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Janio de Freitas

Janio de Freitas

Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo é um dos mais influentes jornalistas do País, já exerceu cargos importantes em grandes jornais e revistas. Foi eleito em 2015 entre os ‘TOP 50” dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'.

Janio Sérgio de Freitas Cunha nasceu 9 de junho em 1932, em Niterói (RJ).
 
Começou a carreira profissional como desenhista na revista do Diário Carioca, em 1953. Exerceu a função de diagramador, mas seu gosto pela escrita o levou a acumular o cargo de repórter. Em 1955, fez parte da equipe de jornalistas que renovou a revista Manchete, onde foi repórter, fotógrafo, diagramador e redator-chefe. Em 1957, saiu do Diário Carioca e da Manchete e foi trabalhar no Jornal do Brasil, atividade que conciliou com mais dois empregos: na revista Cruzeiro, em 1958, e na rádio Jornal do Brasil.
 
Teve importante participação na reforma e modernização do Jornal do Brasil. No dia 3 de junho de 1959, o novo JB chegou às bancas. Em 1963, foi para o Correio da Manhã, onde ocupou os cargos de redator-chefe e superintendente de redação. Em 1967, assumiu a direção-geração do jornal Última Hora, do Rio de Janeiro. No ano seguinte, montou uma revista semanal, Direta, que não vingou. Trabalhou, então, no Jornal dos Sports, equipando-o com offset em 1969.
 
Ingressou na Folha de S.Paulo em 1980 e, em 1983, começou a publicar a coluna política que mantém até hoje, onde já divulgou diversas notícias exclusivas. Em maio de 1987 teve acesso a informações que comprovaram a existência de fraude na concorrência da Ferrovia Norte-Sul, orçada em US$ 2,4 bilhões, e que percorreria 1,6 mil km de Goiás ao Maranhão, constituindo-se num dos principais projetos do governo José Sarney. De posse do resultado da concorrência fraudada, que seria divulgado em poucos dias, decidiu, junto com editores da Folha, publicá-lo em código sob a forma de anúncio no caderno de classificados. No dia seguinte ao da divulgação oficial do resultado, a Folha republicou o anúncio denunciando a fraude. A denúncia provocou a anulação da concorrência e o adiamento das obras da ferrovia.
 
Com esta reportagem, ganhou cinco prêmios de Jornalismo, entre eles o Esso e o Prêmio Internacional Rei de Espanha. Também ganhou outros prêmios, como o Crônica e o Troféu Samuel Wainer. Em 2002, recebeu a Medalha Chico Mendes de Resistência, entregue pela ONG brasileira Grupo Tortura Nunca Mais a todos os que se destacam na luta pelos direitos humanos e por uma sociedade mais justa.
 
Em julho de 2012 foi homenageado no evento, que marcou os dez anos da Abraji, pelo conjunto de seu trabalho.

Nas mudanças implementadas pela Folha de S.Paulo em novembro de 2013 Jânio de Freitas continuou escrevendo para o jornal aos domingos, 3as e 5as.feiras.

O documentário O mercado de notícias, de Jorge Furtado exibido em sessão exclusiva durante o Congresso da Abraji, em julho de 2014 , apresenta a encenação intercalada com entrevistas, entre as quais, a de Janio.

Em artigo publicado na Folha em outubro de 2015, Janio fez uma comparação entre dois momentos da política brasileira: era Collor e a era Dilma e publicou um alerta sobre A democracia arrombada.

Foi eleito em 2015 entre os ‘TOP 50” dos '+Admirados Jornalistas Brasileiros'. Votação realizada por Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/2015/10/1698167-a-democracia-arrombada.shtml

https://youtu.be/yQ0C7z4kfz8

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/congresso-abraji-tera-sessao-exclusiva-em-o-mercado-noticias-em

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/folha-s-paulo-extingue-nucleo-cultura

http://www.portaldosjornalistas.com.br/noticia/i-congresso-da-abraji-i-proxima-edicao-sera-no-rio

 

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