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Jorge da Cunha Lima

Jorge da Cunha Lima

Diretor de entidades, colunista, escritor, poeta, promotor cultural e blogueiro. Foi presidente das Fundações Cásper Líbero (SP) e Padre Anchieta (SP) e lançou o Jornalismo Público no Brasil. Há uma década integra os conselhos de várias associações internacionais de TVs públicas e educativas. Desde 2008 assina o blog do Portal IG.

Jorge da Cunha Lima é formado em Administração de Empresas pela FGV de São Paulo (SP), em Jornalismo pela ECA e em Direito pela Faculdade de Direito, ambas na USP da capital paulista.

Como jornalista foi colunista do jornal Correio Paulistano (coluna Janela Indiscreta) e do jornal Última Hora (coluna Paulicéia Desvairada); diretor do jornal Última Hora (SP) e da revista Senhor Vogue (SP); realizou reportagens especiais para as revistas paulistanas: Manchete, Isto É, Hippus; atuou como articulista de assuntos gerais dos jornais: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, Globo, Economia e Cultura e Revue du Ena de Paris (França).

Entre 1987 e 1989 foi presidente da Fundação Cásper Líbero (TV, Rádio, Jornal e Faculdade de Comunicação) onde criou a TV MIX, programa televisivo que revolucionou a linguagem de estúdio e da reportagem jornalística com introdução da atividade de repórter abelha.

De 1993 a 1994 foi presidente do Centre Franco-Brésilien de Documentation Technique et Scientifique (Cendotec).

Em 1995 assumiu a presidência da Fundação Padre Anchieta (FPA) que integra as Rádios e a TV Cultura e permaneceu no cargo até 2004; no período lançou o Jornalismo Público no País, idealizou os projetos renomados Cocóricó e Ilha Ra Tim Bum que se tornou um canal da FPA; em seguida atuou como presidente do Conselho Curador da instituição até 2010 quando passou a ser seu vice-presidente e membro vitalício.

Durante 1999 fundou a Associação Brasileira das Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC) da qual foi presidente por sete anos. No período participou da criação do Grupo Biarritz, que reúne televisões da Europa Latina, da criação da Rede de Televisões de Língua Portuguesa (RTVLP) ao lado da RTPI e de televisões africanas; idealizou a Rede Pública de Televisão no Brasil (RPTV); passou a atuar ainda como membro do Conselho da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE); delegado para América Latina da Association Internationale des Télévisions d’Education et de Découverte (AITED) e membro da Asociación de las Televisiones Educativas Y Culturales Iberoamericanas (ATEI).

Há cerca de três décadas é colaborador de jornais e revistas nacionais e internacionais e desde 2008 assina o blog que leva seu nome no Portal IG sobre assuntos gerais e literatura.

Vale destacar ainda que Jorge da Cunha Lima exerceu diversas atividades públicas, entre elas: ocupou o cargo de secretário de Estado das Comunicações e depois da Cultura (1983-1987) durante o Governo Franco Montoro; foi membro eleito do Conselho da Bienal de São Paulo e da diretoria do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp); é vice-presidente do Instituto Itaú Cultural; coordenador técnico do Projeto Viva o Centro; membro do Conselho Superior de Orientação Política e Social (COPS) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e membro do Conselho da Aliança Francesa, entre outras entidades.

Escritor, poeta, romancista e prosador, é autor das seguintes obras publicadas: O livro de São Paulo (Rhodia, 1979); Arte do Caminhão (Glasurit, 1981); Matarazzo 100 anos (CL-A Comunicações, 1982); Caras Brasil (Sharp, 1983); Ensaio Geral (Ed. Martins Fontes); Mão de Obra (Ed. Brasiliense); O Jovem K (Ed. Siciliano, 1992); Véspera de Aquarius (Ed. Paz e Terra, 1997); Cultura Pública – A Organização Política do Sonho (Ed. Senac, 2001); Cultura Pública - A Organização Política do Sonho (Ed. Senac, 2002); Uma História da TV Cultura (FPA-Imprensa Oficial, 2008); Perfil Parlamentar Franco Montoro (Centro de Documentação e Informação da Câmara, 2009) e Mbaraka 2 (Ed. FPA, 2010).

Em paralelo a carreira jornalística e de escritor também atuou nos segmentos empresarial, de marketing político e cultural sendo responsável pelas seguintes obras: criou e instalou as oficinas culturais Oswald de Andrade de São Paulo; os sistemas estaduais de museus, arquivos e bibliotecas; projetou e assinou o processo de tombamento da Pinacoteca do Estado e de mais de 30 edificações culturais paulistanas e promoveu a reforma e instalação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS).

Jorge da Cunha Lima foi premiado com os seguintes: Prix Camera UNESCO 1995pela maior contribuição mundial na comunicação jornalística de televisão; o Prix Camera UNESCO 96; EMMY-UNICEF 1997, Criança e Paz -Betinho 1997; PNBE de Cidadania 1998, destaque imprensa; e a ATEI pela maior contribuição mundial para o fortalecimento da TV Pública no País; também foi homenageado com as condecorações: Comenda da Ordem de Rio Branco (Brasil); Título de Ufficiale (República Italiana); Medalha Brigadeiro Tobias (PM-São Paulo); Medalha Palmes Academiques do Governo Francês e a Comenda do Mérito Cultural (Brasil).

 

 

Atualizado em novembro/2012- Portal dos Jornalistas.

Fontes:

 

http://www.facebook.com/jorge.d.lima.35/info, acessado em novembro/2012;

https://twitter.com/JorgeCunhaLima, acessado em novembro/2012;

http://colunistas.ig.com.br/jorgedacunhalima/, acessado em novembro/2012;

http://www.museudatv.com.br/encontros/palestras.htm, acessado em novembro/2012;

http://www.museudatv.com.br/biografias/Jorge%20Cunha%20Lima.htm, acessado em novembro/2012;

http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/entrevista-com-jorge-da-cunha-lima, acessado em novembro/2012;

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=4711, acessado em novembro/2012;

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