APOIO

PUBLICIDADE

Veiculação Prêmio CNHI WEBER SHANDWICK Odebrecht
$('#fade').cycle();
6160

Home >> Perfil

Joaquim Ferreira dos Santos

Joaquim Ferreira dos Santos

Cronista consagrado, trabalhou no Diário de Notícias, na Veja, no Jornal do Brasil, em O Dia e em O Globo. Organizou, para a editora Civilização Brasileira, três livros de crônicas de Antônio Maria. Seu perfil da atriz Leila Diniz tornou-se obra de referência.

Joaquim Ferreira dos Santos nasceu – no dia 19 de agosto de 1950 – e criou-se na Rua Tejupá, no bairro da Vila da Penha, no subúrbio do Rio de Janeiro (RJ). Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói (RJ), em 1974.
 
Está no Jornalismo desde 1969. Começou a carreira como repórter do Diário de Notícias. Dois anos depois foi para a revista Veja, onde atuou como repórter e crítico de música e shows, destacando-se pelos recursos estilísticos.
 
Em 1983, entrou no Jornal do Brasil, como subeditor do Caderno B, além de editar as revistas Domingo e Programa. Ficou, depois, por quase dez anos no jornal O Dia, no qual foi editor do Caderno D, período em que também acumulou a função de editor-executivo. 
 
Voltou para o Jornal do Brasil como colunista em 2001. Permaneceu no JB até a extinção da edição impressa do veículo. Transferiu-se, então, para O Globo, passando a assinar a coluna Gente Boa e atuar como editor chefe do Segundo Caderno. Deixou as funções em maio de 2013, colaborando, entretanto, com uma crônica semanal na última página do caderno até agosto de 2015. Desde agosto de 2013 colabora com a plataforma digital do Instituto Moreira Salles, onde apresenta programas sobre Música Popular Brasileira para a web Rádio Batuta.
 
É autor do livro Feliz 1958: O ano que não devia terminar (Record, 1997). Suas crônicas foram reunidas em O Que as Mulheres Procuram na Bolsa (Record, 2003), Em Busca do Borogodó Perdido (Objetiva, 2005) e Minhas Amigas (Objetiva, 2012). Lançou as biografias Antônio Maria (Relume Dumará, 1996), Um Homem Chamado Maria (Objetiva, 2006), Leila Diniz (Companhia das Letras, 2008) e Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança: Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral (Intrínseca, 2016). Admirador de Antônio Maria (1921–1964), além dos perfis que escreveu sobre o autor de Ninguém Me Ama organizou os livros Diário de Antônio Maria (Civilização Brasileira, 2002), Benditas Sejam as Moças: As crônicas de Antônio Maria (Civilização Brasileira, 2002) e Seja Feliz e Faça os Outros Felizes: Crônicas de humor de Antônio Maria (Civilização Brasileira, 2005). Admirador da arte da fotografia, escreveu textos para ilustrar três livros de fotógrafos cariocas: Copacabana (Barleu, 2011), de Kitty Paranaguá, que traz ainda ilustrações de Felipe Braga; Subúrbio (Nau das Letras, 2013), de Bruno Veiga, que também traz textos de Leonel Kaz, e Angra dos Reis (Barleu, 2014), de Leonardo Ramadinha.
 
Foi homenageado com o Prêmio Prata da Casa 2010 pela Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos da UFF.
 
Mantém um blog de variedades, o Joaquim Ferreira dos Santos, alocado na plataforma Blogger.
 
 
Atualizado em novembro de 2016
 
Fonte: Informações fornecidas pelo jornalista

Fiat_Institucional
Arama
Curso para Jornalistas
Newswire
OPN Eventos
MT Viagens
Mais Premiados
Comunique-se
Doe Agora (Abrinq)