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Hélio Costa

Hélio Costa

Correspondente da Rede Globo nos Estados Unidos por 13 anos, implantou escritórios em Nova York, Washington, Londres e Paris e conheceu 73 países. Trabalhou ainda em veículos de comunicação dos Diários Associados (MG) e nas rádios Itatiaia e A Voz da América. Foi senador, deputado federal e ministro das Comunicações

Hélio Calixto da Costa nasceu em Barbacena (MG), em 17 de agosto de 1938.

Iniciou a carreira ainda muito jovem, como radialista em Barbacena. Mais tarde, transferiu-se para Belo Horizonte (MG), onde atuou na rádio Itatiaia, uma das principais emissoras de rádio de Minas Gerais, onde fez sua primeira reportagem internacional: a cobertura da posse de John Kennedy (1917-1963) como presidente dos Estados Unidos, em janeiro de 1961. No meio impresso, foi repórter dos jornais Estado de Minas e Diário da Tarde (ambos dos Diários Associados) e apresentador da TV Itacolomi, a afiliada mineira da TV Tupi. Aprovado em concurso para trabalhar na rádio A Voz da América, em Washington (EUA), ocupou todos os cargos, até chegar ao de editor. Nessa mesma época, estudou Artes e Ciências na Universidade de Maryland (EUA).

Pela Rede Globo, emissora na qual foi contratado em 1972, trabalhou como correspondente internacional nos Estados Unidos e foi o responsável pela criação e montagem das sucursais de Nova York, Washington, Londres e Paris. Além disso, chegou a conhecer 73 países e cobriu conflitos em países como El Salvador, Nicarágua e em diversas regiões do Oriente Médio.

Ao retornar ao Brasil, em 1986, Hélio Costa foi eleito deputado federal constituinte e considerado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos parlamentares mais atuantes da Assembléia, junto com Mário Covas e Luís Inácio Lula da Silva. Apresentou 122 emendas à Constituição de 1988.

Durante a Assembléia Nacional Constituinte, participou das seguintes comissões: Comissão da Ordem Social, Subcomissão da Ciência e Tecnologia e da Comunicação; Comissão da Família, da Educação, Cultura e Esportes, Subcomissão dos Negros, Populações Indígenas, Pessoas Deficientes e Minorias e Comissão da Ordem Social.

O jornalista também se candidatou ao Governo do Estado de Minas Gerais por três vezes, sendo derrotado em todas: 1990, 1994 e 2010. No momento da primeira candidatura, apresentava a primeira versão do programa Linha Direta, na Rede Globo. Em 1998, candidatou-se a deputado federal, sendo eleito senador em 2002, mandato no qual foi líder do PMDB e líder do primeiro mandato do presidente Lula.

Nomeado Ministro das Comunicações, em 2005, coordenou o projeto que escolheu o modelo japonês como o padrão para o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), ampliou o programa de inclusão digital Gesac (Governo Eletrônico - Serviço de Atendimento ao Cidadão), mais conhecido como Projeto Nacional da Banda Larga (PNBL), e legalizou e regulamentou as rádios comunitárias, o programa Banda Larga nas Escolas Públicas e o Programa Nacional de Telecentros, entre outros projetos.

Possui cinco livros publicados: A Obra Poética de Murilo Mendes (Academia Barbacenense de Letras, 1981), Política e Coragem (1988), Atuação Parlamentar (Câmara dos Deputados, 1999), Ação Parlamentar 2000-2002 (Câmara dos Deputados, 2002) e Lembranças de Um Tempo Fantástico (Benvirá, 2010).

Possui várias condecorações, como a Medalha Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Defesa, a Medalha Ordem do Mérito Legislativo 2005, a Medalha da Ordem do Mérito Militar do Ministério da Defesa, a Medalha Mérito Santos-Dumont, do Comando da Aeronáutica, a Medalha da Ordem do Mérito Naval, da Marinha do Brasil, a Medalha de Honra da Inconfidência, o Diploma de Comunicador Internacional da Associação Americana de Imprensa, sediada em Nova York, entre outras.


Atualizado em fevereiro/2012 - Portal dos Jornalistas
Fonte:

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