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Ivan Ângelo

Ivan Ângelo

Romancista, contista, cronista, jornalista, professor, tradutor e roteirista de séries para a Rede Globo, vencedor de dois Prêmios Jabutis. Na área jornalística, trabalhou no Correio de Minas, Diário de Minas e O Tempo, como colunista, no Jornal da Tarde, como editor, editor-executivo e secretário de redação, e nas revistas Playboy e Veja, como colaborador

Mineiro de Barbacena, Ivan Ângelo nasceu 1936. Iniciou a carreira de jornalista em Belo Horizonte (MG), trabalhando no jornal Diário da Tarde, em 1955. Com o escritor e jornalista Silviano Santiago (1936), editou a revista de arte e cultura Complemento, em 1956.

No ano seguinte, no Diário da Tarde, foi responsável pelas resenhas literárias publicadas na coluna Plantão Literário. Publicou o primeiro livro de contos, Homem Sofrendo no Quarto (Itatiaia, 1959), com o qual venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte.

Em 1961, editou a revista 3 Tempos, colaborou no jornal Correio de Minas e, com Silviano Santiago, publicou o livro de contos Duas Faces (Itatiaia, 1961). Com o fechamento da revista, em 1963, assumiu a coluna O que Acontece!, do caderno literário do Correio de Minas, dirigido pelo poeta e jornalista Affonso Romano de Sant'Anna (1937).

Seu romance A Festa (Vertente, 1961), conquistou o Prêmio Jabuti de 1976, ano em que foi republicado. Ganhou o prêmio novamente, em 1995, com o livro Amor? (Companhia das Letras, 1995).

Mudou-se para São Paulo (SP), em 1965, quando atuou como editor do Jornal da Tarde. Fez parte da primeira equipe do então verpertino. Logo depois assumiu o cargo de secretário de Redação, em 1968. Nesse ano, começou a escrever roteiros para o programa Séries Brasileiras, apresentado pela Rede Globo de Televisão.

Nas décadas de 1980 e 1990, fez diversas viagens ao exterior, num roteiro de leituras de suas obras, conferências e palestras sobre literatura brasileira. Retornou ao Jornal da Tarde para assumir o cargo de editor chefe em 1986. Dez anos depois, passou a colaborar como cronista semanal no jornal O Tempo, editado em Belo Horizonte, e nas revistas Veja, Exame, Vip e Playboy.

Em 1998, tornou-se professor residente do curso de Literatura Brasileira da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Um ano depois, passou a publicar quinzenalmente suas crônicas na revista Veja São Paulo, onde encerra a última página das edições.

Um dos mais premiados escritores brasileiros, lançou o livro de crônicas Certos Homens (Arquipélago, 2011), que reúne cinquenta textos escritos nos últimos anos, a maioria para a revista Veja São Paulo. Os casos bem-humorados e outros nem tanto, são retratos de tipos humanos, relações amorosas, cenas urbanas, crítica social e de costumes e alguma poesia. O conjunto é um panorama muito pessoal da vida brasileira, de hoje e de antes.

Além dos livros já citados, publicou também A Casa de Vidro – Cinco histórias do Brasil (Cultura, 1979), A Face Horrível (Nova Fronteira, 1986, vencedor do Prêmio APCA daquele ano), São Paulo, 110 Anos de Industrialização: 1880/1990 (Três, 1990), O Ladrão de Sonhos e Outras Histórias (Ática, 1992), História em Ão e Inha (Moderna, 1997), 85 Anos de Cultura: História da Sociedade de Cultura Artística (Nobel, 1998), Verde, Amarelo, Bleu, Blanc, Rouge (DBA, 1998), Pode Me Beijar Se Quiser (Ática, 1998, vencedor do Prêmio APCA 1999), O Vestido Luminoso da Princesa (Moderna, 1997), Uma Situação Delicada e Outras Histórias (Sesc, 1997), O Comprador de Aventuras e Outras Crônicas (Ática, 2000), Basf 90 Anos – Uma História no Brasil (Basf, 2001) e Febraban – 40 Anos de Participação (DBA, 2007). Seus livros foram traduzidos e lançados também na França, EUA, Alemanha e Áustria.


Atualizado em Agosto/2012 – Portal dos Jornalistas
Fontes:

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