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Ismael Machado

Ismael Machado

Jornalista várias vezes premiado, é repórter especial do Diário do Pará. Passou por diversos jornais como repórter e foi correspondente d'O Globo e Jornal do Brasil. Lançou em 2014 o livro-reportagem Golpe, contragolpes e guerrilhas: o Pará e a ditadura militar, obra que recebeu o Prêmio IAP de Literatura.

Ismael Machado nasceu em Icoaraci, um dos oito distritos que se divide o município de Belém, capital do Estado do Pará. É graduado em Turismo, com mestrado em Literatura, com MBA em Comunicação e Semiótica, além de especialização em Metodologia da Comunicação e Aperfeiçoamento em Jornalismo.

Iniciou a carreira em 1991 no Diário da Serra, jornal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ali passou por todas as editorias possíveis. Trabalhou no jornal O Alto Madeira (RO).

Em Belém passou pelos principais jornais, Província do Pará, O Liberal, e pelejou em assessorias.

Foi correspondente de O Globo, jornal no qual entrou em 2001 e ficou até 2007, e do Jornal do Brasil. Entre os frilas constam as publicações Veja, Bravo e Caros Amigos. Também passou por TV em Rondônia e Cultura em Belém.

Machado é repórter especial do jornal do senador Jader Barbalho, o Diário do Pará.

Sobre a carreira ele falou ao Diário do Pará: “Eu só trabalhei com duas coisas na minha vida. Como jornalista e como professor. Tudo o mais que me interesso tem a ver com essas duas atividades. Fotografia, cinema, música, qualquer coisa que eu pensar. Escrever é o que mais gosto de fazer como atividade profissional”.

Ismael Machado lançou em outubro de 2013 a coletânea de reportagens no livro Sujando os Sapatos - O Caminho Diário da Reportagem. O livro, definido pelo jornalista Ricardo Kotscho como “uma viagem pela Amazônia profunda”, é uma coletânea de matérias produzidas ao longo de três anos, entre 2008 e 2011. São reportagens em garimpos, aldeias indígenas, terras quilombolas, comunidades ribeirinhas, estradas e rios paraenses ou mesmo no centro de Belém. Como característica principal, relatos humanizados, em que o personagem adquire vida, uma vida que nem sempre aparece nas páginas de jornal. Além da reprodução dos textos, há comentários do autor sobre o processo de realização das matérias, uma espécie de making off das reportagens. O novo livro foi laureado com o Prêmio Euclides “Chembra” Bandeira, na categoria livro reportagem.

Este é o terceiro livro de Ismael Machado, que já lançou o livro de contos Vapor Barato – O Amor em Tempos de Aids e Decibéis sob Mangueiras - Belém no Cenário Rock Brasil dos anos 80, contemplado pela Lei Tó Teixeira.

Há 22 anos (completados em 2013), na estrada do jornalismo, Machado venceu os prêmios Líbero Badaró e Vladmir Herzog, e concorre no Esso e Abdias Nascimento.

Ele está entre os vencedores da 10ª edição do Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo, organizado pelo portal e revista Imprensa. Venceu na categoria Jornalismo impresso com a reportagem Suruís e a guerrilha do Araguaia publicada pelo Diário do Pará – PA, em parceria com o jornalista Thiago Araújo, em setembro de 2013.

Recebeu duas indicações para finalista do Prêmio Esso de Jornalismo com a mesma reportagem e com a Marcadas para morrer, também publicada pelo Diário do Pará, na categoria Regional Norte/Nordeste

Como os experimentados jornalistas, defende que “o principal é sujar os sapatos na estrada da notícia”.

O repórter do Diário do Pará Ismael Machado lançou em dezembro de 2014 o livro-reportagem Golpe, contragolpes e guerrilhas: o Pará e a ditadura militar, obra que recebeu o Prêmio IAP de Literatura.

 

 

Atualizado em Janeiro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://rogerioalmeidafuro.blogspot.com.br/2013/10/ismael-machado-jornalista-paraense.html

http://www.diariodopara.com.br/impressao.php?idnot=139784

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