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José Raimundo

José Raimundo

Repórter especial da Rede Globo na Bahia. Há quase quatro décadas trabalha em televisão. Tem uma vasta experiência em coberturas no Nordeste. Entre inúmeras reportagens, fez três grandes matérias sobre o rio São Francisco. Acompanhou acidentes ecológicos e a degradação que ameaça o curso d´água do Velho Chico. Suas reportagens estão nos vários jornais da emissora. Em 2015 foi escolhido entre os ‘+Admirados Jornalistas Brasileiros’ além de ser destacado nos 10 mais admirados da Regional Norte. A votação é uma realização do Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

José Raimundo Carneiro de Oliveira nasceu em Riachão do Jacuípe, interior da Bahia, próximo de Feira de Santana, em 29 de setembro de 1955. Estudou Sociologia em faculdade de Salvador, época em que já trabalhava em rádio como jornalista e depois trabalhou na TV Itapuã, emissora da Rede Tupi do grupo de Assis Chateaubriand, entre 1978 e início da década de 1980. Nesse período trabalha também como caixa do Banco do Estado da Bahia.

A emissora à beira da falência transformou os salários em pequenos objetos, que podiam ser um relógio ou outro “presentinho”. “Os equipamentos eram tão sucateados - relembra - que quando ia entrevistar o então governador da Bahia, Antonio Carlos Magalhães, no Palácio Rio Branco, com medo de um incêndio ele mandava esperar no corredor, às vezes no saguão”. O grupo de empresas dos Diários Associados – TV e rádio - acabou sendo comprado por um empresário espanhol, radicado na Bahia, que investiu em novos equipamentos.

Convidado por Hermano Henning, foi trabalhar na TV Aratu, na época afiliada da Globo e líder de audiência. Em 1987, quando a TV Aratu deixou de ser afiliada da Globo, o jornalista esteve por curto período em São Paulo, duante três anos, até que passou a integrar a Globo Nordeste, na Bahia.

Profissional versátil, que cobre desde carnaval até importantes jogos de futebol. José Raimundo trabalha em televisão há 36 anos e fez em fevereiro de 2014 “a minha trigésima quinta cobertura de carnaval em Salvador”. Suas reportagens foram transmitidas (e continuam sendo) no Jornal Hoje, no Jornal da Globo, no Jornal Nacional, e, eventualmente, no Fantástico e no Globo Natureza.

Depois de passar a integrar o time JN o novo desafio era o de trabalhar para o Globo Repórter. Na opinião dele “este programa é o sonho de todo repórter, pela oportunidade que possibilita de fazer uma cobertura mais aprofundada, mais elaborada. E o rio São Francisco era sempre o grande tema. Sobre o rio fez um especial em 1999, em 2001 refez desta vez acompanhado por ambientalistas. Voltou ao tema em uma série feita pelo repórter para o Jornal Nacional.

Na bagagem de reportagens para o Globo Repórter abordou vários temas. Ao relacionar alguns destaca: Amazônia; trabalho infantil, junto com o repórter Marcelo Rezende, premiada no Festival de Nova York; mortalidade infantil, em parceria com o repórter Francisco José. Sobre a Amazônia, destacam-se as matérias Amazônia Seca (2003), Amapá: o Mar da Amazônia (2007) e Viagem das Águas Amazônicas (2011).

Merecem também ser citadas as séries sobre o centenário de morte de Antônio Conselheiro e a Guerra dos Canudos, que foi ao ar no Jornal Nacional e no Fantástico, e sobre os festejos em Porto Seguro para comemorar 500 anos do descobrimento do Brasil. Outro marco na carreira do jornalista foi a denúncia sobre fraudes na Previdência Social, apresentada no Jornal Nacional, além das reportagens sobre os Caminhos da Comida (2009) e o Centenário de Jorge Amado (2012).

José Raimundo coleciona em sua trajetória coberturas de momentos importantes na vida do país, como a visita do papa João Paulo II à Bahia em 1980, diversas eleições nacionais, estaduais e municipais, e entrevistas com presidentes, ministros e políticos. Durante a ditadura, chegou a ter cassada sua permissão para cobrir as viagens do então presidente João Batista Figueiredo por ter tentado aproximar-se para entrevistá-lo.

A cobertura da caçada ao sequestrador Leonardo Pareja, em Salvador, em 1995, foi um momento tenso da carreira. O jornalista ficou mais de 65 horas acompanhando os acontecimentos e o desfecho em Feira de Santana, para onde o criminoso havia fugido com uma refém. O sequestrador acabou morto. A transmissão do cerco policial entrou primeiro no Domingão do Faustão e logo depois na abertura do programa Fantástico, recorda-se.  Ele ainda entrou ao vivo para mostrar o clima de tensão nas negociações entre a polícia e o sequestrador.

A questão ecológica lhe proporcionou uma série sobre a destruição da Mata Atlântica e como isso poderia ser evitado, apresentada no Jornal Nacional, que rendeu dois importantes prêmios: Embratel e Conservação Internacional.

"Sou sertanejo e me identifico muito com esta região. Desculpem a falta de modéstia, mas conheço o Vale do Rio São Francisco quase como a palma da minha mão”, disse, orgulhoso, ao Memória da Rede Globo.

Contou ao blogue Posso contar contigo, como foi a sua trajetória e história no jornalismo desde quando morava na cidade natal.

José Raimundo recebeu o título Personalidade da Comunicação 2009 em Feira de Santana pela ABI e Sindicato dos Radialistas.

Em 2015 foi escolhido entre os ‘+Admirados Jornalistas Brasileiros’ além de ser destacado nos 10 mais admirados da Regional Norte. A votação é uma realização do Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.

 

Atualizado em dezembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

Jornalistas&Cia – Edição 1029

http://www.jornalgrandebahia.com.br/2010/01/jornalista-da-globo-jose-raimundo-e-homenageado-em-feira-de-santana-pela-abi-e-sindicato-dos-radialistas.html

http://possocontarcontigo.blogspot.com.br/2013/01/entrevista-com-o-jornalista-jose.html

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