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João Paulo Charleaux

João Paulo Charleaux

Atua no jornalismo internacional, já passou por França, Inglaterra, Chile, pelos Estadão e Folha de S.Paulo. Escreveu da Itália para o Brasil e do Brasil para a Itália.Traz no portfólio vários prêmios em jornalismo.

João Paulo Charleaux começou a carreira no jornalismo já trazendo para o Brasil notícias internacionais. A ocasião que abriu as portas da profissão foi em Havana, em outubro de 1999, quando “Cuba ainda era uma ilha”, afirma. Na volta, escreveu a primeira reportagem para um jornal impresso, o Jornal da Orla/ Santos/SP.

Trabalhou durante oito anos na Oboré Projetos Especiais em Comunicações e Artes, sob a batuta do jornalista Sérgio Gomes, o Serjão. Começou na Oboré no primeiro ano da faculdade. “Acordava às 4h30 em Santos e tomava o ônibus para São Paulo. Chegava às 8h na República. Trabalhava até às 17h, tomava o ônibus para Santos, entrava na faculdade meia hora atrasado e estudava até às 22h. Dormia muito, no intervalo entre todas essas coisas: cinco minutos aqui, trinta ali … Foi heroico”. Relembra.

Atuou em dez dos quinze programas de rádio que compõem o portfólio da Oboré. Coordenou um dos principais projetos da casa, o Repórter do Futuro. Nesse período produziu, redigiu, editou e apresentou o programa A Voz da Contag, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura. O programa, semanal, era transmitido por 544 emissoras de rádio de todo o Brasil. Coordenava um grupo de mais de dez correspondentes.

Em novembro de 2001, manteve colaboração diária com a Agência Pulsar, da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), então com sede em Quito, no Equador.

Colaborou com uma agência radiofônica em Londres, na Inglaterra, a Panos London/One World Radio, “que recrutava repórteres de rádio ao redor do mundo e, o melhor, pagava em libras”. A agência era voltada para rádios públicas, universitárias e comunitárias de países de língua inglesa. Lá João Paulo participou de uma reportagem sobre HIV no Brasil, compondo um quadro juntamente com repórteres de outras partes do mundo.

Anos depois, vivendo no Chile, voltou a trabalhar para a Panos London, desta vez, com uma reportagem sobre as manifestações estudantis, na maior onda de protestos desde a redemocratização do país, nos anos 90.

Foi porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai (2001-2008). Foi convidado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Centro de Preparação para Missões de Paz (CiopPaz), no Rio de Janeiro, para dar palestras em seu Curso de Preparação para Jornalista em Áreas de Conflito (2007-2008). Participa anualmente dos congressos da Abraji debatendo temas relativos à proteção dos jornalistas em cobertura de situações de violência. A partir destas experiências, desenvolveu um trabalho persistente de inserir temas do Direito Internacional Humanitário (DIH) no jornalismo brasileiro.

Reuniu no site Charleoux algumas de suas principais passagens em reportagens e países, entidades para as quais trabalhou. (acesso, abaixo)

No site postou informações sobre o período em que esteve no Comitê Internacional da Cruz Vermelha: “Em 2009 completei sete anos no (CICV), trabalho do qual me despedi em setembro. Como responsável da comunição deste organismo internacional para Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai, aprendi muita coisa, embora a natureza das responsabilidades do cargo tenha me obrigado a deixar de escrever na imprensa”.

Trabalhou para os dois principais jornais de São Paulo. Ainda é colaborador esporádico do jornal Folha de S. Paulo nas áreas de política internacional e cultura. No jornal O Estado de S. Paulo, foi editor assistente de Internacional de 2008 a 2011.

Em 2011, João Paulo vivia no Chile, 700 km ao sul de Santiago. Na época, havia se desvinculado formalmente do Estadão, mas como aquele ano foi quente politicamente no Chile, continuei despachando matérias como correspondente frila.

Ainda no Chile passou a escrever para a Folha. Primeiro, sobre política internacional. Em seguida, sobre cultura. A colaboração com a Folha permanece.

Em agosto de 2011 começou a trabalhar como correspondente do serviço em língua portuguesa da Radio France Internationale (RFI) em Santiago do Chile. A colaboração durou até dezembro, quando me mudei novamente para o Brasil.

De novembro de 2012 a março de 2013, foi consultor de comunicação da Avaaz para a América Latina, a maior comunidade de petições e campanhas online do mundo, com mais de 20 milhões de membros.

Publicou dezenas de reportagens especiais e entrevistas no site de notícias internacionais Opera Mundi e manteve durante anos uma coluna mensal sobre Direito Internacional Humanitário e temas de política externa no site jurídico Última Instância, ambos hospedados no portal UOL.

João Paulo atuou ainda como professor. Por 12 anos, coordenou os cursos de informação sobre jornalismo em situações de conflito armado e outras situações de violência realizados em São Paulo pela Cruz Vermelha Internacional, a Oboré Projetos Especiais, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e as principais faculdades de jornalismo de São Paulo, e coordenou as edições deste curso em Santiago (2004) e Buenos Aires (2007).

Além dos veículos destacados, Charleaux colaborou com revistas brasileiras como Carta Capital e o Le Monde Diplomatique, além de veículos estrangeiros, como a Rádio Popular de Milão, a Radio Nederland, a Agencia Poonal de Berlim e a Rádio França Internacional, onde foi correspondente no Chile.

Traz na bagagem vários prêmios de jornalismo: vencedor do prêmio Estímulo à Cidadania no XXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Abecom/Intercom) pela criação do primeiro programa de rádio nacional do Movimento Sem-Terra (MST); ganhou os prêmios Estímulo a Pesquisa Científica e Menção Honrosa de Destaque na categoria Grande Reportagem do IV Congresso Internacional da Federação de Ciências da Comunicação dos Países de Língua Portuguesa, por estudos acadêmicos realizados sobre radiodifusão comunitária e comunicação popular.

Como jornalista membro do Núcleo de Rádio da Oboré Projetos Especiais em Comunicações e Artes foi vencedor dos prêmios Ayrton Senna de Jornalismo e Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Venceu ainda o Prêmio 25 de Abril de Reportagem, “que me deu uma viagem a Portugal, em 2002. Lá, casei e decidi ter filho. Esses, sim, foram prêmios de verdade” completa.

Charleaux é coordenador de comunicação da Conectas, organização internacional de direitos humanos, fundada há 10 anos, com status de observadora na ONU e status consultivo na União Africana.

Em 2014 foi colunista do HuffPost Brasil. É redator da revista canadense Vice, que desembarcou no Brasil em junho/2014 e onde mantém a página no site da publicação.

Charleau faz parte da primeira equipe de articulistas do jornal digital Nexo lançado em São Paulo em novembro de 2015 por Paula Miraglia (dir.), cientista social e doutora em antropologia social, Renata Rizzi, engenheira e doutora em economia, e Conrado Corsalette, ex-editor de Política do Estadão e de Cotidiano da Folha de S.Paulo.  

 

 

 

Atualizado em novembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www.vice.com/pt_br/tag/Jo%C3%A3o%20Paulo%20Charleaux

http://charleaux.wordpress.com/obore/

www.obore.com

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