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Julio Abramczyk

Julio Abramczyk

Já publicou mais de dois mil e quinhentos artigos e reportagens de diferentes áreas da Medicina na Folha de S.Paulo, onde trabalha desde 1960, traduzindo para a linguagem leiga a informação científica. Assina a coluna Plantão Médico do caderno Cotidiano

Julio Abramczyk, o Doutor Julio, nasceu em São Paulo (SP), em 1932. É médico cardiologista formado pela Escola Paulista de Medicina, hoje Universidade Federal de São Paulo (Unifesp/SP), em 1966. Pratica a profissão, fazendo parte do corpo clínico do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, desde a década de 1970, onde foi diretor-clínico e é responsável pelo serviço de Cardiologia.
 
Começou na carreira jornalística antes de se formar em Medicina. Em 1949, foi durante três meses revisor de texto no jornal O Tempo, indo depois para a redação, então chefiada por Emílio Sachetta. Passou por todas as editorias, menos as de Polícia e a de Esporte. Após uma parada para estudar para o vestibular, entrou na então Folha da Manhã, atual Folha de S.Paulo (SP), como redator na seção Biologia e Medicina, em janeiro de 1960, ocupando vaga deixada por Pedro Kassab (1930-2009)– que havia saído para fundar a revista Médico Moderno.
 
Já publicou no jornal mais de dois mil e quinhentos artigos e reportagens de diferentes áreas da Medicina. Escreveu as primeiras matérias sobre transplante de córnea e tomografia , ajudou a difundir o recém-descoberto soro caseiro e noticiou a chegada do exame de ultrassom ao Brasil. Noticiou a erradicação da varíola no Brasil, descreveu como era o atendimento aos índios nos primeiros anos após a criação do Parque Nacional do Xingu, fundado em 1961, acompanhou a primeira campanha de vacinação contra a poliomielite e narrou a agonia vivenciada pelo presidente Tancredo Neves (1910-1985) em seus últimos dias.
 
Assina a coluna Plantão Médico do caderno Cotidiano aos domingos, que trata dos principais aspectos de interesse da comunidade no campo da saúde pública e é replicada no portal da Folha na Internet.
 
Recebeu, em 1961, o Prêmio Governador do Estado de Jornalismo, junto com José Reis (1907-2002), que foi o pioneiro no Brasil em Jornalismo Científico. Ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo 1970, na categoria Informação Científica, reportando a realização da primeira cirurgia de ponte de safena para o infarto agudo do miocárdio.
 
Venceu, ainda o Prêmio José Reis de Divulgação Científica 1987, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e o Prêmio Abradic de Divulgação Científica 2002, da Associação Brasileira de Divulgação Científica. É portador do Diploma de Honra ao Mérito da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP/SP).
 
É autor do livro Médico e Repórter – Meio Século de Jornalismo Científico (Publifolha, 2013), uma coletânea de artigos publicados na Folha, organizado por Carlos Eduardo Lins da Silva. A obra é dividida em cinco capítulos temáticos, apresentados por Marcelo Leite (Saúde Pública), Claudia Collucci (Enfermidades do Coração), Almyr Gajardoni (Saúde Pessoal), Lins da Silva (Doenças de Personalidades) e Célio da Cunha (Jornalismo Científico).
 
É vice-presidente da Associação Ibero-Americana de Jornalismo Científico e membro da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, entidades que ja presidiu, sendo que ajudou a fundar esta última.
 
Deu aulas de enfermagem no Hospital Santa Catarina. Além do exercício da Medicina, participa de seminários e congressos nacionais e internacionais sobre Jornalismo Científico. Afirma que o Jornalismo é a sua psicoterapia.
 
 
Atualizado em fevereiro de 2013 - Portal dos Jornalistas
Fontes:
 

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