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Igor Gielow

Igor Gielow

Secretário de Redação da sucursal de Brasília da Folha de S.Paulo. Foi correspondente de guerra no Afeganistão, nos conflitos no Paquistão e um guia na geografia do ódio fundamentalista islâmico naqueles países

Igor Gielow começou no Grupo Folha em 1992, como repórter de Polícia e Política na antiga Folha da Tarde (SP). Depois trabalhou em regionais da empresa, editando cadernos em São José dos Campos (SP), Dão José do Rio Preto (SP) e Campinas (SP). Em São Paulo, foi redator de Mundo, editor-adjunto de Economia, repórter e depois editor-assistente de Política, e coordenador da Agência Folha. Cobriu o massacre do Carandiru (1992) e, no exterior, o conflito no Líbano (1996).
 
Especializado em Jornalismo Internacional, foi correspondente em Londres, em 1996. Cobriu, entre outros, conflitos no Líbano, Israel e Argélia (1996 e 1997), crise dos reféns no Peru e golpe no Equador (1997), eleições na Rússia (2000, 2007 e 2008), guerra no Afeganistão (2001, 2009 e 2011), conflitos no Paquistão (2001, 2008, 2009 e 2011), a morte de Yasser Arafat (2004), a morte e beatificação do papa João Paulo 2º (2005 e 2011), a morte de Osama Bin Laden (2011) e os dez anos do 11 de setembro (EUA, Iraque, Afeganistão e Paquistão, em 2011).
 
Participou do livro Jornalista (Publifolha, 2006). Foi um dos três profissionais de renome que falaram sobre suas carreiras e a profissão, no livro que integra a série Profissões da editora. Além das orientações gerais sobre a profissão, alertou, em seu depoimento, que "os jornalistas não podem se achar superiores à notícia". Sobre os acontecimentos de 11 de setembro de 2001, tem um relato especial de como ficou sabendo da tragédia. Ele estava no parque nacional de Terelj, na Mongólia, hospedado numa cabana nômade, onde não havia contato com o mundo exterior, eletricidade, tevê, internet. Relembrando aqueles dias ele conta; “Só fui ter noção do que acontecia no mundo no dia seguinte e, a bem da verdade, a real dimensão ao desembarcar do trem em Pequim três dias depois”.
 
Ele relata ainda os acontecimentos que se seguiram: “Dois meses depois, o 11 de setembro já tinha outro sentido. Estava à beira de um ataque de nervos em Peshawar, no Paquistão. Já estava havia um certo tempo no país, conhecendo a realidade local e tentando arrumar um jeito de entrar no Afeganistão sob as bombas americanas que viriam a expulsar os fundamentalistas do Taleban do poder”. Ficou no Paquistão de 25 de outubro até 15 de novembro de 2001, quando conseguiu entrar no Afeganistão. Nesse país, ficou até o dia 29 de novembro. Lá cobriu a guerra que levou à queda do regime.
 
Em agosto, de 2009, percorreu os campos de refugiados e as cidades do front paquistanês de onde relatou a morte do principal comandante do Taleban no país, Baitullah Mehsud, responsável pelo atentado que matou a ex-primeira-ministra Benazir Bhutto, em 2007. Na sequência, viajou para Cabul, onde cobriu a campanha eleitoral que, em meio a explosões de carros-bomba e denúncias de fraude eleitoral, manteve Hamid Karzai na Presidência do Afeganistão.
 
O premiado jornalista foi um guia pela geografia do ódio fundamentalista islâmico naqueles países. Em 2009, relatou a morte de líder guerrilheiro e as eleições no Afeganistão e recebeu da Folha o Grande Prêmio de Jornalismo por seu trabalho como correspondente de guerra no Paquistão e no Afeganistão em 2009. Na edição 90 reportagens que fizeram história, lançada pela Folha de S.Paulo/UOL, entre as matérias escolhidas está A fronteira da guerra, de Igor Gielow.
 
Em Brasília, no início de fevereiro de 2013, assumiu a direção da Sucursal de Brasília da Folha de S.Paulo.
 
 
Atualizado em fevereiro/2013 – Portal dos Jornalistas
Fontes:
Jornalistas&Cia – Edição 886
 

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