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Juliana Corrêa

Juliana Corrêa

Repórter do caderno Classificados Inteligentes do Jornal Hoje em Dia com vasta experiência em coberturas para a mídia impressa. Foi assessora de imprensa na Stalo Comunicação e na Lélio Fabiano & Associados.

Juliana da Silva Corrêa nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 01 de agosto de 1985. Estudou Comunicação Social com ênfase em Jornalismo no Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH).

O primeiro emprego no jornalismo foi como estagiária na Assessoria de Comunicação da Subsecretaria de Políticas Antidrogas, órgão ligado à Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (MG). Posteriormente, foi Assessora de Imprensa na Stalo Comunicação, agência especializada em desenvolvimento de projetos de comunicação para empresas.

Em 2011, já formada, trabalhou durante seis meses na Lélio Fabiano & Associados, empresa de consultoria em comunicação e marketing. Lá assumia a função de Assessora de Comunicação, elaborando estratégias de comunicação para as empresas e preparando releases de divulgação na imprensa.

Em junho de 2011, foi contratada no jornal Hoje em Dia, onde iniciou as atividades como Rádioescuta. Era a responsável pela apuração de todos os fatos que aconteciam durante a madrugada, como acidentes, homicídios, assaltos e outros fatos corriqueiros. Além disso, também fazia a ronda em hospitais e delegacias para acompanhar o que acontecia na cidade e poderia virar notícia.

Na sequência, atuou brevemente no caderno Minas (cidades), quando, então, foi transferida para o caderno Classificados Inteligentes, onde permanece desde então.

Juliana já participou de vários congressos e cursos na área da comunicação, com destaque para o curso de Economia e Investimento em Mercados de Ações oferecido pela BM&FBOVESPA.

Dentre os trabalhos que marcaram a carreira, destaca um, em especial, que foi a série de reportagens publicadas em fevereiro (2012) sobre a falsificação de boletins de ocorrência pelos policiais militares de Minas Gerais. Vários profissionais foram ouvidos e garantiram que, para cumprir a meta estipulada anualmente pela Secretaria de Defesa Social (Seds), eram obrigados por superiores a manipular boletins de ocorrência para reduzir as estatísticas de crimes violentos. Segundo a jornalista, foi uma cobertura trabalhosa que exigiu muita dedicação e cautela na apuração dos fatos e denúncias.

 

 

Atualizado em 20 de março de 2012 - Portal dos Jornalistas/MG

Fonte: Informações fornecidas pela própria jornalista.

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