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Lalo de Almeida

Lalo de Almeida

Colaborador nas áreas de fotografia e vídeo do jornal Folha de S.Paulo e de reportagens para o jornal norte-americano The New York Times, no Brasil e na América do Sul. Cobriu os dois últimos conclaves pela Folha de S.Paulo, esteve nas olimpíadas de Londres e tem um extenso trabalho de cobertura fotográfica. É repórter fotográfico premiado, traz na bagagem pelo menos nove prêmios em jornalismo, entre eles, o o Prêmio Exxonmobil de Informação Científica, Tecnológica ou AmbientaL, 2015, com o trabalho 'Líquido e incerto - o futuro dos recursos hídricos no Brasil', publicado na Folha de S.Paulo.

Lalo de Almeida nasceu em 17 de janeiro de 1970, estudou Fotografia no Instituto Europeo di Design em Milão, Italia. Antes de ir morar em Milão em 1990, estudou Geologia na USP, mas não chegou a se formar.

Começou a fotografar profissionalmente em 1991. “No começo a ideia era fazer fotografia de natureza, mas logo consegui um emprego em uma pequena agência de fotojornalismo e me apaixonei pela coisa. Comecei cobrindo a crônica policial da cidade e depois de dois anos fiz algumas coberturas internacionais como a guerra na Bósnia e Croácia”, relembra o início da paixão por fotografia.

Em 1993 voltou para o Brasil, trabalhou por pouco tempo no Estadão, na Veja e depois na Folha, onde segue trabalhando até hoje, 2014. Desde 2005 colabora regularmente com o The New York Times e outras publicações estrangeiras.

Há onze anos, desde 2002,  trabalha para a Folha de S.Paulo. É o autor das fotografias do livro Nas Asas do Correio Aéreo lançado em 2002.

Para a revista Crescer ele fez trabalhos documentais: um projeto para o livro sobre a infância e a relação com os filhos, e uma matéria sobre a infância às margens do rio São Francisco, que ganhou o prêmio da Editora Globo de melhor Fotografia em 2013.  Em entrevista à revista Crescer, ele falou um pouco mais sobre o papel de pai e como é a busca pela simplicidade.

Desenvolveu o projeto O Homem e a Terra, em que fotografou as populações tradicionais brasileiras e pelo qual ganhou o prêmio máximo da I Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba de 1996 e foi premiado com o Prêmio Conrado Wessel.

Em 1996 ganhou o Grande Prêmio Folha de Jornalismo por uma reportagem sobre o destino das crianças que moravam na Praça da Sé.

Ele desenvolveu o projeto Os impactos de Belo Monte e a expectativa de que Belo Monte altere para sempre a vida de Altamira e de todas as cidades da região. De acordo com o texto explicativo do site “A construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu (PA), cria atualmente o maior êxodo migratório dos últimos anos. São milhares de pessoas que rumam para Altamira, cidade localizada a 800 quilômetros ao Sul de Belém”. No site ele apresenta imagens, mapa e informações sobre o projeto inicial e as modificações que aconteceram com o passar dos tempos. O projeto foi desenvolvido com o apoio da Funarte, Ministério da Cultura, Governo Federal. 

Lalo de Almeida participou da reportagem multimídia sobre a hidrelétrica de Belo Monte, dividida em cinco capítulos (Obra, Ambiente, Sociedade, Povos indígenas e História), com a qual a Folha de S.Paulo inaugurou o seu site no em dezembro de 2013. A série Tudo sobre, com dossiês digitais que visam a destrinchar temas complexos do País. A usina, a terceira maior do mundo, que tem gerado muita controvérsia, está sendo construída no rio Xingu, no Pará, mobilizando 25 mil trabalhadores. A reportagem, intitulada A batalha de Belo Monte, que demandou dez meses para ser concluída, envolveu também os enviados especiais Dimmi Amora, Marcelo Leite, Morris Kachani e Rodrigo Machado, e, direta ou indiretamente outros 14 profissionais, dezenas de entrevistas e milhares de fotos.

A reportagem venceu a categoria principal do Prêmio CNI de Jornalismo, em julho de 2014; em novembro conquistou o Grande Prêmio Libero Badaró de Jornalismo e foi indicada para o Prêmio Esso de Jornalismo.

Em março de 2014 Lalo já havia conquistado outro prêmio com o mesmo tema. Ficou em segundo lugar na 12ª edição do Prêmio FCW de Arte (Fotografia) com as fotos intituladas Belo Monte – Os impactos de uma megaobra.

A revista OLD! e o SambaPhoto entrevistaram Lalo em abril na série documentários com fotógrafos brasileiros, ele é o 14º. Em cerca de seis minutos de entrevista Lalo falou de sua carreira, da maneira com que gosta de trabalhar e critica a maneira como o jornalismo vem tratando as grandes coberturas fotográficas, de uma maneira cada vez mais engessada e pouco eficiente. Lalo cobriu os dois últimos conclaves pela Folha de S.Paulo, esteve nas olimpíadas de Londres e tem um extenso trabalho de cobertura fotográfica.

Além do site e do blog do fotógrafo (acessos, abaixo) as imagens de impressionante beleza e sensibilidade clicadas por Lalo podem ser vistas no SambaPhoto.

Lalo de Almeida conquistou em 2015 o Prêmio Exxonmobil de Informação Científica, Tecnológica ou AmbientaL, o tradicional prêmio Esso, em equipe. Venceu ao lado de Dimmi Amora, Eduardo Geraque, Fernando Canzian, Rafael Garcia, Marcelo Leite, Pilker, Luiz Antonio Del Tedesco, Fabio Marra, Mário Kanno, Lucas Zimmermann, David Garroux, André Moscatelli e Bruno Scatena com o trabalho Líquido e incerto - o futuro dos recursos hídricos no Brasil, publicado na Folha de S.Paulo.

 

Atualizado em novembro/2015 – Portal dos Jornalistas

Fontes:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/premiofolha96.htm

http://www.lalodealmeida.com.br/site_pt/

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI151550-18162,00.html

http://chocoladesign.com/documentario-com-lalo-de-almeida-old-sambaphoto

http://www.osimpactosdebelomonte.com.br/

http://www.osimpactosdebelomonte.com.br/sobre-o-projeto/

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