APOIO

PUBLICIDADE

Veiculação Prêmio CNHI WEBER SHANDWICK Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Hélcio Deslandes

Hélcio Deslandes

Precursor do ensino da Diagramação e das Artes Gráficas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Também lecionou na Faculdade Cásper Líbero

Hélcio Deslandes nasceu em Belo Horizonte (MG), no dia 21 de julho de 1929. Formou-se arquiteto pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (Ufmg/MG), em 1960.
 
Trabalhava em Publicidade em Belo Horizonte, como diretor de Arte e layoutman. No final dos anos 1950, atuou como diagramador para offset e diretor de Arte no Serviço de Imprensa e Propaganda do Governo do Estado de Minas Gerais. Foi contratado, em outubro de 1961, pelo Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), para fazer parte da equipe de diagramação que havia feito a grande reforma gráfica da publicação. Ainda no Rio, foi estagiário da Editora Bloch (RJ), passando depois a diagramar várias das revistas do grupo.
 
Voltou novamente a trabalhar com Publicidade, desta vez em São Paulo (SP). Começou a envolver-se com a área acadêmica no Instituto Adventista de Ensino de São Paulo, onde ocupou o cargo de assessor de Artes Gráficas entre 1965 e 1968. Paralelamente, desenvolveu trabalhos como capista, ilustrador e diagramador para as editoras Brasiliense (SP), Martins (SP) e Itatiaia (MG).
 
Foi contratado em 1968 pelo Departamento de Jornalismo da então Escola de Comunicações Culturais (ECC) – depois Escola de Comunicações e Artes (ECA) – da Universidade de São Paulo (USP) para diagramar o jornal-laboratório da instituição e, também, atuar como assessor de Artes Gráficas.
 
Inscreveu-se para o doutoramento na USP, em dezembro de 1969, tendo como orientador Walter Zanini (1925-2013). Foi, em 1972, fazer pós-graduação em Washington (EUA). Lá, trabalhou inicialmente como freelancer, até ser admitido no Departamento de Arte da Rewiew and Herald Publising Association, em 1973, como designer e, mais tarde, coordenador de Arte. Paralelamente, desenvolveu projetos no Brasil para a Editora Melhoramentos.
 
Criou e produziu, para a Pathfinders, o símbolo que seria usado nacionalmente durante o bicentenário dos Estados Unidos. Em 1975, desenvolveu o material de promoção do Congresso Mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia realizado em Viena (Áustria), além de projetar o estande para a representação americana no evento. Foi, no mesmo ano, um dos autores do projeto de diagramação da reformulada revista Ministry (EUA) e um dos participantes da Exposição Nacional Editorial e Livro da Society of Illustrators.
 
Retornou ao Brasil em julho de 1976, voltando a lecionar Artes Gráficas, Diagramação, Técnica de Ilustração e Produção Gráfica e Editorial na ECA-USP. Passou a trabalhar, também, no Departamento de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero (SP). Desenvolveu, ainda, inúmeros projetos de design e ilustração para o jornal Adventista e as revistas Rol do Berço, Jardim da Infância, Primárias, Adventista, Ministério e Mocidade. Criou o símbolo do Museu da Bíblia.
 
Cedeu aos muitos apelos que recebia dos Estados Unidos e voltou ao país em 1979, indo morar em Maryland. Mais tarde, naturalizou-se cidadão americano.
 
Embora não seja considerado um produtor de obras acadêmicas no sentido estrito, é tido como um grande contribuinte na formação de novos profissionais e de novos conceitos em comunicação visual aplicada ao Jornalismo, Publicidade e à Editoração. Lamenta-se o fato de não ter deixado uma obra escrita sobre o tema.
 
Em setembro de 2004, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), de São Paulo, promoveu a exposição ArteJornalismo, na qual apresentou uma mostra seletiva de obras de sua autoria, de AntonioCostella e de Thomas Farkas (1924-2011), todos integrantes do corpo docente pioneiro do Curso de Jornalismo da USP, que celebrava então 70 anos de fundação.
 
 
 
 
Atualizado em março de 2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
 

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)