Brasil retornou a repórter no Distrito Federal. Passou a apresentadora eventual do DFTV e do Bom Dia Brasil em Brasília.

Em 2013, se tornou titular do cargo de editora de rede e apresentadora do Bom Dia Brasil. No mesmo ano foi enviada especial para acompanhar as eleições presidenciais no Paraguai e a vitória do candidato do partido Colorado, Horácio Cartes, empresário e dirigente esportivo. E fez entradas ao vivo no telejornal Bom Dia Brasil. Em 2014, Giuliana Morrone participou, de Brasília, da equipe responsável pela cobertura das eleições presidenciais brasileiras. Até 2014 participou ainda do rodízio de apresentadores do Jornal Hoje e próprio Bom Dia Brasil. Em janeiro de 2015, passou a fazer parte do rodízio do Jornal Nacional.

Em janeiro de 2015, participou da equipe que cobriu os atentados terroristas na França, com ataques ao jornal " Charlie Hebdo" e a um supermercado judaico. Ao todo, 17 pessoas morreram.

Em 2015 segue como co-apresentadora do Bom Dia Brasil em Brasília, além de suplente da bancada principal do programa.

Em novembro de 2015 Giuliana foi classificada no TOP 100 da eleição dos ‘+ admirados jornalistas brasileiros’ e TOP 10 entre os jornalistas da Regional Centro-oeste, Brasília.

 

 

Atualizado em novembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://memoriaglobo.globo.com/perfis/talentos/giuliana-morrone/giuliana-morrone-trajetoria.htm

https://twitter.com/giulianamorrone

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/troca-cadeiras-no-jornalismo-da-globo

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